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Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

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Quem disse que só tem um jeito?

Assembléia de Deus - Ministério Santo Amaro

Para os "puritanos" que estão em minha página procurando a postagem sobre a igreja referida no título, aviso: eu tirei o post. Tirei porque os crentes me colocam medo. Sim, medo. Os crentes se tornaram algo perigoso nos dias de hoje. Capazes de acabar com qualquer pessoa que pense diferente. Os crentes da Igreja do Galdino foram capazes de acabar com um campo de trabalho de mais de 300 igrejas, porque não iriam acabar comigo? Se houve pastores que, na época contrários à separação, foram ameaçados de morte, porque eu seria poupado de retaliações?
Recebi diversas ofensas dos membros da referida igreja. Bom, só posso dizer que a igreja se parece com seu líder. Um presidente que ofende pessoas direto do altar e manda jovens que cantam "calar a boca" vai ensinar o que aos seus membros? Grosseria e indelicadeza, que foi o que percebi com a postagem.
Com exceção de apenas um que soube contestar de maneira educada e cortês, me chamaram de "desviado", disseram que sou ateu, sem contar as piadas imorais que fizeram com minha pessoa. Assim como o pastor Ricardo Gondim descobriu no Ceará, eu descobri me meu blog o lado negro do crentismo, o lado disposto a acabar com qualquer pessoa que pense diferente, o lado que não poupa enviar ninguém ao "inferno", apenas por não idolatrar o sr. Galdino e família.
Nunca me declarei senhor da verdade de nada, pelo contrário, preciso aprender muito ainda. Mas a experiência vivida no "ministério" Santo Amaro me ensinou uma coisa: o lado negro do crentismo existe. Existem os fundamentalistas cristãos, os "aiatolás gospel", que estão dispostos a atacar não uma nação, mas pessoas que pensarem diferente. Doutrinas impostas e priobição de contestação são marcas fortes do crentismo, do qual posso afirmar: a Assembléia de Deus Santo Amaro é a principal.
Já escrevi tanta coisa em meu blog: política, educação, mas nada foi tão contestado como o post da igreja de Santo Amaro. Assim percebo que os crentes estão pouco se lixando com o que acontece no Brasil. São esses crentes que aumentam a popularidade do Lula. Não interessa se há meninas sendo estrupadas por homens maldosos, se há crianças em trabalho escravo, se há políticos roubando e guardando dinheiro na cueca, se há dossiêsendo montado contra ex-presidentes, o que interessa é a igreja. Só a igreja. Desde que a igeja esteja sendo apoiada, que se dane o resto. Se um político rouba mas apoia a igreja, merece confiança, porque está do "lado do povo de Deus".
Ah!, ai vai um pedido não so ao ministério Santo Amaro, mas aos crentes em geral: por favor, não usem o nome de Deus. Me envergonho em saber que vocês usam uma bíblia em seus cultos, mas ao final, estão enganando o balconista da padaria e levando troco a mais, fazendo "gatos" em energia elétrica, xingando vizinhos, brigando com parentes, sem falar nas brigas de casais. Pra quê tanta devoção? Pra que tanta busca de poder? Pra que tantos batismos com Espírito Santo? Pra nada.
Se ainda sou evangélico? Sim, e respondendo a pergunta de um "amigo" que se identificou como "Graça e Misericórdia" (é piada, né?), acredito em Deus sim. Mas talvez o Deus que acredito seja diferente do seu. Vamos ver:
  • O Deus em que acredito não faz acepção de pessoas, portanto não vai curar uns e deixar outros doentes, não vai livrar uns de deixar outros morrerem; se um crente morre num acidente de carro, não foi Deus quem "permitiu";
  • O Deus em que acredito não se diminiu a uma cultura , asism sendo, não vai punir uma mulher por usar calças compridas nem um homem por manter barba, coisas totalmente culturais no Brasil.
  • O Deus em que acredito não "pesa a mão" em ninguém. Por isso deu a o homem algo chamado livre arbítrio: ninguém é obrigado a nada;
  • O Deus em que acredito não busca ninguém "pelo amor ou pela dor". Ele chama, vem quem quiser;
  • O Deus em que acredito se relaciona com os homens com amor, deseja ter seus filhos ao seu lado "assim como uma galinhas ajunta os pintinhos seus";
  • O Deus em que acredito não tem todo o futuro do homem pré estabelecido; sendo assim, não vou me casar com a "preparada de Deus"

Portanto, continuo minha vida, sendo como sou, e não vão ser ameaças feitas em um blog que vão me tirar o sossego!!

O Rafinha e o Monumento Aos Bandeirantes

Hoje, na faculdade, enquanto tínhamos aula de RTVC, assitimos um comercial antigo do Ministério Público de São Paulo, que mostrava as estátuas do Monumento Aos Bandeirantes conversadno entre si e falando sobre a atuação do MP paulista.

Ao final do comercial, um colega nosso de classe se levantou e perguntou:

-Que monumento é esse, galera?

Saíram todas as repostas possíveis de se imaginar. Sem a resposta certa, o rapaz lançou outra pergunta:

-Quem venceu o Big Bhoter ontem?

A sala respondeu em uníssono:

-Rafinha!

E começou-se a discussão sobre o prêmio de R$ 1 milhão dado ao paulista vencedor do BBB8: se ele merecia, porque ele e não a Gy (Gyselle, finalista derrotada que ganhou "apenas" R$ 100 mil).

A pergunta do meu colega me fez pensar em uma coisa: porque as coisas fúteis recebem tanta atenção? Enquanto muitos em SP ainda não conhecem Gilberto Kassab, é impossível encontrar alguém que não conheça o psiquiatra Marcelo, ex-participante do mesmo BBB.

Sem querer ser moralista, me pergunto: o que leva essas pessoas a votar con tanta animação num paredão do BBB mas apresentar tanta indiferença com as eleições municipais desse ano? (Principalmente com a "Ameaça-Marta" à vista novamente).

Não quero me prolongar nisso para não parecer chato, tanto porque eu também assistia BBB, mas porque essa inversão comleta de prioridades? O fútil passa a ser importante e o importante, menosprezado.

Vamos ver com os "paredões" que a eleição municipal desse ano reserva, quem sabe nossos eleitores nã oresolvam dar uma "espiadinha" na "grande nave" chamada Câmara de Vereadores.

O Rafinha e o Monumento Aos Bandeirantes

Hoje, na faculdade, enquanto tínhamos aula de RTVC, assitimos um comercial antigo do Ministério Público de São Paulo, que mostrava as estátuas do Monumento Aos Bandeirantes conversadno entre si e falando sobre a atuação do MP paulista.

Ao final do comercial, um colega nosso de classe se levantou e perguntou:

-Que monumento é esse, galera?

Saíram todas as repostas possíveis de se imaginar. Sem a resposta certa, o rapaz lançou outra pergunta:

-Quem venceu o Big Bhoter ontem?

A sala respondeu em uníssono:

-Rafinha!

E começou-se a discussão sobre o prêmio de R$ 1 milhão dado ao paulista vencedor do BBB8: se ele merecia, porque ele e não a Gy (Gyselle, finalista derrotada que ganhou "apenas" R$ 100 mil).

A pergunta do meu colega me fez pensar em uma coisa: porque as coisas fúteis recebem tanta atenção? Enquanto muitos em SP ainda não conhecem Gilberto Kassab, é impossível encontrar alguém que não conheça o psiquiatra Marcelo, ex-participante do mesmo BBB.

Sem querer ser moralista, me pergunto: o que leva essas pessoas a votar con tanta animação num paredão do BBB mas apresentar tanta indiferença com as eleições municipais desse ano? (Principalmente com a "Ameaça-Marta" à vista novamente).

Não quero me prolongar nisso para não parecer chato, tanto porque eu também assistia BBB, mas porque essa inversão comleta de prioridades? O fútil passa a ser importante e o importante, menosprezado.

Vamos ver com os "paredões" que a eleição municipal desse ano reserva, quem sabe nossos eleitores nã oresolvam dar uma "espiadinha" na "grande nave" chamada Câmara de Vereadores.

Eti - II

Lembro-me de uma situação engraçada que aconteceu quando era criança. Eu estava dormindo em minha casa na sala (que, na verade chamávamos "cômodo", pois era apenas um cômodo semi-acabado com umacama de casal e uma TV) com minha irmã. Acordei procurando minha mãe, mas não a encontrei na cozinha, onde ela sempre estava. Olhei no quintal e nada de minha mãe estar por lá. Acordei minha irmã e perguntei se ela havia visto minha mãe, mas ela também não havia visto. Entramos em desespero. "Cadê a mãe?", gritávamos. Abri o portão e subi a viela Maracanã onde morávamos procurando por nossa mãe. Perguntei à dona Conceição, vizinha magrela da frente, se ela havia visto minha mãe, mas respondeu que não. Bati no portão da irmã Creuza (depois tenho muitas história engraçadas sobre a irmã Creuza) e perguntei se ela havia visto minha mãe, mas também respondeu negativamente. Minha irmã e eu começamos a chorar na rua, desesperados procurando pela mãe que havia sumido.
Já em crise, voltei para casa com minha irmã, chorando preocupado com o que poderia ter ocorrido a ela. Fui ao quarto dela para pegar meu urso de pelúcia rasgado na orelha, meu consolo nas horas de choro, e vi minha mãe deitada no quarto, dormindo. Parei na porta e só então percebi: procurei minha mãe em todos os lugares possíveis, mas me esqueci de olhar no quarto dela. Não demorou muito para que a dona Conceição chamasse no portão:
-Oi eti, sua mãe voltou?
-Voltou sim!!
Fechei a porta. Nunca contei isso a minha mãe e, para minha sorte, nem a dona Conceição nem a irmã Creuza também.
MINHAS AMIGAS DE INFÂNCIA: DRI E LAÍS
Como toda criança, eu tambem tive amigos que marcaram toda a infância. No meu caso, tive amigas: as filhas da dona Conceição, a Dri e a Lais.
A Dri ( o nome dela era Adriana) ela uma garota da minha idade de cabelo preto e olho vesgo castanho, que tinha uma voz irritante e dentes sempre sujos. Laís era três anos mais nova que eu e era até bonitinha, loirinha dos olhos azuis herdados do pai, não fosse a magreza esquelética dela, herdada da mãe. Dona Conceição era uma viúva que engravidara tarde. Apesar de ser dez anos mais velha que minha mãe, tinha uma filha mais nova que eu. Namorava com um rapaz da viela, o Severo, uns doze anos mais novo que ela, mas parecia que se gostavam muito. Viviam se beijando na rua. Tenho vagas lembranças do seu Bernardo, falecido marido da dona Coneição, velho alto e careca, que tinha cara de bonzinho e sempre levava as filhas para passear. Seu Bernardo morreu de infarto assim que eu me passei a me entender por gente, daí minhas vagas lembranças dele.
Quando eu me comportava bem, minha mãe deixava que eu fosse a casa da Dri para brincar com ela. Lá brincávamos com a "motoca" que ela tinha, velha e sem uma roda. Brincávamos de casinha, onde eu era o marido, a Dri era a esposa e a Laís a filha. Certa vez a Dri, aproveitando-se de ser minha esposa de mentirinha, deu-me um beijo. Não sei nem se posso chamar de beijo. Apenas encostou seus lábios nos meus e fechou os olhos vesgos. Só que eu e minha boca grande falei alto: "para, Dri, sua mãe vai brigar". A dona Conceição ouviu. Pediu que eu voltasse para casa e o que aconteceu depois fiquei sabendo no dia seguinte, quando vi a Dri com marcas vermelhas nos braços. Ah, a Laís apanhou também, não sei porque, mas apanhou. "Pra não perder o respeito", dizia.
Lembro-me de ter chorado muito quando mudei-me da viela onde morava, pelo fato de ter de deixar a Dri e a Lais lá. No dia da mudança, dei a Dri de presente um ursinho de borracha mastigado, e pedi: "sempre que você for brincar com ele, lembra de mim, tá?" e para a Laís um caderno usado do Tom e Jerry e escrevi na capa: "Vo sintí falta de voces". A dona Conceição medeu uma camiseta de presente e medeu um beijo na testa dizendo: boa sorte, moleque. Você vai ser muito feliz ainda". Lembro-me de que percebi que a Dri queria medar um beijo de novo qntes de eu ir, maso medo do fio-de-ferro da mãe a impediu.
IRMÃ CREUZA E IRMÃO NICOLAU
Ah! essa família tem história pra contar! Boa parte da minha infância foi moldada por essa família, que era composta de 12 pessoas. irmã Creuza e Irmão Nicolau eram da igreja da minha mãe, Igreja Protestante De São Paulo. os dez filhos iam a igreja também, mas a medida em que foram crescendo, apenas a mais velha, a Loíde, continuou "nus caminhu du Sinhô", como dizia o irmão Nico.
Quando eu era impedido de ir brincar na casa da Dri (isso sempre acontecia quando ela havia acabado de levar uma surra, ou seja quase todos os dias), ia a casa da irmã Creuza para brincar com a Lene. Lene, ou Josilene, era dois anos mais velha que eu, mas brincava como se fosse mais nova. Na casa da irmã Creuza eu comia bolacha (coisa que raramente comia em casa) e tomava Yakult, considerado coisa de "riquinho" na viela. Adorava brincar de igrejinha com a Lene. Acho que todos que cresceram dentro de uma igreja ja brincaram de igrejinha alguma vez na vida, pois a igreja era o único lugar onde não se "pecava". Engano do pastor Lourenço! Eu pecava, e como pecava!

Eti - II

Lembro-me de uma situação engraçada que aconteceu quando era criança. Eu estava dormindo em minha casa na sala (que, na verade chamávamos "cômodo", pois era apenas um cômodo semi-acabado com umacama de casal e uma TV) com minha irmã. Acordei procurando minha mãe, mas não a encontrei na cozinha, onde ela sempre estava. Olhei no quintal e nada de minha mãe estar por lá. Acordei minha irmã e perguntei se ela havia visto minha mãe, mas ela também não havia visto. Entramos em desespero. "Cadê a mãe?", gritávamos. Abri o portão e subi a viela Maracanã onde morávamos procurando por nossa mãe. Perguntei à dona Conceição, vizinha magrela da frente, se ela havia visto minha mãe, mas respondeu que não. Bati no portão da irmã Creuza (depois tenho muitas história engraçadas sobre a irmã Creuza) e perguntei se ela havia visto minha mãe, mas também respondeu negativamente. Minha irmã e eu começamos a chorar na rua, desesperados procurando pela mãe que havia sumido.
Já em crise, voltei para casa com minha irmã, chorando preocupado com o que poderia ter ocorrido a ela. Fui ao quarto dela para pegar meu urso de pelúcia rasgado na orelha, meu consolo nas horas de choro, e vi minha mãe deitada no quarto, dormindo. Parei na porta e só então percebi: procurei minha mãe em todos os lugares possíveis, mas me esqueci de olhar no quarto dela. Não demorou muito para que a dona Conceição chamasse no portão:
-Oi eti, sua mãe voltou?
-Voltou sim!!
Fechei a porta. Nunca contei isso a minha mãe e, para minha sorte, nem a dona Conceição nem a irmã Creuza também.
MINHAS AMIGAS DE INFÂNCIA: DRI E LAÍS
Como toda criança, eu tambem tive amigos que marcaram toda a infância. No meu caso, tive amigas: as filhas da dona Conceição, a Dri e a Lais.
A Dri ( o nome dela era Adriana) ela uma garota da minha idade de cabelo preto e olho vesgo castanho, que tinha uma voz irritante e dentes sempre sujos. Laís era três anos mais nova que eu e era até bonitinha, loirinha dos olhos azuis herdados do pai, não fosse a magreza esquelética dela, herdada da mãe. Dona Conceição era uma viúva que engravidara tarde. Apesar de ser dez anos mais velha que minha mãe, tinha uma filha mais nova que eu. Namorava com um rapaz da viela, o Severo, uns doze anos mais novo que ela, mas parecia que se gostavam muito. Viviam se beijando na rua. Tenho vagas lembranças do seu Bernardo, falecido marido da dona Coneição, velho alto e careca, que tinha cara de bonzinho e sempre levava as filhas para passear. Seu Bernardo morreu de infarto assim que eu me passei a me entender por gente, daí minhas vagas lembranças dele.
Quando eu me comportava bem, minha mãe deixava que eu fosse a casa da Dri para brincar com ela. Lá brincávamos com a "motoca" que ela tinha, velha e sem uma roda. Brincávamos de casinha, onde eu era o marido, a Dri era a esposa e a Laís a filha. Certa vez a Dri, aproveitando-se de ser minha esposa de mentirinha, deu-me um beijo. Não sei nem se posso chamar de beijo. Apenas encostou seus lábios nos meus e fechou os olhos vesgos. Só que eu e minha boca grande falei alto: "para, Dri, sua mãe vai brigar". A dona Conceição ouviu. Pediu que eu voltasse para casa e o que aconteceu depois fiquei sabendo no dia seguinte, quando vi a Dri com marcas vermelhas nos braços. Ah, a Laís apanhou também, não sei porque, mas apanhou. "Pra não perder o respeito", dizia.
Lembro-me de ter chorado muito quando mudei-me da viela onde morava, pelo fato de ter de deixar a Dri e a Lais lá. No dia da mudança, dei a Dri de presente um ursinho de borracha mastigado, e pedi: "sempre que você for brincar com ele, lembra de mim, tá?" e para a Laís um caderno usado do Tom e Jerry e escrevi na capa: "Vo sintí falta de voces". A dona Conceição medeu uma camiseta de presente e medeu um beijo na testa dizendo: boa sorte, moleque. Você vai ser muito feliz ainda". Lembro-me de que percebi que a Dri queria medar um beijo de novo qntes de eu ir, maso medo do fio-de-ferro da mãe a impediu.
IRMÃ CREUZA E IRMÃO NICOLAU
Ah! essa família tem história pra contar! Boa parte da minha infância foi moldada por essa família, que era composta de 12 pessoas. irmã Creuza e Irmão Nicolau eram da igreja da minha mãe, Igreja Protestante De São Paulo. os dez filhos iam a igreja também, mas a medida em que foram crescendo, apenas a mais velha, a Loíde, continuou "nus caminhu du Sinhô", como dizia o irmão Nico.
Quando eu era impedido de ir brincar na casa da Dri (isso sempre acontecia quando ela havia acabado de levar uma surra, ou seja quase todos os dias), ia a casa da irmã Creuza para brincar com a Lene. Lene, ou Josilene, era dois anos mais velha que eu, mas brincava como se fosse mais nova. Na casa da irmã Creuza eu comia bolacha (coisa que raramente comia em casa) e tomava Yakult, considerado coisa de "riquinho" na viela. Adorava brincar de igrejinha com a Lene. Acho que todos que cresceram dentro de uma igreja ja brincaram de igrejinha alguma vez na vida, pois a igreja era o único lugar onde não se "pecava". Engano do pastor Lourenço! Eu pecava, e como pecava!

CQC Ofende Poder Público e é Expulso



Nessa segunda feira a Band levou ao ar o programa CQC, com Marcelo Taz. O programa, originalmente com conteúdo humorístico, cria reportagens sobre os mais diversos assuntos, numa tentativa de levar um programa parecido com Pânico na TV, da Rede TV!. A edição de hoje leovu ao ar uma reportagem sobre os 50 anos do zoológico, com Felipe Andreoli, que assumiu estar fazendo reportagem pela "primeira vez". Na reportagem, Andreolli faz brincadeiras com o Secretário Municipal de Assistencia Social, pelo fato de o mesmo ser desconhecido. Faz referências ao prefeito de SP Gilbeto Kassab, dizendo que o mesmo está "bem representado" dentro do zoológico (quis dizer que Kassab é representado pelos animais que lá vivem). Depois, Andreolli diz ao secretário ter visto o símbolo do PSDB (partido do governador Serra e ligado ao Democratas de Kassab). Ao ser indagado se teria visto os tucanos do zoológico, o jovem dispara: "Não, nao vi os tucanos, vi as víboras", numa ofensa declarada ao partido. Depois, ao conversar com uma funcionária do zoológico sobre uma homenagem feita aos mesmos, o mesmo "jornalista" diz se não seria melhor terem aumentado salários a fazer homenagem. Nesse momento, a paciência dos funcionários do zoológico chega ao fim, e a Band é proibida de continuar com a matéria. Por insistir em continuar gravando, a Polícia foi acionada e os "repórteres" expulsos do Zoológico de São Paulo.
O que interessa é ver o desrespeito dos apresentadores e do programa CQC com o poder público paulista. Mais interessante é saber que Marcelo Tas, líder do programa, foi funcionário de Lulinha, filho do presidente Lula.
Qual seria o interesse de Tas em menosprezar o poder público paulista, que está nas mãos da oposição do atual governo federal?
Alguma ligação com Lulinha?

CQC Ofende Poder Público e é Expulso



Nessa segunda feira a Band levou ao ar o programa CQC, com Marcelo Taz. O programa, originalmente com conteúdo humorístico, cria reportagens sobre os mais diversos assuntos, numa tentativa de levar um programa parecido com Pânico na TV, da Rede TV!. A edição de hoje leovu ao ar uma reportagem sobre os 50 anos do zoológico, com Felipe Andreoli, que assumiu estar fazendo reportagem pela "primeira vez". Na reportagem, Andreolli faz brincadeiras com o Secretário Municipal de Assistencia Social, pelo fato de o mesmo ser desconhecido. Faz referências ao prefeito de SP Gilbeto Kassab, dizendo que o mesmo está "bem representado" dentro do zoológico (quis dizer que Kassab é representado pelos animais que lá vivem). Depois, Andreolli diz ao secretário ter visto o símbolo do PSDB (partido do governador Serra e ligado ao Democratas de Kassab). Ao ser indagado se teria visto os tucanos do zoológico, o jovem dispara: "Não, nao vi os tucanos, vi as víboras", numa ofensa declarada ao partido. Depois, ao conversar com uma funcionária do zoológico sobre uma homenagem feita aos mesmos, o mesmo "jornalista" diz se não seria melhor terem aumentado salários a fazer homenagem. Nesse momento, a paciência dos funcionários do zoológico chega ao fim, e a Band é proibida de continuar com a matéria. Por insistir em continuar gravando, a Polícia foi acionada e os "repórteres" expulsos do Zoológico de São Paulo.
O que interessa é ver o desrespeito dos apresentadores e do programa CQC com o poder público paulista. Mais interessante é saber que Marcelo Tas, líder do programa, foi funcionário de Lulinha, filho do presidente Lula.
Qual seria o interesse de Tas em menosprezar o poder público paulista, que está nas mãos da oposição do atual governo federal?
Alguma ligação com Lulinha?

A "irmã" Edivânia e os evangélicos brasileiros

Muito se tem falado sobre um suposto "preconceito" da Rede Globo contra os evangélicos por causa da personagem Edivânia (Susana Ribeiro) na novela das 9, Duas Caras. No episódio de 12 de Março, Edivânia lidera um grupo de moradores da Portelinha que vão até a casa de Dália com o intuito de "expulsar o demônio" da Portelinha, por causa do triangulo amoroso entre Dália e seus dois amigos. Edivânia causa um tumulto na casa, rasgando colchão, quebrando móveis, enquanto o povo na rua batia em bernardinho, que mora com Edivânia.


Alguns afirmaram que, por causa do ato de Edivânia e da forma como ela atuou na cena (Com a Bíblia empunhada e gritando frases evangélicas como "Sai SAtanás", e " O Povo de Deus vai vencer"), a Globo fez uma perseguição declarada a população evangélica brasileira. Emissoras como a Record (tinha que ser...) dedicaram horas de programa comentando a tal "perseguição".


A Igreja Renascer vai um pouco mais longe: há algum tempo vem afirmando que a Globo faz parte do "reinado" de um tal demônio chamado "Kixapaguá", e que o objetivo desse "demônio" é desmoralizar os evangélicos no Brasil. Isso explica o fato de a Globo veicular tantas vezes os escândalos envolvendo o casal Hernandez. Com a novela, a Globo vem apenas manifestando a "fúria de Kixapaguá" com os evangélicos.


Algumas idéias seriam cômicas se não fossem trágicas. A idéia da Renascer de que ha seres malignos por trás de uma emissora tem o objetivo de apenas mascarar mais uma vez os escandalos da igreja e seus líderes, resumindo todos os acontecimentos a uma "perseguição do diabo".


A Record é meio suspeita de falar, principalmente por ser concorrente da Globo e, principalmente quando se diz sobre evangélicos, porque o dono da Record e toda sua direção é de "bispos evangélicos" da Igreja Universal.


Quem vem acompanhando a novela, percebe que não ha qualquer perseguição. Edivânia é uma personagem que representa a religião "fanatica" e que, como disse o próprio Aguinaldo Silva em nota, pode estar em qualuquer religião, seja católica, evangelica ou qualquer outra. Além do mais, uma importante personagem da novela, que ajuda Maria Paula a encontrar Marconi ferraço é um evangélico, o jovem Ezequiel (Flávio Bauraqui). Ezequiel, apesar de ser filho de uma mãe-de-santo, é um crente solidário que se preocupa com o bem estar socia le espiritual dos moradores da Portelinha.


Portanto, quem pensou haver qualquer perseguição na novela, basta acompanhá-la um pouco melhor. perseguição faz quem atribui as atitudes de Edivânia aos evangélicos em geral, e não a pessoas restritas.

A "irmã" Edivânia e os evangélicos brasileiros

Muito se tem falado sobre um suposto "preconceito" da Rede Globo contra os evangélicos por causa da personagem Edivânia (Susana Ribeiro) na novela das 9, Duas Caras. No episódio de 12 de Março, Edivânia lidera um grupo de moradores da Portelinha que vão até a casa de Dália com o intuito de "expulsar o demônio" da Portelinha, por causa do triangulo amoroso entre Dália e seus dois amigos. Edivânia causa um tumulto na casa, rasgando colchão, quebrando móveis, enquanto o povo na rua batia em bernardinho, que mora com Edivânia.


Alguns afirmaram que, por causa do ato de Edivânia e da forma como ela atuou na cena (Com a Bíblia empunhada e gritando frases evangélicas como "Sai SAtanás", e " O Povo de Deus vai vencer"), a Globo fez uma perseguição declarada a população evangélica brasileira. Emissoras como a Record (tinha que ser...) dedicaram horas de programa comentando a tal "perseguição".


A Igreja Renascer vai um pouco mais longe: há algum tempo vem afirmando que a Globo faz parte do "reinado" de um tal demônio chamado "Kixapaguá", e que o objetivo desse "demônio" é desmoralizar os evangélicos no Brasil. Isso explica o fato de a Globo veicular tantas vezes os escândalos envolvendo o casal Hernandez. Com a novela, a Globo vem apenas manifestando a "fúria de Kixapaguá" com os evangélicos.


Algumas idéias seriam cômicas se não fossem trágicas. A idéia da Renascer de que ha seres malignos por trás de uma emissora tem o objetivo de apenas mascarar mais uma vez os escandalos da igreja e seus líderes, resumindo todos os acontecimentos a uma "perseguição do diabo".


A Record é meio suspeita de falar, principalmente por ser concorrente da Globo e, principalmente quando se diz sobre evangélicos, porque o dono da Record e toda sua direção é de "bispos evangélicos" da Igreja Universal.


Quem vem acompanhando a novela, percebe que não ha qualquer perseguição. Edivânia é uma personagem que representa a religião "fanatica" e que, como disse o próprio Aguinaldo Silva em nota, pode estar em qualuquer religião, seja católica, evangelica ou qualquer outra. Além do mais, uma importante personagem da novela, que ajuda Maria Paula a encontrar Marconi ferraço é um evangélico, o jovem Ezequiel (Flávio Bauraqui). Ezequiel, apesar de ser filho de uma mãe-de-santo, é um crente solidário que se preocupa com o bem estar socia le espiritual dos moradores da Portelinha.


Portanto, quem pensou haver qualquer perseguição na novela, basta acompanhá-la um pouco melhor. perseguição faz quem atribui as atitudes de Edivânia aos evangélicos em geral, e não a pessoas restritas.

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