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Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

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Quem disse que só tem um jeito?

Tênis e Frescobol

Um casal procura um psicólogo, para tentar salvar seu casamento, que estava indo por água abaixo. Brigas constantes estavam levando-os a beira do divórcio.
O psicólogo, então, pergunta ao casal se eles sabem jogar tênis. Respondem que sim. Pergunta se sabem jogar frescobol. Respondem afirmativamente de novo. Novamente o psicólogo faz uma pergunta: "o casamento de vocês está se parecendo com o jogo de tênis ou de frescobol?"
Aparentemente, os dois jogos são iguais: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Mas o objetivo do jogo é diferente: no tênis, o objetivo é eliminar um dos jogadores. No frescobol, apenas se joga junto.
Para que umrelacionameno dê certo, só uma regra: joguem juntos, com o objetivo apeas de estar juntos. Juntos. Juntos. Essa é a palavra-chave de um relacionamento sadio.
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Tênis e Frescobol

Um casal procura um psicólogo, para tentar salvar seu casamento, que estava indo por água abaixo. Brigas constantes estavam levando-os a beira do divórcio.
O psicólogo, então, pergunta ao casal se eles sabem jogar tênis. Respondem que sim. Pergunta se sabem jogar frescobol. Respondem afirmativamente de novo. Novamente o psicólogo faz uma pergunta: "o casamento de vocês está se parecendo com o jogo de tênis ou de frescobol?"
Aparentemente, os dois jogos são iguais: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Mas o objetivo do jogo é diferente: no tênis, o objetivo é eliminar um dos jogadores. No frescobol, apenas se joga junto.
Para que umrelacionameno dê certo, só uma regra: joguem juntos, com o objetivo apeas de estar juntos. Juntos. Juntos. Essa é a palavra-chave de um relacionamento sadio.
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Polícia de São Paulo X Mídia



Nunca fui muito de ficar falando em influência da mídia sobre as pessoas. Mas a cobertura que tem sido feita no caso Eloá está insuportável! A Rede Globo, Record, Bandeirantes, até a Rede TV estão tentando de todas as formas colocar a culpa pela morte de Eloá na Polícia. A mídia paulista agora pegou a Polícia para cristo!

O argumento que a mídia vem usando para tal é o fato de a Polícia dizer que invadiu o apartamento por ter ouvido um tiro dentro do mesmo. Porém, alguns dizem que esse tiro não existiu. Meu Deus! A Polícia esperou 5 dias para agir e ainda dizem que foi precipitadamente! Se a Polícia tivesse agido antes, teriam acusado de não negociar melhor. Como a Polícia tentou todas as formas de negociação e não conseguiu desfecho pacífico, agora dizem que deveriam ter negociado mais. Teria de esperar por mais quanto tempo?

A Globo chegou ao absurdo de contratar um especialista, Ricardo Molina, para analisar vídeos e dizer se houve ou nõs disparos e de entrevistar um policial da SWAT, polícia americana. Todos com o intuito de dizer que a polícia errou!

Qual a intenção da mídia em desmoralizar a Polícia paulista?




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Polícia de São Paulo X Mídia



Nunca fui muito de ficar falando em influência da mídia sobre as pessoas. Mas a cobertura que tem sido feita no caso Eloá está insuportável! A Rede Globo, Record, Bandeirantes, até a Rede TV estão tentando de todas as formas colocar a culpa pela morte de Eloá na Polícia. A mídia paulista agora pegou a Polícia para cristo!

O argumento que a mídia vem usando para tal é o fato de a Polícia dizer que invadiu o apartamento por ter ouvido um tiro dentro do mesmo. Porém, alguns dizem que esse tiro não existiu. Meu Deus! A Polícia esperou 5 dias para agir e ainda dizem que foi precipitadamente! Se a Polícia tivesse agido antes, teriam acusado de não negociar melhor. Como a Polícia tentou todas as formas de negociação e não conseguiu desfecho pacífico, agora dizem que deveriam ter negociado mais. Teria de esperar por mais quanto tempo?

A Globo chegou ao absurdo de contratar um especialista, Ricardo Molina, para analisar vídeos e dizer se houve ou nõs disparos e de entrevistar um policial da SWAT, polícia americana. Todos com o intuito de dizer que a polícia errou!

Qual a intenção da mídia em desmoralizar a Polícia paulista?




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O Primeiro Valisère a Gente Nunca Esquece



Quem não se lembra do comercial mais premiado do Brasil? "O Primeiro Valisère a gente nunca esquece". Pois é, esse comercial, como tantos outros, prova a força que a publicidade tem no Brasil e no mundo, ou melhor, sobre a forma de pensar e agir das pessoas. Esse comercial, produzido pelo competentíssimo Washington Olivetto, incorporou na cultura brasileira uma expressão usada frequentemente: "o primeiro a gente nunca esquece". O primeiro qualquer coisa. O primeiro beijo, o primeiro carro, o primeiro dia de aula, o primeiro dia de namoro e etc e tal.



Para rememorar isso, Olivetto lança, pela editora Planeta, o livro "O Primeiro a Gente Nunca Esquece". No livro, além de comentar a criação do comercial, Washington reúne histórias de personalidades brasileiras que ajudaram a incorporar a frase na nossa cultura: Pelé, Ayrton Sena, Bruna Surfistinha e etc.


O Comercial:

Produzido pela W/Brasil para a Valisère, com participação da atriz Patrícia Luchesi.

Uma garota adolescente percebe, no vestiário da escola, que todas suas colegas, ao trocar o uniforme, mostram seu sutiã. A garota se sente mal por ser a única sem sutiã, talvez por se considerar nova demais para usar. Mas, ao ver as colegas com seus sutiãs, ela sente voltade de usar um também. Vai triste para casa e sobe direto ao quarto. Ao chegar no quarto, vê um embrulho de presente em cima de sua cama. Ao abrir o embrulho, se surpreende com um sutiã Valisère branco. Feliz, a garota veste o sutiã e o admira em frente ao espelho, pois para ela o sutiã é mais do que uma peça de roupa íntima: é a prova de que ela deixou de ser criança.

Ao sair de casa, a garota, antes tímida e triste, mostra-se alegre e confiante, pois agora sabe que cresceu e está se tornando adulta. Percebe alguns homens a observando e ela, inocentemente, cobre os seios com os livros, achando que estão olhando seu sutiã.


A empresa:

A Valisère entrou no Brasil em 1944, quando a Rhodia adquire a licença da linha francesa. Em 1986, a Valisère foi vendida para o grupo Rosset, o que marcou um novo tempo para empresa, queagora concentrou toda sua produção na linha dia, deixando de fabricar lingeries Noite e Praia. O comercial da W/Brasil marca essa nova fase, que mostra o conceito de Valisère como lingeries dia.

Atualmente, a Valisére é líder brasileirano mercado de lingeries. Apesar de ser uma empresa antiga, temse atualizado através de suas campanhas modernas, como a última veiculada, em que utilizou a atriz Alline Moraes como modelo.
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O Primeiro Valisère a Gente Nunca Esquece



Quem não se lembra do comercial mais premiado do Brasil? "O Primeiro Valisère a gente nunca esquece". Pois é, esse comercial, como tantos outros, prova a força que a publicidade tem no Brasil e no mundo, ou melhor, sobre a forma de pensar e agir das pessoas. Esse comercial, produzido pelo competentíssimo Washington Olivetto, incorporou na cultura brasileira uma expressão usada frequentemente: "o primeiro a gente nunca esquece". O primeiro qualquer coisa. O primeiro beijo, o primeiro carro, o primeiro dia de aula, o primeiro dia de namoro e etc e tal.



Para rememorar isso, Olivetto lança, pela editora Planeta, o livro "O Primeiro a Gente Nunca Esquece". No livro, além de comentar a criação do comercial, Washington reúne histórias de personalidades brasileiras que ajudaram a incorporar a frase na nossa cultura: Pelé, Ayrton Sena, Bruna Surfistinha e etc.


O Comercial:

Produzido pela W/Brasil para a Valisère, com participação da atriz Patrícia Luchesi.

Uma garota adolescente percebe, no vestiário da escola, que todas suas colegas, ao trocar o uniforme, mostram seu sutiã. A garota se sente mal por ser a única sem sutiã, talvez por se considerar nova demais para usar. Mas, ao ver as colegas com seus sutiãs, ela sente voltade de usar um também. Vai triste para casa e sobe direto ao quarto. Ao chegar no quarto, vê um embrulho de presente em cima de sua cama. Ao abrir o embrulho, se surpreende com um sutiã Valisère branco. Feliz, a garota veste o sutiã e o admira em frente ao espelho, pois para ela o sutiã é mais do que uma peça de roupa íntima: é a prova de que ela deixou de ser criança.

Ao sair de casa, a garota, antes tímida e triste, mostra-se alegre e confiante, pois agora sabe que cresceu e está se tornando adulta. Percebe alguns homens a observando e ela, inocentemente, cobre os seios com os livros, achando que estão olhando seu sutiã.


A empresa:

A Valisère entrou no Brasil em 1944, quando a Rhodia adquire a licença da linha francesa. Em 1986, a Valisère foi vendida para o grupo Rosset, o que marcou um novo tempo para empresa, queagora concentrou toda sua produção na linha dia, deixando de fabricar lingeries Noite e Praia. O comercial da W/Brasil marca essa nova fase, que mostra o conceito de Valisère como lingeries dia.

Atualmente, a Valisére é líder brasileirano mercado de lingeries. Apesar de ser uma empresa antiga, temse atualizado através de suas campanhas modernas, como a última veiculada, em que utilizou a atriz Alline Moraes como modelo.
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Eloá e Nayara



Weslley Talaveira - Repare bem a foto. Duas adolescentes de 15 anos sorridentes. Uma, de cabelos pretos e longos, com olhar alegre e sorriso farto, com direito até a covinhas na bochecha. Uma menina vaidosa, que gosta de maquiagem, de bijouterias, gosta de boas roupas. A outra, loira, olhar misterioso, aparenta ser mais maliciosa, no bom sentido da palavra. Também dedicada a boas roupas. As duas são lindas. Muito lindas. Poderia dizer até que são gatas. Com certeza, são daquelas gurias que chamam a atenção onde vão.

Essas duas meninas se chamam Eloá e Nayara. As duas tem a mesma idade, apenas 15 anos. Adolescentes inexperientes, que querem apenas aproveitar o que a vida tem de bom a oferecer. Querem apenas viver sua adolescencia alegremente, rodeadas de amigas. Há, sim. Elas são amigas. Moram no mesmo prédio, um conjunto do CDHU em Santo André, regiao do ABC de São Paulo. Estudam no mesmo colégio, uma escola estadual de Santo André. Cursam a primeira série do Ensino Médio. São mais que amigas. São muito amigas. Dispostas a dar a vida de uma pela outra.

Elas tem uma rotina comum. Vão à escoal e manhã, a tarde fazem trabalho de escola, usam a internet, Orkut, Messenger, passeiam no shopping e se divertem como amigas. Como qualquer adolescente de 15 anos nesse mundo faz.

Mas um dia, um dia que tinha tudo para ser como qualquer um outro, vai ficar marcado para sempre para Nayara. Não só para Nayara, mas para a família dela. Para a família de Eloá. Para os vizinhos de CDHU. Para os colegas de escola. Para Santo André. Para o Brasil.

Na segunda feira, 13 de outubro, Eloá e Nayara haviam se reunido com outros dois colegas de escola para fazer um trabalho de geografia. Apenas uma reunião de trabalho de escola como outras que elas, com certeza, deviam estar acostumadas a fazer.

Mas enquanto estão na casa de Eloá fazendo o trabalho, o ex-namorado de Eloá, Lindenberg, invade a casa. Com uma arma na cabeça. Uma não. Duas. Uma 32 e uma espingarda, além de uma sacola cheia de munição.

Eu, no meu tempo de colégio, cansei de realizar reuniões iguais. Me reunia com meus colegas, o "Bolinha", o Rafael, o Samuel e o Flávio "Mortão". Nos reuníamos na minha casa ou na casa do Rafael, comíamos bolacha com refrigerante e depois realizávamos trabalhos de escola. Às vezes a Simone vinha também. Eu adorava quando a Simone vinha. Loira, alta e magra, a Simone era venerada por todos os meninos da sala. E eu morria de ciúmes quando a Simone ia embora com o Rafael.

Até imagino a situação: os adolescentes reunidos, depois de assistirem um filme. Riem, riem muito, pois adolescente adora rir. Comentam o filme. Comem alguma coisa. Depois de assitir o filme, pegam os cadernos e começam a fazer o trabalho. Nisso, um louco invade a casa com uma arma na cabeça.

Lindenberg namorou Eloá por tres anos. Após um namoro conturbado, Lindenberg encerra o namoro, mas volta atrás e pede pra voltar, mas Eloá não aceita. Isso inicia uma briga entre os dois jovens.

Lindenberg faz os adolescentes reféns. Algumas horas depois, liberta os dois rapazes, mas mantém as duas meninas presas com ele. Lá, agride Eloá e a obriga a beijá-lo. Liberta Nayara. Prende Nayara novamente. Isso se arrasta por quatro dias. Na sexta feira, após uma invasão da Polícia, desfere dois tiros em Eloá e um em Nayara. Eloá morre com uma bala alojada no cerebelo, região cerebral. Nayara, apesar de levar um tiro no rosto, está bem no hospital.

Penso: o que leva um rapaz a atirar em uma linda guria de 15 anos? Como um rapaz pôde desferir um tiro na cabeça de uma menina que tinha uma vida inteira pela frente?

Depois faço outros comentários. Me deixe curtir meu desalento.

Eloá e Nayara


Repare bem a foto. Duas adolescentes de 15 anos sorridentes. Uma, de cabelos pretos e longos, com olhar alegre e sorriso farto, com direito até a covinhas na bochecha. Uma menina vaidosa, que gosta de maquiagem, de bijouterias, gosta de boas roupas. A outra, loira, olhar misterioso, aparenta ser mais maliciosa, no bom sentido da palavra. Também dedicada a boas roupas. As duas são lindas. Muito lindas. Poderia dizer até que são gatas. Com certeza, são daquelas gurias que chamam a atenção onde vão.

Essas duas meninas se chamam Eloá e Nayara. As duas tem a mesma idade, apenas 15 anos. Adolescentes inexperientes, que querem apenas aproveitar o que a vida tem de bom a oferecer. Querem apenas viver sua adolescencia alegremente, rodeadas de amigas. Há, sim. elas são amigas. Moram no mesmo prédio, um conjunto do CDHU em Santo André, regiao do ABC de São Paulo. Estudam no mesmo colégio, uma escola estadual de Santo André. Cursam a primeira série do Ensino Médio. São mais que amigas. São muito amigas. Dispostas a dar a vida de uma pela outra.

Elas tem uma rotina comum. Vão à escoal e manhã, a tarde fazem trabalho de escola, usam a internet, Orkut, Messenger, passeiam no shopping e se divertem como amigas. Como qualquer adolescente de 15 anos nesse mundo faz.

Mas um dia, um dia que tinha tudo para ser como qualquer um outro, vai ficar marcado para sempre para Nayara. Não só para Nayara, mas para a família dela. Para a família de Eloá. Para os vizinhos de CDHU. Para os colegas de escola. Para Santo André. Para o Brasil.

Na segunda feira, 13 de outubro, Eloá e Nayara haviam se reunido com outros dois colegas de escola para fazer um trabalho de geografia. Apenas uma reunião de trabalho de escola como outras que elas, com certeza, deviam estar acostumadas a fazer.

Mas enquanto estão na casa de Eloá fazendo o trabalho, o ex-namorado de Eloá, Lindenberg, invade a casa. Com uma arma na cabeça. Uma não. Duas. Uma 32 e uma espingarda, além de uma sacola cheia de munição.

Eu, no meu tempo de colégio, cansei de realizar reuniões iguais. Me reunia com meus colegas, o "Bolinha", o Rafael, o Samuel e o Flávio "Mortão". Nos reuníamos na minha casa ou na casa do rafael, comíamos bolacha com refrigerante e depois realizávamos trabahos de escola. Ás vezes a Simone vinha também. Eu adorava quando a Simone vinha. Loira, alta e magra, a Simone era venerada por todos os meninos da sala. E eu morria de ciúmes quando a Simone ia embora com o Rafael.

Até imagino a situação: os adolescentes reunidos, depois de assistirem um filme. Riem, riem muito, pois adolescente adora rir. Comentam o filme. Comem alguma coisa. Depois de assitir o filme, pegam os cadernos e começam a fazer o trabalho. Nisso, um louco invade a casa com uma arma na cabeça.

Lindenberg namorou Eloá por tres anos. Após um namoro conturbado, Lindenberg encerra o namoro, mas volta atrás e pede pra voltar, mas Eloá não aceita. Isso inicia uma briga entre os dois jovens.

Lindenberg faz os adolescentes reféns. Algumas horas depois, liberta os dois rapazes, mas mantém as duas meninas presas com ele. Lá, agride Eloá e a obriga a beijá-lo. Liberta Nayara. Prende Nayara novamente. Isso se arrasta por quatro dias. Na sexta feira, após uma invasão da Polícia, desfere dois tiros em Eloá e um em Nayara. Eloá morre com uma bala alojada no cerebelo, região cerebral. Nayara, apesar de levar um tiro no rosto, está bem no hospital.

Penso: o que leva um rapaz a atirar em uma linda guria de 15 anos? Como um rapaz pôde desferir um tiro na cabeça de uma menina que tinah umavida inteira pela frente? Como ele não pensou que, além de acabar com a vida de Eloá, acabou com a dele próprio, que vai passar anos na cadeia.

Depois faço outros comentários. Me deixe curtir meu desalento.



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Tchubaruba - Mallu Magalhães

After all the weekend, in a supposed calm Sunday afternoon
At the moment she could see the moon
When I saw her she was just crying, under my favorite tree

I talked to her and I was trying, to show her what she couldn't see

Behind the flowers in a light she found the sun
Behind the sad I showed her the life is really fun
With some nature together we admire the birds
Collected some different leaves
We realized how amazing the world is...

If you come over I will say tchubaruba
If you are down, yes I will say tchubaruba,
If you don't know where I am, I'll be tchubirubing,
If you don't know who you are
You can tchubada, you can tchubaduba

Hey, ha, ho
There's no reason to hide
I could be kind a guide
I could be by her side

Yey, ya yo
She could be just with me
I would be grateful
I would feel... Yes I would feel really...

If you come over I will say tchubaruba
If you are down, yes I will say tchubaruba,
If you don't know where I am, I'll be tchubirubing,
If you don't know who you are
You can tchubada, you can tchubaduba
You can tchubadubada

If you come over I will say tchubaruba
If you are down, yes I will say tchubaruba,
If you don't know where I am, I'll be tchubirubing,
If you don't know who you are
You can tchubada, yes, you can tchubaduba
Yes you can tchubaduba

Hey, ha, ho
There's no reason to hide
I could be kind a guide
I could be by her side

Yey, ya yo
She could be just with me
And I would be grateful
‘Cause I would feel... Yes I would feel really...

If you come over I will say tchubaruba
If you are down, yes I will say, tchubaruba,
If you don't know where I am, I'll be tchubirubing,
If you don't know who you are
You can tchubada, you can tchubadubada

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Tchubaruba - Mallu Magalhães

After all the weekend, in a supposed calm Sunday afternoon
At the moment she could see the moon
When I saw her she was just crying, under my favorite tree

I talked to her and I was trying, to show her what she couldn't see

Behind the flowers in a light she found the sun
Behind the sad I showed her the life is really fun
With some nature together we admire the birds
Collected some different leaves
We realized how amazing the world is...

If you come over I will say tchubaruba
If you are down, yes I will say tchubaruba,
If you don't know where I am, I'll be tchubirubing,
If you don't know who you are
You can tchubada, you can tchubaduba

Hey, ha, ho
There's no reason to hide
I could be kind a guide
I could be by her side

Yey, ya yo
She could be just with me
I would be grateful
I would feel... Yes I would feel really...

If you come over I will say tchubaruba
If you are down, yes I will say tchubaruba,
If you don't know where I am, I'll be tchubirubing,
If you don't know who you are
You can tchubada, you can tchubaduba
You can tchubadubada

If you come over I will say tchubaruba
If you are down, yes I will say tchubaruba,
If you don't know where I am, I'll be tchubirubing,
If you don't know who you are
You can tchubada, yes, you can tchubaduba
Yes you can tchubaduba

Hey, ha, ho
There's no reason to hide
I could be kind a guide
I could be by her side

Yey, ya yo
She could be just with me
And I would be grateful
‘Cause I would feel... Yes I would feel really...

If you come over I will say tchubaruba
If you are down, yes I will say, tchubaruba,
If you don't know where I am, I'll be tchubirubing,
If you don't know who you are
You can tchubada, you can tchubadubada

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