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Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

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Quem disse que só tem um jeito?

Avril Lavigne

Avril Ramona Lavigne Whibley nasceu em 27 de setembro de 1984, em Ontario, Canadá, em uma família católica. Filha de John Lavigne e Jully Lavigne, desde cedo a pequena Avril já mostrava vocação para a música: cantava em corais da igreja e fez um teste para música contry um puco mais tarde. era chamda por sua mãe de Little Single Bird. Na adolescência, seus pais concordaram em mandar Avril para a Grande Nova York, onde ela aperfeiçoaria sua capacidade para o canto. Foi lá que gravou sua primeira fita demo e agradou ao empresário Antonio Reid, que fechou com ela um contrato. Estava dado o primeiro passo para Let Go, seu primeiro CD, lançado em 2002. Daí para o mundo foi um pulo. A adolescente magrelinha ganhou o coração de milhares de jovens ao redor do planeta com músicas como I With You e Complicated. Em 2004 lança seu segundo CD, Under My Skin, com músicas um pouco mais amadurecidas. Em 2007 lança seu terceiro CD, Girlfriend, um pouco diferente de seu estilo inicial, mais dançante e amadurecido, tanto porque agora Avril já não é mais a adolescente rebelde de Sk8ter Boy.

O que marca na carreira de Avril é sua naturalidade para a música. Avril escreve o que sente e (embora alguns discordem) não se dobra às tendências do mercado.

Avril agora se mostra uma pessoa bastante amadurecida, disposta a deixar de lado a imagem de "menininha rebelde", pois como ela mesma disse, "eu cresci". Já não usa as roupas largas de antes e mostra mais preocupação com seu visual. Prova disso foi o ensaio que fez para uma revista americana, coisa que nunca pensaria em fazer na adolescencia.

Avril Lavigne é uma cantora que o mundo viu crescer. E junto com esse crescimento veio também o crescimento da carreira. Avril tem fãs no mundo todo (inclusive seu maior público foi em São Paulo, onde reuniu 40 mil de pessoas, em 2005).

Avril é diferente das demais cantoras pop, como Kelly Clarkson e Britney Spears, ou Beyoncé. Avril, apesar de parecer ser tão "enjoadinha" é uma pessoa agradável, ligada à familia, aos pais, nunca passou um natal fora de casa.


Segue entrevista feita com Avril Lavigne:

Associated Press - Já faz um tempo que você lançou seu último disco. Por que a pausa?
Avril Lavigne - Eu queria apenas dar um tempo e viver minha vida. Trabalhei em alguns filmes, casei, e só então voltei ao estúdio e porque eu mesma escrevo minhas músicas, leva muito mais tempo para trabalhar no meu disco. Tomei meu tempo com o álbum. Não queria apressá-lo, queria ter certeza de que era mesmo bom… Quero ter certeza que tenho tempo para mim mesma, para me divertir, para curtir a vida, porque até agora trabalhei muito na minha vida.


AP - Estar casada transformou você?
Avril - Não sinto que o casamento tenha de fato me mudado tanto; apenas pessoalmente, na minha vida pessoal, estou muito feliz.


AP - Seu novo disco é bastante otimista… isso reflete seu humor?
Avril - Bem, muito da inspiração desse disco veio da turnê, e de eu perceber que músicas gosto mais de tocar ao vivo… Tive a idéia desse disco, minha visão era fazer um disco divertido, que fosse do começo ao fim forte, enérgico, pop e marcante, mas ainda um disco de rock, então foi o que fiz. Então fui para o estúdio e me diverti muito, e as músicas são muito parecidas comigo, e é engraçado, é como um CD de festa… como um CD de verão, é o que parece para mim.


AP - Seu marido trabalhou com você em duas canções – vocês sempre planejaram trabalhar juntos?
Avril - Não, não planejei trabalhar com Deryck. Eu tinha escrito duas músicas com meu amigo Evan e elas tem uma certa veia de pop-rock e achei que ele seria perfeito para isso. Ele foi produtor desse disco, então ele já estava no estúdio. Fico feliz que ele tenha se tornado parte disso. Temos estilos muito parecidos e gostamos de muita música em comum, e ele é muito bom.


AP - Você começou a atuar – é algo que sempre quis fazer?
Avril - Comecei a atuar praticamente quando era criança. Sempre estive nas peças de teatro da escola, cantando e atuando, então consegui um acordo para gravar. A coisa de cantar deu certo. Eu queria apenas tentar outra vez e ser criativa de todas as formas que posso. Espero conseguir um bom filme e trabalhar num bom projeto. Acredito em mim mesma e sei que posso, então é algo que quero fazer. É apenas uma questão agora de eu achar o projeto certo, algo que de fato me toque em vez de simplesmente me atirar em qualquer coisa. Faço questão de ser seletiva e cuidadosa com o que eu faço. Tenho de ter um cuidado extra porque sei que vou ser julgada pra valer.


AP - Você tem feito aparições com modelos de alta-costura – uma grande mudança do seu visual de moleque. Qual é o seu envolvimento com a moda?

Avril - Conforme fui ficando mais velha, passei a gostar mais de moda e de experimentar mais. Agora estou na idade de usar vestidos. Antes eu não queria. Gosto de me vestir casualmente, mas adoro roupas, sapatos, tudo. Fiz algumas exibições de moda no "Harper's Bazaar," "W”, e tudo aquilo simplesmente para experimentar, mas eu de fato não me visto daquele jeito. Vez ou outra coloco um vestido mas somente se vou a uma estréia ou algo do tipo.


AP - As pessoas tem uma imagem de você como muito espirituosa, o tipo de garota que fala as coisas na cara. Você se tornou mais dócil?
Avril - Mudei muito, eu cresci, estou mais consciente. Mas continuo a mesma garota. Sou só uma versão mais velha. Sempre fui honesta e sempre fui completamente eu mesma. Falando abertamente. Não sou uma puxa-sacos. Sou verdadeira para comigo mesma e acho que isso é o que boa parte dos fãs gostam em mim.


AP - Você disse que pretende começar uma linha de roupas – tantas outras estrelas já tem uma. Por que você decidiu ter uma agora?
Lavigne - Nesse momento eu adoro roupas e sinto que tenho várias idéias legais. É uma coisa em que dá pra usar a criatividade. Seria totalmente uma daquelas coisas em que eu entraria com todas as idéias. Seria da forma como eu me visto… A única coisa é que eu adoro preto, adoro o estilo Dickies, tênis All-Star de cano longo, uso salto alto de vez em quando, e gosto qualquer coisa que tenha uma caveira… gosto de usar qualquer coisa que tenha um ar de rock n’ roll.

Avril Lavigne

Avril Ramona Lavigne Whibley nasceu em 27 de setembro de 1984, em Ontario, Canadá, em uma família católica. Filha de John Lavigne e Jully Lavigne, desde cedo a pequena Avril já mostrava vocação para a música: cantava em corais da igreja e fez um teste para música contry um puco mais tarde. era chamda por sua mãe de Little Single Bird. Na adolescência, seus pais concordaram em mandar Avril para a Grande Nova York, onde ela aperfeiçoaria sua capacidade para o canto. Foi lá que gravou sua primeira fita demo e agradou ao empresário Antonio Reid, que fechou com ela um contrato. Estava dado o primeiro passo para Let Go, seu primeiro CD, lançado em 2002. Daí para o mundo foi um pulo. A adolescente magrelinha ganhou o coração de milhares de jovens ao redor do planeta com músicas como I With You e Complicated. Em 2004 lança seu segundo CD, Under My Skin, com músicas um pouco mais amadurecidas. Em 2007 lança seu terceiro CD, Girlfriend, um pouco diferente de seu estilo inicial, mais dançante e amadurecido, tanto porque agora Avril já não é mais a adolescente rebelde de Sk8ter Boy.

O que marca na carreira de Avril é sua naturalidade para a música. Avril escreve o que sente e (embora alguns discordem) não se dobra às tendências do mercado.

Avril agora se mostra uma pessoa bastante amadurecida, disposta a deixar de lado a imagem de "menininha rebelde", pois como ela mesma disse, "eu cresci". Já não usa as roupas largas de antes e mostra mais preocupação com seu visual. Prova disso foi o ensaio que fez para uma revista americana, coisa que nunca pensaria em fazer na adolescencia.

Avril Lavigne é uma cantora que o mundo viu crescer. E junto com esse crescimento veio também o crescimento da carreira. Avril tem fãs no mundo todo (inclusive seu maior público foi em São Paulo, onde reuniu 40 mil de pessoas, em 2005).

Avril é diferente das demais cantoras pop, como Kelly Clarkson e Britney Spears, ou Beyoncé. Avril, apesar de parecer ser tão "enjoadinha" é uma pessoa agradável, ligada à familia, aos pais, nunca passou um natal fora de casa.


Segue entrevista feita com Avril Lavigne:

Associated Press - Já faz um tempo que você lançou seu último disco. Por que a pausa?
Avril Lavigne - Eu queria apenas dar um tempo e viver minha vida. Trabalhei em alguns filmes, casei, e só então voltei ao estúdio e porque eu mesma escrevo minhas músicas, leva muito mais tempo para trabalhar no meu disco. Tomei meu tempo com o álbum. Não queria apressá-lo, queria ter certeza de que era mesmo bom… Quero ter certeza que tenho tempo para mim mesma, para me divertir, para curtir a vida, porque até agora trabalhei muito na minha vida.


AP - Estar casada transformou você?
Avril - Não sinto que o casamento tenha de fato me mudado tanto; apenas pessoalmente, na minha vida pessoal, estou muito feliz.


AP - Seu novo disco é bastante otimista… isso reflete seu humor?
Avril - Bem, muito da inspiração desse disco veio da turnê, e de eu perceber que músicas gosto mais de tocar ao vivo… Tive a idéia desse disco, minha visão era fazer um disco divertido, que fosse do começo ao fim forte, enérgico, pop e marcante, mas ainda um disco de rock, então foi o que fiz. Então fui para o estúdio e me diverti muito, e as músicas são muito parecidas comigo, e é engraçado, é como um CD de festa… como um CD de verão, é o que parece para mim.


AP - Seu marido trabalhou com você em duas canções – vocês sempre planejaram trabalhar juntos?
Avril - Não, não planejei trabalhar com Deryck. Eu tinha escrito duas músicas com meu amigo Evan e elas tem uma certa veia de pop-rock e achei que ele seria perfeito para isso. Ele foi produtor desse disco, então ele já estava no estúdio. Fico feliz que ele tenha se tornado parte disso. Temos estilos muito parecidos e gostamos de muita música em comum, e ele é muito bom.


AP - Você começou a atuar – é algo que sempre quis fazer?
Avril - Comecei a atuar praticamente quando era criança. Sempre estive nas peças de teatro da escola, cantando e atuando, então consegui um acordo para gravar. A coisa de cantar deu certo. Eu queria apenas tentar outra vez e ser criativa de todas as formas que posso. Espero conseguir um bom filme e trabalhar num bom projeto. Acredito em mim mesma e sei que posso, então é algo que quero fazer. É apenas uma questão agora de eu achar o projeto certo, algo que de fato me toque em vez de simplesmente me atirar em qualquer coisa. Faço questão de ser seletiva e cuidadosa com o que eu faço. Tenho de ter um cuidado extra porque sei que vou ser julgada pra valer.


AP - Você tem feito aparições com modelos de alta-costura – uma grande mudança do seu visual de moleque. Qual é o seu envolvimento com a moda?

Avril - Conforme fui ficando mais velha, passei a gostar mais de moda e de experimentar mais. Agora estou na idade de usar vestidos. Antes eu não queria. Gosto de me vestir casualmente, mas adoro roupas, sapatos, tudo. Fiz algumas exibições de moda no "Harper's Bazaar," "W”, e tudo aquilo simplesmente para experimentar, mas eu de fato não me visto daquele jeito. Vez ou outra coloco um vestido mas somente se vou a uma estréia ou algo do tipo.


AP - As pessoas tem uma imagem de você como muito espirituosa, o tipo de garota que fala as coisas na cara. Você se tornou mais dócil?
Avril - Mudei muito, eu cresci, estou mais consciente. Mas continuo a mesma garota. Sou só uma versão mais velha. Sempre fui honesta e sempre fui completamente eu mesma. Falando abertamente. Não sou uma puxa-sacos. Sou verdadeira para comigo mesma e acho que isso é o que boa parte dos fãs gostam em mim.


AP - Você disse que pretende começar uma linha de roupas – tantas outras estrelas já tem uma. Por que você decidiu ter uma agora?
Lavigne - Nesse momento eu adoro roupas e sinto que tenho várias idéias legais. É uma coisa em que dá pra usar a criatividade. Seria totalmente uma daquelas coisas em que eu entraria com todas as idéias. Seria da forma como eu me visto… A única coisa é que eu adoro preto, adoro o estilo Dickies, tênis All-Star de cano longo, uso salto alto de vez em quando, e gosto qualquer coisa que tenha uma caveira… gosto de usar qualquer coisa que tenha um ar de rock n’ roll.

O que Paris Hilton e Roberto Justus tem em comum?

Os dos são odiados pelos brasileiros. A cor do cabelo, o dinheiro que tem, o sucesso que conquistaram, tudo que os envolve é motivo para que os brasileiros os odeiem e os vejam como "almofadinhas", ou como diriam os petistas, a "elite".


Só o que não me entra na cabeça é o motivo que leva os brasileiros a odiarem tanto pessoas que estão totalmente fora da realidade de muitos, que nunca fizeram mal a ninguém: Roberto Justus já bateu em seu pai? Paris Hilton já roubou seu marido (bem que muitos maridos queriam ser roubados por ela...)?


Isso aprece ser movido pela inveja que cerca o coração dos brasileiros, que, ao invés de buscar sucesso próprio, passam a vida a criticar o sucesso alheio.


Roberto Justus, publicitário bem sucedido, tem hoje um império de comuniações, com sua empresa Yang Propaganda e seu programa de TV "O Aprendiz". Paris Hilton trabalhou menos; teve a sorte de nascer herdeira do dono dos Hotéis Hilton, e hoje é uma socialite americana conhecida no mundo inteiro.


Roberto Justus é enjoado? Ele leva secador para todos os lugares para arrumar o cabelo de qualquer vento? Ele mantém todos seus sapatos com espumas em formato de pé para que não percam a forma? Ele anda enpinado e é de poucos amigos? E DAÍ? Ele é apenas um empresário bem sucedido, e como tal, mantém seus luxos. Como sou da área da propaganda, conheço diversas pessoas que já trabalharam co Justus e todos são unânimes em falar: ele é um profissional responsável, e leva a serio cada cliente que conquista. Haja vista ter hoje a conta das Caas Bahia!




Paris Hilton já foi fotografada sem calcinha? Já namorou vários homens? E DAÍ? Muitas artistas brasileiras já fizeram pior que Paris Hilton (não se esqueçam do "videozinho" da Cicarelli nem da dona Monica Veloso...) nem por isso são odiadas. Esse ódio dos brasileiros com Paris Hilton parece ser movido mais pelo fato de ela ser rica e bonita (sim, ela é bonita sim...) do que por agumas coisas que ela já fez, nada diferente de outras. No entanto, vejo diversas mulheres tentando fazer algo para que fiquem igual ela.


Que tal parar de olhar a vida alheia e começar a buscra o próprio sucesso?

O que Paris Hilton e Roberto Justus tem em comum?

Os dos são odiados pelos brasileiros. A cor do cabelo, o dinheiro que tem, o sucesso que conquistaram, tudo que os envolve é motivo para que os brasileiros os odeiem e os vejam como "almofadinhas", ou como diriam os petistas, a "elite".


Só o que não me entra na cabeça é o motivo que leva os brasileiros a odiarem tanto pessoas que estão totalmente fora da realidade de muitos, que nunca fizeram mal a ninguém: Roberto Justus já bateu em seu pai? Paris Hilton já roubou seu marido (bem que muitos maridos queriam ser roubados por ela...)?


Isso aprece ser movido pela inveja que cerca o coração dos brasileiros, que, ao invés de buscar sucesso próprio, passam a vida a criticar o sucesso alheio.


Roberto Justus, publicitário bem sucedido, tem hoje um império de comuniações, com sua empresa Yang Propaganda e seu programa de TV "O Aprendiz". Paris Hilton trabalhou menos; teve a sorte de nascer herdeira do dono dos Hotéis Hilton, e hoje é uma socialite americana conhecida no mundo inteiro.


Roberto Justus é enjoado? Ele leva secador para todos os lugares para arrumar o cabelo de qualquer vento? Ele mantém todos seus sapatos com espumas em formato de pé para que não percam a forma? Ele anda enpinado e é de poucos amigos? E DAÍ? Ele é apenas um empresário bem sucedido, e como tal, mantém seus luxos. Como sou da área da propaganda, conheço diversas pessoas que já trabalharam co Justus e todos são unânimes em falar: ele é um profissional responsável, e leva a serio cada cliente que conquista. Haja vista ter hoje a conta das Caas Bahia!



Paris Hilton já foi fotografada sem calcinha? Já namorou vários homens? E DAÍ? Muitas artistas brasileiras já fizeram pior que Paris Hilton (não se esqueçam do "videozinho" da Cicarelli nem da dona Monica Veloso...) nem por isso são odiadas. Esse ódio dos brasileiros com Paris Hilton parece ser movido mais pelo fato de ela ser rica e bonita (sim, ela é bonita sim...) do que por agumas coisas que ela já fez, nada diferente de outras. No entanto, vejo diversas mulheres tentando fazer algo para que fiquem igual ela.


Que tal parar de olhar a vida alheia e começar a buscra o próprio sucesso?

Roberto Justus quer comprar o SBT




Não sei se é fato ou fofoca, mas li que Roberto Justus esteve visitando o CDT da Anhanguera esees dias. Aliás, visitando não, foi falar com ninguém menos que Silvio Santos. O diálogo:




RJ: Silvio, vou direto ao assunto, quero comprar o SBT.


SS: Como?


RJ: isso mesmo. Peça o valor que achar que vale, pois estou disposto a pagar.


SS: Bom, U$ 2 milhoes.


RJ: Nossa, peraí, vamos conversar.




Dizem que se trata de um grupo de investidores estrangeiros, liderados por Roberto Justus, que tem interesse em investir em comunicações no Brasil.


Será?!

Roberto Justus quer comprar o SBT




Não sei se é fato ou fofoca, mas li que Roberto Justus esteve visitando o CDT da Anhanguera esees dias. Aliás, visitando não, foi falar com ninguém menos que Silvio Santos. O diálogo:




RJ: Silvio, vou direto ao assunto, quero comprar o SBT.


SS: Como?


RJ: isso mesmo. Peça o valor que achar que vale, pois estou disposto a pagar.


SS: Bom, U$ 2 milhoes.


RJ: Nossa, peraí, vamos conversar.




Dizem que se trata de um grupo de investidores estrangeiros, liderados por Roberto Justus, que tem interesse em investir em comunicações no Brasil.


Será?!

O Homem do Baú deu um jeito



Eu não duvido da capacidade do homem do Baú. Há quem o chame de acomodado ou fale que não se preocupra com a concorrência, mas eu penso diferente. O sr. Abravanel é muito mais vivo do que imaginam, e não tem nada de acomodado, haja vista a fortuna que construiu apartir da venda de capinhas para Título de Eleitor que vendia na década de 40, em plena época de liberbdade eleitoral que os brasileiros haviam conquistado.

O SBT, com a direção popular que tem, sempre manteve a vice-liderança consolidada desde sua criação, em 1982, principalmente pelso Programas Silvio Santos, transmitidos nas noites de domingo, e pela figura de Gugu Liberato. Mas, nos ultimos 2 anos, viu sua vice liderança ameaçada pela chegada da Rede Record, que tinha a vantagem de usar o dinheiro do dízimo da Igreja Universal para investir em programas de qualidade. A Record, fazendo uma cópia ipsis literis da Globo, ameaçava a audiência do SBT. Muita gente ficou abalada e alguns pensavam ser o fim do SBT, mas o homem do Baú não mostrou a mínima preocupação. Em setembro de 2007, pela primeira vez o SBT teve de dividir a vice-liderança com a Record, terceirista que já se anunciava vice-líder.
Silvio Santos sabia que tentar o horário nobre seria difícil, pois competir com uma emissora que tem uma fonte quase "inesgotável" de dinheiro (IURD) é dificil, mas viu que a concorrente tinha um ponto fraco: a programação da madrugada é totalmente vendida à Igreja Universal, e a Record não mostra o mínino interesse em mudar esse quadro. SS sabia que, se tiver a vice-liderança isolada na madrugada, reconquista facilmente a vice-liderança total em números do Ibope. Foi o que fez. Trouxe à tela o programa "Fantasia", agora na apresentação de Helen Ganzarolli e investiu pesado para obter bons números de audiência. Conseguiu. Fantasia tem rendido 3 a 4 pontos no Ibope, contra 1 e 0,9 da Record, retornando a vice-liderança absoluta.
Bobo é quem acha que ele é bobo!

O Homem do Baú deu um jeito



Eu não duvido da capacidade do homem do Baú. Há quem o chame de acomodado ou fale que não se preocupra com a concorrência, mas eu penso diferente. O sr. Abravanel é muito mais vivo do que imaginam, e não tem nada de acomodado, haja vista a fortuna que construiu apartir da venda de capinhas para Título de Eleitor que vendia na década de 40, em plena época de liberbdade eleitoral que os brasileiros haviam conquistado.

O SBT, com a direção popular que tem, sempre manteve a vice-liderança consolidada desde sua criação, em 1982, principalmente pelso Programas Silvio Santos, transmitidos nas noites de domingo, e pela figura de Gugu Liberato. Mas, nos ultimos 2 anos, viu sua vice liderança ameaçada pela chegada da Rede Record, que tinha a vantagem de usar o dinheiro do dízimo da Igreja Universal para investir em programas de qualidade. A Record, fazendo uma cópia ipsis literis da Globo, ameaçava a audiência do SBT. Muita gente ficou abalada e alguns pensavam ser o fim do SBT, mas o homem do Baú não mostrou a mínima preocupação. Em setembro de 2007, pela primeira vez o SBT teve de dividir a vice-liderança com a Record, terceirista que já se anunciava vice-líder.
Silvio Santos sabia que tentar o horário nobre seria difícil, pois competir com uma emissora que tem uma fonte quase "inesgotável" de dinheiro (IURD) é dificil, mas viu que a concorrente tinha um ponto fraco: a programação da madrugada é totalmente vendida à Igreja Universal, e a Record não mostra o mínino interesse em mudar esse quadro. SS sabia que, se tiver a vice-liderança isolada na madrugada, reconquista facilmente a vice-liderança total em números do Ibope. Foi o que fez. Trouxe à tela o programa "Fantasia", agora na apresentação de Helen Ganzarolli e investiu pesado para obter bons números de audiência. Conseguiu. Fantasia tem rendido 3 a 4 pontos no Ibope, contra 1 e 0,9 da Record, retornando a vice-liderança absoluta.
Bobo é quem acha que ele é bobo!

Um pouco de Mario Quintana...

No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas que o vento não conseguiu levar: um estribilho antigo, um carinho no momento preciso, o folhear de um livro, o cheiro que tinha um dia o próprio vento...

Mário Quintana.

Um pouco de Mario Quintana...

No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas que o vento não conseguiu levar: um estribilho antigo, um carinho no momento preciso, o folhear de um livro, o cheiro que tinha um dia o próprio vento...

Mário Quintana.

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