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Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

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Quem disse que só tem um jeito?

"Os Filmes sempre nos tocarão independente de sua época": Entrevista com Larissa Vereza


Larissa Vereza tem um currículo invejável. Está atualmente na trama de Benedito Rui Barbosa, a novela Paraíso (Rede Globo), além de ter atuado em diversas outras novelas e filmes, como a novela "Os Mutantes", da Rede Record e o filme "Bezerra de Menezes: o Diário de um Espírito". Formada em Artes Cênicas pela Universidade Estácio de Sá - RJ - e especialização em interpretação para Cinema pela New York Film Academy, em Los Angeles, Larissa Vereza é dona de um carisma sem igual, além da competência profissional indiscutível. Assim como disse o roteirista canadense Michael Shandrick, Larissa tem um "carisma maravilhoso, que permite que seu rosto prenda nossa atenção na tela". Além de tudo isso, é filha do ator Carlos Vereza, ou seja, já nasceu com sangue artístico.

Larissa concedeu uma interessantíssima entrevista à este blog sobre cinema e suas influências. Veja:


Weslley Talaveira: Você acredita que o cinema exerce alguma influência sobre as pessoas? Qual?
Larissa Vereza: Acredito que os filmes tem o poder de nos fazer refletir, mudar nossos sentimentos e pensamentos, mesmo que momentaneamente e quem sabe até, nos fazer mudar de opinião. O cinema geralmente reflete as angustias e pensamentos de toda uma sociedade, revelando idéias ocultas no consciente coletivo. Pessoalmente, sempre saio diferente depois de uma sessão de cinema. Sorrindo ou chorando, cantando... Enfim, acredito que mesmo que a pessoa mantenha um distanciamento, invariavelmente ela será tocada por alguma fala, algum olhar ou algum personagem.

WT: O cineasta francês Jean-Claude Carrière afirma que, ao assistir um filme num cinema, o espectador se submete a uma “passividade voluntária”, por assistir o filme inteiro sem pausas, diferente da TV, onde o espectador pode, com o controle remoto, mudar de canal a hora que quiser. Você concorda com essa passividade?
LV: Concordo em termos. Ele não pode parar o filme, mas sem dúvida nenhuma, pode deixar a sala, trocar de sessão. A televisão com certeza precisa de mais empenho para ganhar a atenção do telespectador. Ela está ali, invadindo nossa vidas diariamente. O cinema não. O espectador escolhe sair de casa. Escolhe assistir a um determinado filme. Escolhe pagar o preço exorbitante do ingresso. Escolhe o seu assento.

WT: Suponhamos que o mesmo filme passado no cinema fosse assistido em casa, porém sem intervalos comerciais. Haveria alguma forma de passividade?
LV: Quando escolhemos assistir a um filme, acredito que queiramos embarcar em uma outra realidade. Nos deliciar com outras vidas, dramas... Talvez esteja aí a passividade. Talvez a realidade esteja tão dura, o tempo tão escasso, que prefiramos embarcar por duas horas em aventuras, romances e tragédias ilusórias, para então, sairmos da nossa passividade cotidiana.


WT: Carrière afirma que “a linguagem do cinema continua em mutação, semana a semana”, ou seja, um filme de 1950 se comunica de forma bem diferente de um filme de hoje. Se é assim, porque filmes antigos, como Chaplin, ainda agradam?
LV: A linguagem cinematográfica muda, mas filmes clássicos com os de Chaplin, continuam nos tocando profundamente, porque tratam de histórias universais. Histórias que independente da época em que vivemos, são iguais as minhas, as suas, as de nossos vizinhos. O vagabundo que ama, o menino abandonado, o trabalhador explorado. O posicionamento da câmera pode mudar, a edição, a música, mas acredito que os filmes sempre nos tocarão independentemente de sua época.

WT: O cinema sofreu, ao longo dos anos, diversas transformações em sua forma de produção, montagem, cenas e etc. Carriére chama isso de “fluxo permanente”, no qual não é possível criar regras para a produção de um filme. Você acha que o cinema hoje continua se transformando?
LV: Claro. O mundo está cada vez mais conectado, veloz. Acredito que uma das principais mudanças que percebo nos filmes, é a forma com que são montados. As pessoas não têm mais paciência para cenas com silêncios, tempos, olhares. Parece que vivemos numa ânsia de informação, imagens. Estamos sempre atrasados, estressados. A arte sempre irá refletir uma geração, uma época. Com o cinema, não poderia ser diferente.

WT: Como você analisa a produção publicitária no cinema?
LV: Acho que as produções poderiam ser mais ousadas, abusar mais da linguagem cinematográfica, adequando-se a um público já predisposto a novas ideias e formatos.

WT: Dada sua experiência profissional, o que você poderia dizer aos que estão chegando no mercado profissional, seja ele publicitário oude cinema, no qual o conhecimento é imprescindível?
LV: Não se deixem abater pelas dificuldades. Isso é fundamental para qualquer profissão, especialmente as ligadas a arte. Não deixem seus sonhos serem desviados. Vejam o máximo de filme que puderem, leiam o que caírem em suas mãos. O livro, mais do que qualquer coisa, aguça nossa imaginação, nossa criatividade. Não acredito nessa história de que todos têm uma boa ideia. Boas ideias são preciosas. Se você as têm, não deixe ninguém lhe dizer o contrário e não permita que a falta de oportunidade lhe seja um empencilho.

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"Os Filmes sempre nos tocarão independente de sua época": Entrevista com Larissa Vereza


Larissa Vereza tem um currículo invejável. Está atualmente na trama de Benedito Rui Barbosa, a novela Paraíso (Rede Globo), além de ter atuado em diversas outras novelas e filmes, como a novela "Os Mutantes", da Rede Record e o filme "Bezerra de Menezes: o Diário de um Espírito". Formada em Artes Cênicas pela Universidade Estácio de Sá - RJ - e especialização em interpretação para Cinema pela New York Film Academy, em Los Angeles, Larissa Vereza é dona de um carisma sem igual, além da competência profissional indiscutível. Assim como disse o roteirista canadense Michael Shandrick, Larissa tem um "carisma maravilhoso, que permite que seu rosto prenda nossa atenção na tela". Além de tudo isso, é filha do ator Carlos Vereza, ou seja, já nasceu com sangue artístico.

Larissa concedeu uma interessantíssima entrevista à este blog sobre cinema e suas influências. Veja:


Weslley Talaveira: Você acredita que o cinema exerce alguma influência sobre as pessoas? Qual?
Larissa Vereza: Acredito que os filmes tem o poder de nos fazer refletir, mudar nossos sentimentos e pensamentos, mesmo que momentaneamente e quem sabe até, nos fazer mudar de opinião. O cinema geralmente reflete as angustias e pensamentos de toda uma sociedade, revelando idéias ocultas no consciente coletivo. Pessoalmente, sempre saio diferente depois de uma sessão de cinema. Sorrindo ou chorando, cantando... Enfim, acredito que mesmo que a pessoa mantenha um distanciamento, invariavelmente ela será tocada por alguma fala, algum olhar ou algum personagem.

WT: O cineasta francês Jean-Claude Carrière afirma que, ao assistir um filme num cinema, o espectador se submete a uma “passividade voluntária”, por assistir o filme inteiro sem pausas, diferente da TV, onde o espectador pode, com o controle remoto, mudar de canal a hora que quiser. Você concorda com essa passividade?
LV: Concordo em termos. Ele não pode parar o filme, mas sem dúvida nenhuma, pode deixar a sala, trocar de sessão. A televisão com certeza precisa de mais empenho para ganhar a atenção do telespectador. Ela está ali, invadindo nossa vidas diariamente. O cinema não. O espectador escolhe sair de casa. Escolhe assistir a um determinado filme. Escolhe pagar o preço exorbitante do ingresso. Escolhe o seu assento.

WT: Suponhamos que o mesmo filme passado no cinema fosse assistido em casa, porém sem intervalos comerciais. Haveria alguma forma de passividade?
LV: Quando escolhemos assistir a um filme, acredito que queiramos embarcar em uma outra realidade. Nos deliciar com outras vidas, dramas... Talvez esteja aí a passividade. Talvez a realidade esteja tão dura, o tempo tão escasso, que prefiramos embarcar por duas horas em aventuras, romances e tragédias ilusórias, para então, sairmos da nossa passividade cotidiana.


WT: Carrière afirma que “a linguagem do cinema continua em mutação, semana a semana”, ou seja, um filme de 1950 se comunica de forma bem diferente de um filme de hoje. Se é assim, porque filmes antigos, como Chaplin, ainda agradam?
LV: A linguagem cinematográfica muda, mas filmes clássicos com os de Chaplin, continuam nos tocando profundamente, porque tratam de histórias universais. Histórias que independente da época em que vivemos, são iguais as minhas, as suas, as de nossos vizinhos. O vagabundo que ama, o menino abandonado, o trabalhador explorado. O posicionamento da câmera pode mudar, a edição, a música, mas acredito que os filmes sempre nos tocarão independentemente de sua época.

WT: O cinema sofreu, ao longo dos anos, diversas transformações em sua forma de produção, montagem, cenas e etc. Carriére chama isso de “fluxo permanente”, no qual não é possível criar regras para a produção de um filme. Você acha que o cinema hoje continua se transformando?
LV: Claro. O mundo está cada vez mais conectado, veloz. Acredito que uma das principais mudanças que percebo nos filmes, é a forma com que são montados. As pessoas não têm mais paciência para cenas com silêncios, tempos, olhares. Parece que vivemos numa ânsia de informação, imagens. Estamos sempre atrasados, estressados. A arte sempre irá refletir uma geração, uma época. Com o cinema, não poderia ser diferente.

WT: Como você analisa a produção publicitária no cinema?
LV: Acho que as produções poderiam ser mais ousadas, abusar mais da linguagem cinematográfica, adequando-se a um público já predisposto a novas ideias e formatos.

WT: Dada sua experiência profissional, o que você poderia dizer aos que estão chegando no mercado profissional, seja ele publicitário oude cinema, no qual o conhecimento é imprescindível?
LV: Não se deixem abater pelas dificuldades. Isso é fundamental para qualquer profissão, especialmente as ligadas a arte. Não deixem seus sonhos serem desviados. Vejam o máximo de filme que puderem, leiam o que caírem em suas mãos. O livro, mais do que qualquer coisa, aguça nossa imaginação, nossa criatividade. Não acredito nessa história de que todos têm uma boa ideia. Boas ideias são preciosas. Se você as têm, não deixe ninguém lhe dizer o contrário e não permita que a falta de oportunidade lhe seja um empencilho.

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In Memoriam - Documentário

Página ainda não contada da história do Brasil, a Guerrilha do Araguaia é um dos fatos mais obscuros da ditadura militar no país. Entre os desaparecidos políticos deste episódio está o gaúcho Cilon Cunha Brum. Natural de São Sepé, foi visto pela última vez pela família no batizado da sobrinha, em 1971, após ir para a Guerrilha do Araguaia.

Mais de 30 anos depois, a afilhada Liniane Haag Brum dirige o documentário In Memoriam, onde tenta traçar a trajetória do tio desaparecido. O eixo principal do filme é o percorrer dos supostos caminhos trilhados pelo jovem Cilon, buscando sua história nos lugares por onde passou e entrevistando pessoas com as quais teve contato.

Objetivo
Ao refazer a trajetória do desaparecido político na guerrilha do Araguaia Cilon Cunha Brum, constituiu-se um projeto que vai passar pelos acontecimentos da política brasileira da época, conduzindo o espectador à história do Brasil.

O projeto tem como prioridade divulgar a Guerrilhado Araguaia e a questão do desaparecimento político, atingindo especialmente estudantes secundaristas e universitários, assim como agentes multiplicadores de informações: professores, jornalistas, pensadores, artistas, empresários.

O objetivo desse projeto é disseminar entre as novas gerações mais uma visão da história do Brasil - essa que será apresentada no documentário. A intenção é, acima de tudo, informar esse público jovem e os formadores de opinião.

In Memoriam se propõe a ser um documento importante para as gerações vindouras. Além disso, ao mesmo tempo que busca reconstituir uma história passada, no presente, In Memoriam traz consigo a possibilidade de desvendar também um pouco do Brasil atual – esse que não é visto nos telejornais e que ainda possui marcas deixadas por episódios pouco esclarecidos.


Justificativa
A Guerrilha do Araguaia é um capítulo da história brasileira que foi apagado da nossa história oficial, assim como foram as memórias e os corpos daqueles que dela participaram. Quais as conseqüências disso tudo para a história e para o futuro do país?

Em março de 2007 foram completados 33 anos do final da guerrilha, e até hoje pouquíssimos cidadãos tem conhecimento desse episódio histórico, e dos significados desses acontecimentos para o Brasil. Uma visão pessoal como In Memoriam propõe é um documento importante para as gerações vindouras e para a história do Brasil.

In Memoriam - Documentário

Página ainda não contada da história do Brasil, a Guerrilha do Araguaia é um dos fatos mais obscuros da ditadura militar no país. Entre os desaparecidos políticos deste episódio está o gaúcho Cilon Cunha Brum. Natural de São Sepé, foi visto pela última vez pela família no batizado da sobrinha, em 1971, após ir para a Guerrilha do Araguaia.

Mais de 30 anos depois, a afilhada Liniane Haag Brum dirige o documentário In Memoriam, onde tenta traçar a trajetória do tio desaparecido. O eixo principal do filme é o percorrer dos supostos caminhos trilhados pelo jovem Cilon, buscando sua história nos lugares por onde passou e entrevistando pessoas com as quais teve contato.

Objetivo
Ao refazer a trajetória do desaparecido político na guerrilha do Araguaia Cilon Cunha Brum, constituiu-se um projeto que vai passar pelos acontecimentos da política brasileira da época, conduzindo o espectador à história do Brasil.

O projeto tem como prioridade divulgar a Guerrilhado Araguaia e a questão do desaparecimento político, atingindo especialmente estudantes secundaristas e universitários, assim como agentes multiplicadores de informações: professores, jornalistas, pensadores, artistas, empresários.

O objetivo desse projeto é disseminar entre as novas gerações mais uma visão da história do Brasil - essa que será apresentada no documentário. A intenção é, acima de tudo, informar esse público jovem e os formadores de opinião.

In Memoriam se propõe a ser um documento importante para as gerações vindouras. Além disso, ao mesmo tempo que busca reconstituir uma história passada, no presente, In Memoriam traz consigo a possibilidade de desvendar também um pouco do Brasil atual – esse que não é visto nos telejornais e que ainda possui marcas deixadas por episódios pouco esclarecidos.


Justificativa
A Guerrilha do Araguaia é um capítulo da história brasileira que foi apagado da nossa história oficial, assim como foram as memórias e os corpos daqueles que dela participaram. Quais as conseqüências disso tudo para a história e para o futuro do país?

Em março de 2007 foram completados 33 anos do final da guerrilha, e até hoje pouquíssimos cidadãos tem conhecimento desse episódio histórico, e dos significados desses acontecimentos para o Brasil. Uma visão pessoal como In Memoriam propõe é um documento importante para as gerações vindouras e para a história do Brasil.

Olha o nível!!!



As crianças da 3° série de SP estão com um material diferente como apoio escolar: é o HQ "10 na banheira, 1 na área e ninguém no gol", coletânea de histórias em quadrinhos dos maiores cartunistas do Brasil, como Caco Galhardo. O problema é que esse material é voltado exclusivamente ao público adulto, por estar recheado de palavrões e expressões eróticas, como "chupa rola", “porra ceis viram as bunda das mina do sabadão sertanejo?” e outras.

E isso ia parar nas mãos de crianças com idades entre 9 e 10 anos... O material seria usado no programa Ler e Escrever, que reforça a alfabetização de crianças, e os alunos poderiam levar o livro para casa ou usar na própria escola

Depois de ter visto (sim, eu vi) uma criança cantando "solta essa p***" no metrô, acredito em tudo. Em Salvador, na Bahia, pode-se ver crianças na rua cantando "esfrega a xana no asfalto". Numa realidade dessas, a equipe pedagógica do governo deve ter intencionado apenas trazer a realidade das crianças para sala de aula... Ou talvez seja uma forma que o governo encontrou para dizer que essas crianças já estão fud****. Com uma educação como essa...

Que tal trocarmos o Hino Nacional no dia 7 de setembro pela Dança do Creu? Aí já sabe: em 2010, Mulher Melancia Presidente, MC Creu vice!

E não é a primeira vez que acontecem erros no material didático das crianças paulistas. No começo do ano foram distribuídos livros de geografia que mostravam dois "Paraguais" e esqueciam a Venezuela. O que acontece é que o Paraguai já faz parte de nossa vida de uma forma tão intensa que um país só não dá conta. E quanto a Venezuela, digo como diria a grande sábia Pópis: "conta tudo pra sua mãe, Chávez!"

Olha o nível!!!



As crianças da 3° série de SP estão com um material diferente como apoio escolar: é o HQ "10 na banheira, 1 na área e ninguém no gol", coletânea de histórias em quadrinhos dos maiores cartunistas do Brasil, como Caco Galhardo. O problema é que esse material é voltado exclusivamente ao público adulto, por estar recheado de palavrões e expressões eróticas, como "chupa rola", “porra ceis viram as bunda das mina do sabadão sertanejo?” e outras.

E isso ia parar nas mãos de crianças com idades entre 9 e 10 anos... O material seria usado no programa Ler e Escrever, que reforça a alfabetização de crianças, e os alunos poderiam levar o livro para casa ou usar na própria escola

Depois de ter visto (sim, eu vi) uma criança cantando "solta essa p***" no metrô, acredito em tudo. Em Salvador, na Bahia, pode-se ver crianças na rua cantando "esfrega a xana no asfalto". Numa realidade dessas, a equipe pedagógica do governo deve ter intencionado apenas trazer a realidade das crianças para sala de aula... Ou talvez seja uma forma que o governo encontrou para dizer que essas crianças já estão fud****. Com uma educação como essa...

Que tal trocarmos o Hino Nacional no dia 7 de setembro pela Dança do Creu? Aí já sabe: em 2010, Mulher Melancia Presidente, MC Creu vice!

E não é a primeira vez que acontecem erros no material didático das crianças paulistas. No começo do ano foram distribuídos livros de geografia que mostravam dois "Paraguais" e esqueciam a Venezuela. O que acontece é que o Paraguai já faz parte de nossa vida de uma forma tão intensa que um país só não dá conta. E quanto a Venezuela, digo como diria a grande sábia Pópis: "conta tudo pra sua mãe, Chávez!"

E se...

E se tudo tivesse sido diferente?

E se, no dia em que saí do trabalho com você e te acompanhei até o ponto, eu tivesse conversado um pouco mais?

E se eu tivesse percebido quando você chegava mais cedo apenas para me ver?

E se naquele dia em que você pegou em minha mão e falou que me amava eu tivesse levado à sério?

E se no dia em que você saiu de lá e me abraçou eu tivesse te falado o que sentia?

E se quando você, chorando, me disse "vou sentir sua falta", eu tivesse respondido de outro jeito?

E se eu tivesse mandado um email a mais?

E se naquele dia em que mandei te entregar um presente no seu aniversário fosse eu quem tivesse feito isso?

E se eu tivesse vencido minha timidez e conversado um pouco mais com sua amiga que estava no quiosque?

E se eu tivesse te chamado para lanchar no seu horário de almoço?

E se eu tivesse ficado com seu telefone?

E se eu tivesse marcado um cinema com você num dia de folga sua?

E se no dia em que liguei na sua casa e seu irmão atendeu eu tivesse continuado a ligação?

E se eu tivesse lutado contra mim mesmo?

E se eu tivesse feito o que meu coração mandava?

Quantas perguntas não respondidas!

E se...

E se tudo tivesse sido diferente?

E se, no dia em que saí do trabalho com você e te acompanhei até o ponto, eu tivesse conversado um pouco mais?

E se eu tivesse percebido quando você chegava mais cedo apenas para me ver?

E se naquele dia em que você pegou em minha mão e falou que me amava eu tivesse levado à sério?

E se no dia em que você saiu de lá e me abraçou eu tivesse te falado o que sentia?

E se quando você, chorando, me disse "vou sentir sua falta", eu tivesse respondido de outro jeito?

E se eu tivesse mandado um email a mais?

E se naquele dia em que mandei te entregar um presente no seu aniversário fosse eu quem tivesse feito isso?

E se eu tivesse vencido minha timidez e conversado um pouco mais com sua amiga que estava no quiosque?

E se eu tivesse te chamado para lanchar no seu horário de almoço?

E se eu tivesse ficado com seu telefone?

E se eu tivesse marcado um cinema com você num dia de folga sua?

E se no dia em que liguei na sua casa e seu irmão atendeu eu tivesse continuado a ligação?

E se eu tivesse lutado contra mim mesmo?

E se eu tivesse feito o que meu coração mandava?

Quantas perguntas não respondidas!

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