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Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

Por que as piadas com o DEM?

Há algum tempo, o presidente Lula, no seu desespero de ver prorogada a CPMF e enfurecido diante da irredutível posição do DEM de votar contra a prorrogação, fez uma piadinhade muito mal gosto, chamando os membros do DEM de "demos", fazendo uma grosseira alusão à sigla do partido. O fato mostrou um presidente desesperado pela prorrogação de uma contribuição nociva ao país e única no mundo.
Hoje, li no Blog do Josias, no UOL, novamente a mesma piadinha, onde os Democratas são chamados de "demos". Agora a pergunta: por que esas piadinhas são aceitas? Se as piadas fossem contra o PT, haveria uma mobilização enoooorme do próprio partido dizendo-se vítima de perseguição (o que eles sempre afirmam ser).
O DEM tem se mostrado o único partido que mantém-se firme em suas posições sem se deixar vender por ocasiões. Diferentemente do PSDB, que mantém suas posições até que algo que lhes convenha não aconteça. O PT, bom o PT nem precisa ser comentado. O PMDB é literalmente o partido "em cima do muro".
Quando o DEM quis entrar com representação contra o presidente Lula por causa da piadinha grosseira, ainda houve alguns que se colocaram contra, dizendo que o DEM gosta de "fazer barulho". Por que piadinhas contra os opositores do Lula são aceitas e até bem vindas?

Por que as piadas com o DEM?

Há algum tempo, o presidente Lula, no seu desespero de ver prorogada a CPMF e enfurecido diante da irredutível posição do DEM de votar contra a prorrogação, fez uma piadinhade muito mal gosto, chamando os membros do DEM de "demos", fazendo uma grosseira alusão à sigla do partido. O fato mostrou um presidente desesperado pela prorrogação de uma contribuição nociva ao país e única no mundo.
Hoje, li no Blog do Josias, no UOL, novamente a mesma piadinha, onde os Democratas são chamados de "demos". Agora a pergunta: por que esas piadinhas são aceitas? Se as piadas fossem contra o PT, haveria uma mobilização enoooorme do próprio partido dizendo-se vítima de perseguição (o que eles sempre afirmam ser).
O DEM tem se mostrado o único partido que mantém-se firme em suas posições sem se deixar vender por ocasiões. Diferentemente do PSDB, que mantém suas posições até que algo que lhes convenha não aconteça. O PT, bom o PT nem precisa ser comentado. O PMDB é literalmente o partido "em cima do muro".
Quando o DEM quis entrar com representação contra o presidente Lula por causa da piadinha grosseira, ainda houve alguns que se colocaram contra, dizendo que o DEM gosta de "fazer barulho". Por que piadinhas contra os opositores do Lula são aceitas e até bem vindas?

Se Quiser Experimentar Deus

Comecei a ler esse livro, de Anselm Grün, e já aprendi muita coisa sobre Deus, e também confirmei muita coisa que já sabia...
Muitas pessoas se decepcionam ao querer saber onde encontrar Deus. Vão à Igreja, dã oseu dízimo, participam de trabalhos, colaboram com a construção do templo, tudo com o intuito de encontrar Deus e poder agradá-lo. Mas o que se vê é cada vez mais e mais pessoas decepcionadas com a Igreja. E por que não falar nos decepcionados com Deus? Muitos procuram Deus em vários, lugares e, não encontrando-O, desistem.
Mas o que essas pessoas não sabem - ou não lhes foi falado - é que Deus não se procura. Eu não tenho de me preocupar em onde procurar Deus, mas sim em como o procurar. Vejamos o que diz o Evangelho:

"Nossos pais adoravam neste monte; vós porem, dizeis
que é em Jerusalem o lugar onde se deve adorar.
E disse-lhe Jesus: Mulher, podes crer-me que a hora vem, em
que nem neste monte, nemem Jerusalém adorareis o Pai.
(...)
Mas a hora vem e já chegou em que os verdadeiros adoradores
adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes
que o Pai procura para seus adoradores"
JO 4:21-23

A mulher samaritana se preocupava exatamente em onde encontrar Deus: no monte ou em Jerusalém? Mas Jesus deixa claro que o lugar onde encontrar Deus não interessa, exatamente porque esse lugar não existe. O que interessa é como devo procurar Deus: em verdade. Com sinceridade. Quando o busco assim, posso encontrá-lo no amanhecer, na paisagem intacta da natureza, na concepção de uma criança, nos acrodes de uma bela música, qualquer lugar posso encontrar Deus, desde que eu esteja em verdade. Com sinceridade. Desde que minha intenção não seja usar Deus como um amuleto que vai me livrar de qualquer problema, ou como um remédio que me curada dor. Ou pior ainda, barganhar com Deus a salvação através de doações em dinheiro. Quando procuro Deus apenas para tÊ-lo perto de mim, posso encontrá-lo nos lugares mais absurdos e impossíveis, exatamente prque Deus não se limita a nossa concepção do divino. Imaginamos um Deus que nos espera chegar a Igreja e orar para nos ouvir. Mas ele esta do nosso lado o tempo todo, porque temos o seu Espírito. Ele não sai do meu lado.
Os que se limitam a procurar Deus dentro de uma igreja correm o risco de se tornar presos da própria busca, e só sentirem Deus dentro da Igreja. Daí o fanatismo de alguns. Quando se tem essa consciência de que posso encontrar Deus em qualquer lugar, sente-se liberdade para falar com Ele dentro do coletivo, do metrô.
Que essa liberdade e consciência de saber como procurar Deus, ao invés de onde procurar, possa estar em todos nós, para que assim possamos ser um dos que "o Pai busca para seus adoradores"

Assim seja.

Se Quiser Experimentar Deus

Comecei a ler esse livro, de Anselm Grün, e já aprendi muita coisa sobre Deus, e também confirmei muita coisa que já sabia...
Muitas pessoas se decepcionam ao querer saber onde encontrar Deus. Vão à Igreja, dã oseu dízimo, participam de trabalhos, colaboram com a construção do templo, tudo com o intuito de encontrar Deus e poder agradá-lo. Mas o que se vê é cada vez mais e mais pessoas decepcionadas com a Igreja. E por que não falar nos decepcionados com Deus? Muitos procuram Deus em vários, lugares e, não encontrando-O, desistem.
Mas o que essas pessoas não sabem - ou não lhes foi falado - é que Deus não se procura. Eu não tenho de me preocupar em onde procurar Deus, mas sim em como o procurar. Vejamos o que diz o Evangelho:

"Nossos pais adoravam neste monte; vós porem, dizeis
que é em Jerusalem o lugar onde se deve adorar.
E disse-lhe Jesus: Mulher, podes crer-me que a hora vem, em
que nem neste monte, nemem Jerusalém adorareis o Pai.
(...)
Mas a hora vem e já chegou em que os verdadeiros adoradores
adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes
que o Pai procura para seus adoradores"
JO 4:21-23

A mulher samaritana se preocupava exatamente em onde encontrar Deus: no monte ou em Jerusalém? Mas Jesus deixa claro que o lugar onde encontrar Deus não interessa, exatamente porque esse lugar não existe. O que interessa é como devo procurar Deus: em verdade. Com sinceridade. Quando o busco assim, posso encontrá-lo no amanhecer, na paisagem intacta da natureza, na concepção de uma criança, nos acrodes de uma bela música, qualquer lugar posso encontrar Deus, desde que eu esteja em verdade. Com sinceridade. Desde que minha intenção não seja usar Deus como um amuleto que vai me livrar de qualquer problema, ou como um remédio que me curada dor. Ou pior ainda, barganhar com Deus a salvação através de doações em dinheiro. Quando procuro Deus apenas para tÊ-lo perto de mim, posso encontrá-lo nos lugares mais absurdos e impossíveis, exatamente prque Deus não se limita a nossa concepção do divino. Imaginamos um Deus que nos espera chegar a Igreja e orar para nos ouvir. Mas ele esta do nosso lado o tempo todo, porque temos o seu Espírito. Ele não sai do meu lado.
Os que se limitam a procurar Deus dentro de uma igreja correm o risco de se tornar presos da própria busca, e só sentirem Deus dentro da Igreja. Daí o fanatismo de alguns. Quando se tem essa consciência de que posso encontrar Deus em qualquer lugar, sente-se liberdade para falar com Ele dentro do coletivo, do metrô.
Que essa liberdade e consciência de saber como procurar Deus, ao invés de onde procurar, possa estar em todos nós, para que assim possamos ser um dos que "o Pai busca para seus adoradores"

Assim seja.

O Caçador de Pipas

Acabei de ler essa semana "O Caçador de Pipas", que conta a história do pequeno Amir e seu amigo Hassan (o caçador de pipas, de fato). Amir é filho de um importante empresário em Cabul, capital do Afeganistão, e tem como empregados Ali e seu filho Hassan. Hassan, masi que um simples criado, torna-se companhia inseparável de Amir, principalmente nos campeonatos de pipas realizados nos bairros de Cabul. Por ter Amir enorme habilidade com a pipa, e Hassan boa capacidade de buscar as pipas cortadas, os dois se unem e em todo campeonato de inverno estão presentes. No inverno de 1975 Amir Surpreende-se a si mesmo ao vencer o torneio de pipas de Wazir Akbar Khan, bairro onde morava e tornar-se celebridade. Mais importante do que isso, Amir conquistou o carinho do pai, que sempre se mostrou muito frio com ele. Mas essa alegria toda acaba ao procurar seu amigo Hassan, que havia ido buscar a pipa e não havia voltado. Ao procurar por Hassan, o encontra sendo estrupado e espancado por meninos do bairro, que não gostavam nem um pouco de Amir e Hassan. Os meninos que o espancavam tinham uma única condição para deixá-lo ir: entregar a pipa que havia pego. Mas Hassan não entregou, pois havia prometido a Amir que voltaria com a pipa, ao gritar para ele: "Por você, faria isso mil vezes". Amir presencia toda a cena e, diferentemente do que deveria ter feito, foge e deixa seu amigo ser espancado.
Circunstâncias fazem com que Amir e Hassan se separe. Amir e seu pai, por força da invasão comunista russa, deixam o Afeganistão e vão para os EUA, afim de se ver livres das guerras que agora fazem parte di dia a dia afegão. Lá, Amir se forma na faculdade e se casa com Soraya, mas nunca se sente redimido da culpa de não ter ajudado Hassan quando criança. Nesse meio, os Talibã invade o Afeganistão e expulsa as tropas russas. Todos os afegãos pensam ser o inicio de um tempo de liberdade, mas o contrario se revela
Um certo dia Amir recebe um telefonema de uma antigo amigo seu e de seu pai, Rahin Khan, que está muito doente e pede para ver Amir. No telefone, RAhin diz; "ainda há um jeito de ser bom de novo" e Amir percebe que sua viagem ao Afeganistão poderia redimir sua culpa. Ao chegar la, fica sabendo que seu amigo Hassan, que tem um filho - Sohab - nas mãos do Talibã, ja faleceu nas mãos do Talibã.
Mais constrangedor do que a noticia da morte de Hassan, Amir fica sabendo que era não apenas amigo do mesmo, mas meio-irmão - daí o tratamento carinhoso que seu pai dava ao aparentemente empregado. Amir recebe a missão de tirar Sohab das mão do Talibã, e vê nessa missão a possibilidade de se redimir da culpa de infãncia.

Ao terminar de ler esse livro, fico pensando como algumas pessoas tem simplesmente o dom de escrever. Escrever de um modo que prenda a atenção do leitor. De um modo que o leitor se veja confrontado com seus próprios dogmas e fantasmas.
Kaled Hosseini, em seu primeiro livro, mostra que não é apenas um escritor comercial (como os "PAulo Coelho" da vida...), mas alguém que escrve sua história, que mostra seu passado atraves das páginas.
Quem se interessar pelo livro não irá se arrepender, pelo contrário, enriquecerá muito seu conhecimento com essa joia literária!

O Caçador de Pipas

Acabei de ler essa semana "O Caçador de Pipas", que conta a história do pequeno Amir e seu amigo Hassan (o caçador de pipas, de fato). Amir é filho de um importante empresário em Cabul, capital do Afeganistão, e tem como empregados Ali e seu filho Hassan. Hassan, masi que um simples criado, torna-se companhia inseparável de Amir, principalmente nos campeonatos de pipas realizados nos bairros de Cabul. Por ter Amir enorme habilidade com a pipa, e Hassan boa capacidade de buscar as pipas cortadas, os dois se unem e em todo campeonato de inverno estão presentes. No inverno de 1975 Amir Surpreende-se a si mesmo ao vencer o torneio de pipas de Wazir Akbar Khan, bairro onde morava e tornar-se celebridade. Mais importante do que isso, Amir conquistou o carinho do pai, que sempre se mostrou muito frio com ele. Mas essa alegria toda acaba ao procurar seu amigo Hassan, que havia ido buscar a pipa e não havia voltado. Ao procurar por Hassan, o encontra sendo estrupado e espancado por meninos do bairro, que não gostavam nem um pouco de Amir e Hassan. Os meninos que o espancavam tinham uma única condição para deixá-lo ir: entregar a pipa que havia pego. Mas Hassan não entregou, pois havia prometido a Amir que voltaria com a pipa, ao gritar para ele: "Por você, faria isso mil vezes". Amir presencia toda a cena e, diferentemente do que deveria ter feito, foge e deixa seu amigo ser espancado.
Circunstâncias fazem com que Amir e Hassan se separe. Amir e seu pai, por força da invasão comunista russa, deixam o Afeganistão e vão para os EUA, afim de se ver livres das guerras que agora fazem parte di dia a dia afegão. Lá, Amir se forma na faculdade e se casa com Soraya, mas nunca se sente redimido da culpa de não ter ajudado Hassan quando criança. Nesse meio, os Talibã invade o Afeganistão e expulsa as tropas russas. Todos os afegãos pensam ser o inicio de um tempo de liberdade, mas o contrario se revela
Um certo dia Amir recebe um telefonema de uma antigo amigo seu e de seu pai, Rahin Khan, que está muito doente e pede para ver Amir. No telefone, RAhin diz; "ainda há um jeito de ser bom de novo" e Amir percebe que sua viagem ao Afeganistão poderia redimir sua culpa. Ao chegar la, fica sabendo que seu amigo Hassan, que tem um filho - Sohab - nas mãos do Talibã, ja faleceu nas mãos do Talibã.
Mais constrangedor do que a noticia da morte de Hassan, Amir fica sabendo que era não apenas amigo do mesmo, mas meio-irmão - daí o tratamento carinhoso que seu pai dava ao aparentemente empregado. Amir recebe a missão de tirar Sohab das mão do Talibã, e vê nessa missão a possibilidade de se redimir da culpa de infãncia.

Ao terminar de ler esse livro, fico pensando como algumas pessoas tem simplesmente o dom de escrever. Escrever de um modo que prenda a atenção do leitor. De um modo que o leitor se veja confrontado com seus próprios dogmas e fantasmas.
Kaled Hosseini, em seu primeiro livro, mostra que não é apenas um escritor comercial (como os "PAulo Coelho" da vida...), mas alguém que escrve sua história, que mostra seu passado atraves das páginas.
Quem se interessar pelo livro não irá se arrepender, pelo contrário, enriquecerá muito seu conhecimento com essa joia literária!

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