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Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

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Quem disse que só tem um jeito?

Freakpedia #12 O talento (e os decotes) de Jess Greemberg


Fala, pessoas lindas do mundo virtual, tudo em cima? Alice aqui na área, Freakpedia no Blog Novas Ideias mais uma vez! #TodosComemora

Hoje quero apresentar uma mocinha inglesa que vem fazendo um sucesso enorme no Youtube com covers de nomes como Paul McCartney, Led Zepellin, John Meyer, Artic Monkeys, Foo Fighters e AC/DC, entre outros. É, na verdade ela faz sucesso também por causa dos covers, mas principalmente por causa dos decotes beeem generosos que ela ostenta nos seus vídeos. Jess Greemberg viu suas visualizações no Youtube saltarem em mais de dez vezes depois que passou a comprar roupas em tamanho menor que o seu ideal. É, nem sempre ela gravou vídeos com os decotinhos. Digamos que é uma espécie de Geisy Arruda inglesa #zueraaa

Mas a gente precisa falar que ela canta pra caramba. Pedi pra o Wesley analisar um dos vídeos dela, já que ele é músico, estuda canto e o cacete a quatro. Depois de ter que ver o vídeo umas 20 vezes ("não, imagina, nem olhei pra o decote dela"... Ahã, sei!) pra enfim conseguir prestar atenção na voz da moça, ele ficou impressionado com o timbre doce mas ao mesmo tempo marcante da moça. Ela consegue tornar músicas pesadas em melodias doces e tranquilizantes, dessas que te fazem ir longe. Tá, não sei se ele falou isso da música ou da moça, mas a gente finge que acredita! rs

Mas enfim, vê aí o vídeo da versão dela pra Under the Bridge, do RHCP. Esse é o vídeo que o Wesley diz que analisou e que eu acho que ele nem viu que ela tava cantando. Mas presta atenção na música, também, por favor! Depois olha as outras coisas, tá! kkk


Vídeo mostra machismo em país árabe

Tinne Van Loon e Collete Ghunim

A belga Tinne Van Loon e a norte-americana de origem árabe Collette Ghunim deixaram uma câmera ligada durante os dez minutos que gastaram para atravessar, à pé, uma ponte no Egito, e registraram as reações de homens ao verem as duas mulheres caminharem sozinhas. O resultado é assustador!

Sim, a única coisa que elas fizeram foi atravessar a ponte. Os olhares ameaçadores mostram como é ser mulher em países árabes, mesmo os que oferecem maior liberdade como o Egito. As duas documentaristas agora tentam arrecadar fundos para um documentário sobre a violência sexual contra mulhees em países árabes. 

O vídeo abaixo é um resumo que mostra muito bem a sensação de medo e insegurança que se sente em ambientes hostis. Não é preciso ser mulher para se incomodar com as cenas que você irá ver.

Assista!



 

#Opinião Marcos Archer e os extremistas brasileiros


E a Indonésia enfim levou à cabo a execução do brasileiro Marcos Archer, preso em 2004 por tentar entrar no país com 13 quilos de cocaína nos tubos de uma asa delta. Mesmo com todos os pedidos de clemência do governo brasileiro, de organizações de direitos humanos e da família e amigos do condenado, o presidente indonésio preferiu manter sua promessa de campanha - Joko Widodo foi eleito no ano passado com promessa de tolerância zero ao tráfico de drogas. Marcos passou por todas as etapas processuais indonésias e foi condenado em última instância à pena máxima. A execução aconteceu à meia noite e meia de domingo 18 de janeiro, 15:30 de sábado 17 de janeiro no horário de Brasília, por fuzilamento. 

Sim, houve uma mobilização intensa no Brasil em favor da vida de Marcos Archer, afinal trata-se de um brasileiro levado à pena de morte, o primeiro na história do país. Mas essa mobilização não atingiu a sociedade brasileira. Muito pelo contrário. Nas ruas e na internet o que se ouve e se lê é "merece morrer, mesmo", "quis mexer com drogas olha o que deu", "se aqui no Brasil fosse assim a coisa não estava essa bandalheira toda" e coisas do tipo. Sim, a mobilização nas ruas foi a favor do governo indonésio e pela execução de marcos.

Os que são a favor da pena de morte não são maioria no Brasil, pelo menos conforme a pesquisa Datafolha feita em outubro de 2014, que dizia que 52% dos brasileiros não concordam com a pena de morte mesmo em caso de crimes graves. Mas a minoria que é a favor é, como em todas as minorias, um grupo barulhento capaz de qualquer coisa para se fazer ouvir. E a internet, essa suposta terra-sem-lei onde se diz o que se quer sem punição alguma, parece ser o terreno perfeito para isso. O teor dos comentários, como era de se esperar, é violento. Pessoas não argumentam a favor da pena de morte, atacam os que são contra. Usam palavras baixas e chavões ("bandido bom é bandido morto", e por aí vai) para expor o que pensam. Ancoram-se em programas pseudo-jornalísticos de TVs popularescas com apresentadores que vivem de vociferar ódio, de dentro de seus estúdios confortáveis e com ar condicionado. 

É bem verdade que estamos tão acostumados com nossas leis avacalhadas que quando vemos uma lei ser aplicada com rigor nos assustamos. Estamos tão acostumados ao "jeitinho" brasileiro onde uma propina resolve tudo, onde um bom advogado livra de qualquer processo, onde um sujeito mata pessoas no trânsito e sai da cadeia pela porta da frente depois de pagar uma fiança miserável que nos escandalizamos com um crime sendo realmente punido. E sim, Marcos Archer cometeu um crime grave. 13 quilos de cocaína é uma quantidade muito grande, capaz de fazer estragos irreversíveis em muita gente. E pior ainda, transportar isso internacionalmente. Marcos foi além de tudo o que se considera como crime por qualquer sociedade civilizada. Sim, ele merece ser punido com rigor, mesmo que não tivesse histórico de tráfico de drogas. Se não tivesse sido pego, sabe-se lá quantos quilos mais ele iria continuar transportando mundo afora. Ele não matou ninguém, mas a quantidade de pessoas que poderia prejudicar caso essa droga chegasse ao seu destino seria incalculável. 

Mas aí entramos num dilema. A morte é realmente a punição mais eficiente? Será que existe alguém com direitos legais de tirar a vida de outro, independente do que esse outro tenha feito? Quando defendemos que alguém deve pagar com a vida, nos igualamos ao criminoso, pois essa é a sua lógica. Vivemos no século XXI, mas ainda temos a mentalidade dos antigos cangaceiros que matavam para vingar crimes cometidos. Ou para ir um pouco mais atrás na História encontramos essa mentalidade no Código de Hamurabi, em 1780 AC, que continha elementos da famosa lei de talião, que pregava a reciprocidade na punição de um crime, o famoso "olho por olho, dente por dente".

Se ainda não conseguimos evoluir para uma mentalidade em que a morte esteja prescrita como forma de punição não podemos nos chamar de sociedade desenvolvida. A Indonésia vai na contramão de um mundo que pede mais civilidade. E mesmo que se aplicasse o Código de Hamurabi na Indonésia, a punição a Archer foi completamente desproporcional ao crime cometido. Ele não matou nem feriu ninguém.

Mas os extremistas concordaram com a punição. Talvez os que concordem com a pena de morte a Archer são os mesmos que compram DVD pirata, baixam filme e música pela internet, compram equipamentos para piratear TV a cabo, se esbaldam na 25 de Março com bolsas Luis Vutton falsificada ou com Windows e jogos para PS4 pirateado, todos esses crimes também previstos em Lei, mas cuja punição, qualquer que fosse, seria considerada "exagerada". Sim, pois nossa ética é seletiva: apoiamos punição severa e inclemente para crimes cometidos pelos outros, apenas pelos outros, e preferencialmente se o outro for alguém que não conhecemos e de quem nunca ouvimos falar.

E assim caminha a sociedade brasileira. Rumo a não sei onde, mas caminha. Perigosamente.

Freakpedia #11 A simpatia e beleza de Jhenny Andrade


E aí, pessoal, tudo certo?

Bom, hoje sou eu mesmo, o Wesley, que estou por aqui - é, eu também escrevia no Freakpedia quando ainda era blog - e gostaria de apresentar para quem ainda não conhece (acho difícil) a linda e simpaticíssima Jhenny Andrade, a atual octagon girl brasileira que vem cativando e conquistando os fãs do UFC não só por aqui, mas no mundo todo. 

Sim, no mundo todo mesmo. Não é exagero. Tanto que ela foi indicada ao "Oscar" no MMA Awards, que elege os melhores do UFC. Ela concorre na categoria "Melhor Ring Girl" e está competindo de igual para igual com outras belezinhas como Arianny Celeste e Carly Backer. 

Eu acompanho o trabalho da Jhenny desde muito antes do UFC, quando ela ainda era a "Namorada Perfeita" da Revista VIP e atiçava a imaginação de homens Brasil afora com a fantasia da mulher perfeita, aquela que sabe fazer de tudo (trocar pneu, cozinhar, consertar) e ainda ser sexy no ponto certo, a mulher "gostosa" sem ser vulgar. Bom, ser sexy no ponto certo parece ser a definição perfeita para ela.

Mas antes da revista ela já dava sinais de que iria muito longe. Ainda criança chegou a apresentar um programa infantil em Ribeirão Preto, sua cidade natal, além de participar de desfiles e campanhas como modelo. Aos 18 anos se mudou para São Paulo para investir de vez na carreira, quando foi contratada pela Revista VIP. De lá pra cá ela participou de outros programas e campanhas como modelo, carreira que ela ainda segue, sempre preservando a simpatia e a delicadeza que eram sua marca desde o início. 

Jhenny como a "Namorada Perfeita" da Revista VIP

Claro que vou usar a coluna de hoje pra pedir seu voto para ela. Ela merece porque ela luta e se esforça pra ser muito mais do que um rosto bonito no UFC. Ela é uma moça guerreira, que luta pelo que quer e que está colhendo agora os frutos de um longo trabalho e uma dedicação incrível. 

Pra votar é só clicar aqui pra fazer o cadastro no site do concurso, com um login e senha. Depois clique na foto dela e pronto! Votação concluída! Se quiser avisar aqui que votou nela melhor ainda! 

Conto com o apoio de vcs pra nossa Ring Girl! Corre lá!

Vê aí se ela merece ou não ganhar o Oscar do UFC:
















***



Wesley Talaveira é publicitário e escritor. Escreve no Blog Novas Ideias e no Blog do Talaveira. Já escreveu no Insoonia MTV e prepara um livro de contos, que deve ser publicado em 2015.

Instagram.com/wesleytalaveira
Twitter.com/wesleytalaveira

Até 2015!


A todos que acompanharam o blog, divulgaram, leram, comentaram, muito obrigado pelo apoio. Graças a vocês esse ano conquistamos o Top Blog 2014. Essa conquista é de vocês.

E vem com a gente que 2015 tá cheio de novidades por aqui!

#Vem2015

#Opinião A Rainha sem reino


Dona Maria das Graças é uma senhora de 51 anos, gaúcha de boa aparência, que teve uma juventude bastante ativa. Trabalhou bastante, fincou bases num público alvo bem específico, foi muito querida pelo seu público e bem sucedida profissionalmente. Construiu sua empresa, que virou um pequeno império em seu ramo de atuação. Dona Maria das Graças podia se considerar uma mulher bem sucedida. Assim como qualquer mulher jovem na sua época, quis ser mãe e realizou seu sonho, mas isso não a impediu de continuar trabalhando, assim como muitas mulheres Brasil afora. Agora, além de bem sucedida profissionalmente, era realizada em sua vida pessoal. Porém, como em qualquer área, sua profissão tornou-se obsoleta. Seu público alvo mudou e passou a preferir outras coisas além do que ela tinha a oferecer. Apesar do sucesso, ela não tinha nada mais a oferecer além daquilo que já fazia, e ela se viu sem trabalho. Tentou algo diferente, mas aprendeu a fazer apenas uma coisa na vida, o que a limitou em sua carreira. Hoje essa senhora se encontra em uma crise pessoal, por ver que seu trabalho de anos ao qual dedicou tempo e amor se tornou completamente arcaico e viu que não sabe fazer outra coisa além daquilo. Hoje corre o risco de perder o emprego que ainda conserva, além da possibilidade de ir para uma outra empresa infinitamente menor, em recursos e relevância. Dona Maria das Graças enfrenta hoje um dilema para o qual não sabe qual decisão tomar. 

Essa poderia ser a história de qualquer mulher de meia idade no Brasil. Só faltou acrescentar o último sobrenome da nossa personagem: Maria das Graças MENEGHEL. Sim, essa é a situação atual da outrora "Rainha dos Baixinhos". 

Xuxa foi sim a maior apresentadora infantil do Brasil. E não seria exagero dizer que ela foi a mulher que mais influenciou uma geração desse país. Quem com menos de 30 anos nunca assistiu um programa da Xuxa? Quem nunca viu um dos filmes dela? Mesmo que ela não tenha sido a mais simpática das apresentadoras infantis (Ahan, Cláudia! Senta lá!) ela foi a mais importante e a mais presente nas casas de várias famílias em todo o país.Seu nome tem força de marketing. Vendeu milhares de produtos, gravou discos, criou sua gravadora e tornou-se a Rainha de um pequeno império empresarial, além do já famoso reinado sobre as crianças na TV, a "Rainha dos Baixinhos", título dado a ela por uma emissora que vive de dar títulos de nobreza a seus artistas. 

Mas os súditos do reinado de Xuxa cresceram. As crianças que se sentavam a manhã inteira para a ver na TV passaram a trabalhar, a sair com amigos e namorar. As novas gerações que vieram parece que não se interessaram tanto pelo império da Rainha como os súditos anteriores. Seu Reino foi dividido em pequenas repúblicas, governadas pela internet e pelo video-game, além de outros pequenos impérios dominados pela TV a cabo. O reinado da poderosa estava ameaçado. E ela não estava preparada para isso. 

Vale lembrar que a Xuxa não foi a única a reinar no planeta infantil. Esse universo teve um reinado paralelo, de  uma outra Rainha chamada Eliana, menor - em estatura e poder - mas não menos relevante. Todas a manhãs a rainha menor concorria diretamente com a Senhora do Universo Infantil, com êxito igual. E essa rainha também sofreu da mesma dificuldade da Soberana: seu público cresceu e a abandonou. O que a Rainha Eliana fez? Levantou-se do trono e foi atrás de seus ex-súditos. Viu o que eles estavam fazendo, estudou-os e os seguiu. Hoje ela continua reinando sozinha nas tardes de domingo da TV aberta, agora para os adultos, praticamente os mesmos que aprenderam com ela os nomes dos dedos na infância. 

Ao contrário de sua concorrente, Xuxa continuou sentada no Trono, esperando que novos súditos viessem. Mas eles não vieram. Ela não saiu do trono. Perdeu súditos, espaço na TV e influência. Seu reinado veio abaixo. Seu trono foi retirado. e agora corre o risco de perder seu território cativo na Globo, e ter de se sujeitar a um espacinho na Record, o porão para onde vão os inúteis globais.

Xuxa não soube se reinventar. Achou que seria sempre Rainha de alguma coisa. Ela não aprendeu uma das mais preciosas lições da TV: o público muda e o conteúdo precisa mudar. O que fez sucesso há anos não necessariamente vai fazer sucesso agora - tá, o SBT é uma exceção. Só aprendeu a se comunicar com crianças dos anos 80. As crianças dos anos 80 agora fazem outras crianças. E ela estacionou. Por isso perdeu espaço na TV. 

Xuxa hoje é apenas uma rainha sem reino, que vive atrás de alguém que a queira seguir.


#Opinião O ano de Bruna Marquezine


2014 definitivamente foi o ano dela. O ano em que assistimos uma doce criança se transformar na mulher mais sexy do mundo. O ano em que a pequena e chorosa Salete  ficou nua na TV e surpreendeu ao engatar um romance com o jogador mais falado do Brasil, e um dos mais acompanhados do mundo, o que a tornou quase uma "primeira-dama" do esporte. Nesse mesmo ano ela decidiu descer do pedestal do esporte e terminou o namoro. E voltou, E terminou de novo. Instável como qualquer menina de 19 anos. 

É isso que encanta em Bruna Reis Maia, a Bruna Marquezine. Ela é autêntica como qualquer garota de sua idade. Fala sem pensar, quer se expor, gosta da beleza. A diferença é que toda essa humanidade e pós-adolescência é acompanhada por um país inteiro ávido de espetáculos e uma mídia que precisa de fatos para vender ao público. Com isso todos os passos da garota foram acompanhados. A vimos crescer na TV. Ela ficou nua diante de um tiozão que disse estar "suado" de tão constrangido. foi eleita por marmanjos de todo o Brasil como a "mulher mais sexy do mundo". Claro, um título muito pretensioso quando lembramos que apenas brasileiros votam nesse concurso, mas ela reagiu com naturalidade: sou sexy como qualquer menina de 19 anos". Sim, realmente toda menina de 19 anos e sexy, mesmo não tendo todo o dinheiro e a glamurização dela. Mas ela é diferente porque ela reage à essa sensualidade com indiferença. Nem liga se a chamam de gostosa. E ela é. Só quer aproveitar o bom momento. 

Se continuar assim, ainda teremos muito o que acompanhar dessa garota. Não porque ela produza fatos para estar em evidência na mídia, mas exatamente porque ela não faz nada para chamar a atenção. Não convoca paparazzis para fingir que "foi clicada em shopping". Ela é natural. E isso a faz sexy. Não sei se a mais do mundo (fica dificil concorrer com Kate Upton e outras), mas uma garota incrivelmente linda, daquelas que todo homem gostaria de ter. 

Outras garotas poderiam aprender com ela. Não o sotaque carioca carregado nem as roupas minúsculas que ela usa nas novelas (se quiserem usar fiquem à vontade, a opção é de vocês). Aprendam com ela como ser natural. Como trazer à atenção de todos fazendo exatamente o oposto disso. Como não se importar com a opinião dos outros. Como ser você mesma e ponto. 

Bruna Marquezine, 2014 foi seu ano! 

Jair, cala a boca!


Nunca fui de entrar na pilha dessas discussões em torno do Jair Bolsonaro, deputado federal pelo PP-RJ. Sempre o achei apenas um político fraco e inseguro quanto a própria personalidade, que precisa esbravejar pra ter certeza se realmente acredita no que diz. E sempre pensei que todo o barulho criado em torno dele era exatamente o que ele queria desde sempre. Não é à toa que foi reeleito como o deputado federal mais votado do Rio. Ao fazerem dele conhecido, ele conseguiu alcançar mais pessoas que pensam como ele mas sequer sabiam que ele existia. 

Também nunca me interessei pelos debates em torno dele até porque sei da dificuldade que a esquerda brasileira tem em lidar com opiniões contrárias. Qualquer um que pense diferente deve “calar a boca” ou ser “extirpado”, como disse nosso ainda bem ex-presidente Lulla. E para mim, independentemente de ter opiniões absurdas e viver de criar tumulto em cima da homossexualidade, Bolsonaro precisava do seu direito de dizer o que pensa. É ainda melhor sabermos o que pessoas como ele pensam do que nos enganarmos com hipócritas que dizem apoiar o que não apoiam e acreditar no que não acreditam. 

Mas sinceramente, tá ficando difícil não se manifestar sobre o Bolsonaro. A cada dia ele parece testar mais os limites entre sua opinião própria e o respeito pelo outro. A situação da vez foi o tal discurso em que disse à deputada Maria do Rosário, do PT-RS, que “só não a estupraria” porque ela “não merece”. Algo como se ela fosse tão feia que nem para estupro a iriam querer, uma piada de muito mau gosto à lá Danilo Gentili. 

Tá, eu sei, no contexto da discussão ele foi chamado de estuprador pela deputada, que já é habituada a discursos inflamados e falas levianas. Mas nada, exatamente nada dá motivos para ele usar uma expressão baixa e machista como essa. Sim, machista, porque ao insinuar que ela não seria estuprada por ser feia ele diz que o estupro pode ser explicado quando a mulher é bonita. Isso, em meio a discussões acaloradas sobre o machismo no Brasil, não pega nada bem, deputado. 

Agora o novo barulho é sobre a cassação do mandato do Bolsonaro. E olha, se fosse pra cassar todo mundo que faz bobagem ali dentro talvez não sobrariam 100 dos 524 parlamentares. Mas não dá pra ser conivente com um pensamento retrógrado como o dele. Bolsonaro, fica difícil sequer tentar entender sua cabeça, quanto mais te defender. 

Cala a boca, por favor!

Freakpedia #10 7 motivos para você querer ser Joaquim Lopes


Fala, galera, td certo por aí? Freakpedia tá na área, gente! Hoje sou eu, Diego Sepúlveda, que estou por aqui! Um minuto de silêncio pelo sobrenome ridículo... Pronto! rs Mais uma vez tenho que agradecer o chefe Talaveira pelo espaço que ele nos dá no Blog Novas Ideias. É uma honra estar aqui. 

Depois de puxar o saco e garantir a renovação do espaço pra 2015, vamos falar de um cara super maneiro, gente boa, chamado... Joaquim Lopes. É, assim pelo nome fica difícil lembrar, né? Ele já disse numa entrevista uma vez que se incomoda por não saberem o nome dele, mas é assim mesmo. De boa, você vai ver que o cara é tão bem sucedido na vida que você vai ter motivos pra sentir até aquela certa inveja. Bom, na verdade são sete motivos pra você querer ser alguém como ele, ou até para querer tomar o lugar dele, mesmo. Eu ia querer, sério! 

1. Ele foi casado com a Taís Ferçoza: sim, eu também queria ter sido. 

2. Ele é casado com a Paola Oliveira: ah, a Paola Oliveira! 

A linda, charmosa, talentosíssima Paola Oliveira, e seu marido. Assim, nesse grau de importância! Ah, é esse o Joaquim Lopes. 


3. Ele é um ator bem sucedido na TV e no teatro: antes de entrar pra TV, ainda nos tempos em que o SBT fazia novelas, o cara já tinha uma carreira promissora no teatro, inclusive no teatro russo, que exige uma dedicação enorme! 

4. Ele sabe cozinhar: sim, marmanjos de todo o Brasil, se tem uma coisa hoje em dia que as mulheres valorizam muito é homem que sabe cozinhar. Mas cozinhar sem viadagem, sendo homem, mesmo! E o cara não é do tipo que se acha o máximo por saber fazer ovo mexido, não. É formado em gastronomia e tudo, e disse que se não tivesse seguido a carreira de ator teria sido chef e aberto seu próprio restaurante. Bom, não é à toa que... 

5. ...ele é casado com a Paola Oliveira: eu já disse isso, né? 

6. Ele é um dos personagens principais de Império, a atual novela das 9 da Globo: na novela ele interpreta um grande empresário que tem sérios problemas consigo mesmo, desses mimados que acham que o mundo deve girar em torno do umbigo. Ah, e até em novela ele está sempre bem acompanhado. A ex-noiva com quem ele quase casou na novela é a lindinha da Andreia Aorta. 

7. Pra encerrar: ele é casado com a Paola Oliveira: sim, isso merece ser repetido várias e várias vezes!

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