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Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

São Paulo vive um Dilúvio


@wesleytalaveira - A narrativa bíblica do Gênesis diz que Deus, por estar inconformado com o rumo que sua criação havia tomado, por causa dos erros dos homens, resolveu destruir toda a Terra. Mandaria um dilúvio e acabaria com tudo que houvesse sobre a face do planeta. Pouparia apenas os animais e um homem fiel chamado Noé. Para poupá-los, Deus ordenou que Noé construisse uma enorme arca onde levaria um casal de cada espécie, além de sua família.

Durante 40 dias, choveu ininterruptamente sobre a Terra, consumindo tudo. Depois da chuva, Deus fez um pacto com Noé, onde prometeu que nunca mais o mundo acabaria com água. Para selar o pacto, Deus criou o Arco-Íris, que seria o sinal de que no ceu há muita água, mas ela nunca mais cairia na Terra.

Os paulistanos acreditavam nisso, até o dia 21 de dezembro.

Hoje, dia 31 de janeiro, completam-se 40 dias de chuva em São Paulo, o mesmo período de chuvas do Grande Dilúvio. Todos os dias uma temporal arma-se sobre a cidade no período da tarde, e os resultados nem preciso comentar aqui, pois a imprensa tem divulgado diariamente.



São Paulo praticamente já bateu o recorde de chuvas desde 1947, ou seja, janeiro foi o mês mais chuvoso dos últimos 63 anos. Além de ganhar o título de cidade mais chuvosa do Brasil, São Paulo contabiliza tragédias, estragos e prejuízos. Uma cidade que não foi projetada para receber tanta água.

Quando vai parar de chover? Literalmente só Deus sabe, pois Ele mandou o Dilúvio uma vez e deve ter resolvido mandar a segunda vez.

Enquanto isso, só nos resta estar preparado para a água, com um bom guarda-chuva.

São Paulo vive um Dilúvio

Postado por Weslley Talaveira



A narrativa bíblica do Gênesis diz que Deus, por estar inconformado com o rumo que sua criação havia tomado, por causa dos erros dos homens, resolveu destruir toda a Terra. Mandaria um dilúvio e acabaria com tudo que houvesse sobre a face do planeta. Pouparia apenas os animais e um homem fiel chamado Noé. Para poupá-los, Deus ordenou que Noé construisse uma enorme arca onde levaria um casal de cada espécie, além de sua família.

Durante 40 dias, choveu ininterruptamente sobre a Terra, consumindo tudo. Depois da chuva, Deus fez um pacto com Noé, onde prometeu que nunca mais o mundo acabaria com água. Para selar o pacto, Deus criou o Arco-Íris, que seria o sinal de que no ceu há muita água, mas ela nunca mais cairia na Terra.

Os paulistanos acreditavam nisso, até o dia 21 de dezembro.

Hoje, dia 31 de janeiro, completam-se 40 dias de chuva em São Paulo, o mesmo período de chuvas do Grande Dilúvio. Todos os dias uma temporal arma-se sobre a cidade no período da tarde, e os resultados nem preciso comentar aqui, pois a imprensa tem divulgado diariamente.



São Paulo praticamente já bateu o recorde de chuvas desde 1947, ou seja, janeiro foi o mês mais chuvoso dos últimos 63 anos. Além de ganhar o título de cidade mais chuvosa do Brasil, São Paulo contabiliza tragédias, estragos e prejuízos. Uma cidade que não foi projetada para receber tanta água.

Quando vai parar de chover? Literalmente só Deus sabe, pois Ele mandou o Dilúvio uma vez e deve ter resolvido mandar a segunda vez.

Enquanto isso, só nos resta estar preparado para a água, com um bom guarda-chuva.

Onde foram parar os letristas?



@cesar_leao - E aí povo, tudo tranquilo? Esse será meu texto de estreia aqui no Novas Ideias.

Pra quem me segue no Twitter já foi fácil perceber que sou bem eclético ao ouvir músicas, rapidamente migro de Chico Buarque, com músicas como Construção, interpretada ao infinito em escolas, para sambas antigos, tipo Não Deixe o Samba Morrer, cuja interpretação que mais me agrada é a de Maria Rita.

Eis que os amigos do Pimentas no Reino colocaram esta coisa em um post:





Sim meus caros, pegaram a música Single Lady da Beyoncé e fizeram uma leve versão, de um mal gosto descomunal!!!

Mas não fica só nisso, é impossível deixar de fora a Banda Djavu: lá está Beyonce novamente, mas desta vez detonaram Halo com o título de Porque te quero Amor (serei bonzinho e não vou colocar isto aqui!)

Não são só as versões que são péssimas, as originais também o são, e para isto vou apelar ao funk, esta coisa a qual me recuso a chamar de música!

Que tal começar por Festa da Paula, cujo refrão é "Paula dentro, Paula Fora"? Calma que tem mais, tem essa aqui ó: Bumbum Não se Pede, em cujo refrão aparece “a gente só invade /depois que a gata pisca/bumbum não se pede/bumbum se conquista” Acha que acabou? Não tem mais e pode ser bem pior!

Ainda ta duvidando? Sabe Capô de Fusca? Pois é, isso é uma letra de música! (Aviso, todas são do Mr. Catra)
Gatinha
Assim você me assusta (hahaha)
Com o seu capô de fusca


Mas mudando um pouco de saco pra mala, eu gostava de Neguinho da Beija Flor, o intérprete da Escola de Samba Beija Flor, até ele gravar a pérola Mulher, Mulher, Mulher. A letra é de uma poesia incomparável, deixa qualquer poeta com inveja. Sem repetir a música, ela contém 78 palavras, sendo que Mulher é repetida 41 vezes!!

Este trecho aí de baixo, ele de ter se inspirado em Zé do Vento e Joventino, vejam só:

Uma mulher, duas mulher,
Três mulher, quatro mulher
Cinco mulher, seis mulher
Sete mulher, oito mulher
Nove mulher, dez mulher






Voltando as coisas boas, ainda há alguns que se salvam como Humberto Gessinger, Nando Reis, como em Sutilmente, Duca Leindecker, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e outros tantos que fazem letras com conteúdo, que trazem uma música boa!

Então, onde estão os outros letristas bons?

Onde foram parar os letristas?

Postado por César Leão

E aí povo, tudo tranquilo?

Esse será meu texto de estreia aqui no Novas Ideias.

Pra quem me segue no twitter já foi fácil perceber que sou bem eclético ao ouvir músicas, rapidamente migro de Chico Buarque, com músicas como Construção, interpretada ao infinito em escolas, para sambas antigos, tipo Não Deixe o Samba Morrer, cuja interpretação que mais me agrada é a de Maria Rita.

Eis que os amigos do Pimentas no Reino colocaram esta coisa em um post:





Sim meus caros, pegaram a música Single Lady da Beyoncé e fizeram uma leve versão, de um mal gosto descomunal!!!

Mas não fica só nisso, é impossível deixar de fora a Banda Djavu: lá está Beyonce novamente, mas desta vez detonaram Halo com o título de Porque te quero Amor (serei bonzinho e não vou colocar isto aqui!)

Não são só as versões que são péssimas, as originais também o são, e para isto vou apelar ao funk, esta coisa a qual me recuso a chamar de música!

Que tal começar por Festa da Paula, cujo refrão é "Paula dentro, Paula Fora"? Calma que tem mais, tem essa aqui ó: Bumbum Não se Pede, em cujo refrão aparece “a gente só invade /depois que a gata pisca/bumbum não se pede/bumbum se conquista” Acha que acabou? Não tem mais e pode ser bem pior!

Ainda ta duvidando? Sabe Capô de Fusca? Pois é, isso é uma letra de música! (Aviso, todas são do Mr. Catra)
Gatinha
Assim você me assusta (hahaha)
Com o seu capô de fusca


Mas mudando um pouco de saco pra mala, eu gostava de Neguinho da Beija Flor, o intérprete da Escola de Samba Beija Flor, até ele gravar a pérola Mulher, Mulher, Mulher. A letra é de uma poesia incomparável, deixa qualquer poeta com inveja. Sem repetir a música, ela contém 78 palavras, sendo que Mulher é repetida 41 vezes!!

Este trecho aí de baixo, ele de ter se inspirado em Zé do Vento e Joventino, vejam só:

Uma mulher, duas mulher,
Três mulher, quatro mulher
Cinco mulher, seis mulher
Sete mulher, oito mulher
Nove mulher, dez mulher






Voltando as coisas boas, ainda há alguns que se salvam como Humberto Gessinger, Nando Reis, como em Sutilmente, Duca Leindecker, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e outros tantos que fazem letras com conteúdo, que trazem uma música boa!

Então, onde estão os outros letristas bons?

Lingerie Day



A discussão do nu com uso artístico já gerou polêmicas. Inclusive foi tema de post aqui no Blog Novas Ideias, como você pode ver aqui - o post contou com a participação do redator da Revista VIP, Ricardo Garrido. Os que trabalham com isso defendem de pés juntos que se trata de algo exclusivamente profissional, que visa apenas retratar a feminilidade com toda sua sensualidade de modo elegante e sério. Daí vão os ensaios sensuais, que podem ser visto em revistas como a Maxim, Trip e VIP, com nu parcial ou apenas a exosição do corpo, mas com o uso da lingerie, e os nusartísticos, onde anudez total é explorada, como na revista Playboy e Sexy.

Pra quem trabalha no ramo, há uma diferença muito delimitada entre nu artístico e pornografia: o objetivo do nu é mostrar, como já disse, a sensualidade feminina, mas com elegância e total respeito à imagem da mulher. A pornografia usa simplesmente o sexo pelo sexo, com uso da imagem da mulher como objeto para o fetiche masculino.

Com base nesse respeito pelo nu artístico, surgiu o Lingerie Day (#LingerieDay), um dia no Twitter exclusivo para exposição de fotos com lingerie, desde sutiã e calcinha até coisas mais eroticas, como corpetes, cinta-ligas e etc. Homens também participam, exibindo suas cuecas na foto de perfil do Twitter. HOje, dia 28 de janeiro, acontece a segunda edição.




Participantes do primeiro #LingerieDay

O Blog Novas Ideias não participou de nenhuma das edições nem apoiou formalmente, com parcerias com os organizadores e etc, e preferimos nos manter assim, com um apoio meio vago e distante, um apoio com ressalvas. Principalmente porque acho que há coisas na alma feminina muito mais importantes para serem expostas do que os seios ou a bunda. Sim, a sensualidade mostra muito da personalidade da mulher, sei disso, e sei também que toda mulher gosta de se sentir bonita e de mostrar sua sensualidade. Só acho que, diante de uma exposição exagerada do nu na mídia como vemos todos os dias, fica um pouco difícil distinguir o que é nu artístico do que é tara sexual. Espero que fique bem claro que não sou contra o nu artístico. Só acho que a exposição na mídia devia ser menor. Bem menor.
E que venham as cinta-ligas!

Lingerie Day

Postado por Weslley Talaveira



A discussão do nu com uso artístico já gerou polêmicas. Inclusive foi tema de post aqui no Blog Novas Ideias, como você pode ver aqui - o post contou com a participação do redator da Revista VIP, Ricardo Garrido. Os que trabalham com isso defendem de pés juntos que se trata de algo exclusivamente profissional, que visa apenas retratar a feminilidade com toda sua sensualidade de modo elegante e sério. Daí vão os ensaios sensuais, que podem ser visto em revistas como a Maxim, Trip e VIP, com nu parcial ou apenas a exosição do corpo, mas com o uso da lingerie, e os nusartísticos, onde anudez total é explorada, como na revista Playboy e Sexy.

Pra quem trabalha no ramo, há uma diferença muito delimitada entre nu artístico e pornografia: o objetivo do nu é mostrar, como já disse, a sensualidade feminina, mas com elegância e total respeito à imagem da mulher. A pornografia usa simplesmente o sexo pelo sexo, com uso da imagem da mulher como objeto para o fetiche masculino.

Com base nesse respeito pelo nu artístico, surgiu o Lingerie Day (#LingerieDay), um dia no Twitter exclusivo para exposição de fotos com lingerie, desde sutiã e calcinha até coisas mais eroticas, como corpetes, cinta-ligas e etc. Homens também participam, exibindo suas cuecas na foto de perfil do Twitter. HOje, dia 28 de janeiro, acontece a segunda edição.




Participantes do primeiro #LingerieDay

O Blog Novas Ideias não participou de nenhuma das edições nem apoiou formalmente, com parcerias com os organizadores e etc, e preferimos nos manter assim, com um apoio meio vago e distante, um apoio com ressalvas. Principalmente porque acho que há coisas na alma feminina muito mais importantes para serem expostas do que os seios ou a bunda. Sim, a sensualidade mostra muito da personalidade da mulher, sei disso, e sei também que toda mulher gosta de se sentir bonita e de mostrar sua sensualidade. Só acho que, diante de uma exposição exagerada do nu na mídia como vemos todos os dias, fica um pouco difícil distinguir o que é nu artístico do que é tara sexual. Espero que fique bem claro que não sou contra o nu artístico. Só acho que a exposição na mídia devia ser menor. Bem menor.
E que venham as cinta-ligas!

Novelas: o drama do Brasil

Postado por Marcelo Sarpa

Manoel Carlos: "A Helena nossa de cada dia nos dai hoje".



Há anos o Brasileiro em geral vê a mesma novela: a da TV Globo e a de suas vidas para não atrasar as contas. Bem, pode sentar que este texto será comprido feito a mais recente do horário nobre.

E lá se vai a dona de casa brasileira "Viver a Vida" em frente a uma TV por mais alguns meses. É a nossa tradição teledramatúrgica. Provocar o pensamento mediano e a trombose profunda.

O folhetim nacional é um mercado internacionalmente conhecido e respeitado. Recheado de sucessos, exportador de produtos e uma merda de quadro fixo no Casseta & Planeta.

Interferir em um costume como esse é inadmissível. Nem governos conseguem burlar tamanha resistência. Até porque suas mulheres não vivem sem os resumos.

Provavelmente se você perguntar do que se trata o capítulo, a dona Maria não sabe explicar direito. E se refere à Regina Duarte sempre como "Porcina e ao Fagundes como um Berdinazzi". São mais que personagens, são carmas, literalmente dizendo.

Nas ruas, atores e atrizes são injuriados quando vilões e venerados quando mocinhos. Se não pertencem a nenhuma das castas, eles viram um ser randômico, tendo seus bordões ridiculos repetidos a exaustão pelos populares, virando mania nacional, que são boordões estes sempre escritos de maneira forçada, para pegar. Mas que depois em entrevista o autor nega de forma veemente, dizendo que saiu, assim, ao acaso. Milagres da ficção.

Fora da tela, há o controle fanático dos colunistas de TV. Bem que com o advento do High Definition, as intenções deles também poderiam ser um pouco mais claras.

Pode escrever aí: "A história é tão importante que o jornalista sempre guarda mais espaço para a nota com os números do Ibope. Evidenciam que a novela X, há X anos não tinha uma audiência tão ruim. E, ao final, volta para dizer que a novela X superou todos os recordes do horário. Tão clichê quanto o final de uma".


Como é feita uma novela (consultoria informal de Wolf Maya)
Gráfico:

COMEÇO – DEPENDENDO DO IBOPE FAZ SENTIDO – FIM.


Gráfico detalhado de como a história de uma novela é conduzida.


A sinopse é a única coisa que não muda em uma trama. Até mesmo porque precisa ser entregue com quase um ano de antecedência.

Capítulo: como os primeiros 15, 30 são gravados na pauleira, pouca coisa pode ser mudada se na primeira semana o povão não entender nada. Em seguida, é feita uma reunião com donas de casa que apontam coisas interessantes, como o brinco da protagonista ou então pedem para o José de Abreu colocar a camisa.

No capítulo final, independente do que aconteça com a economia muncial ou com os conflitos no Oriente Médio, há casamentos e filhos sem a ajuda da inseminação. Mais conhecido como "final feliz".

Flashbacks são inseridos na metade da história para realocar telespectadores com lapsos de memória. E, SEMPRE, estas cenas são acompanhadas de um efeito sonoro “SFIUUU”, borrando as laterais e saturando personagens. Pro povo entendê que é passado.

(…)

Mayer, apelidado entre os colegas de “água de bateria”: come tudo.


Agora, quando é para falar merda, o brasileiro é muito unido, esabe fazer isso muito bem. E é oque aconteceu alguns meses, com o "hashtag" #ZeMayerFacts. O assunto mais comentado nas rodas da web era o ator José Mayer.

Conhecido galã já passado há tempos da primeira fervura, elevou-se a condição de “Chuck Norris” da junção carnal.
Então a partir daí você começa a imaginar a quantidade de piadas derivadas. A cada ereção dele, um nariz é quebrado (exemplo):

Se ele traçou a quantidade de gente que as piadas anunciam, é bem provável que você já tenha levado ferro antes mesmo de terminar este texto. Se ainda não, para garantir deite de barriga pra cima.

(…)

Você notou que pulei de um assunto para o outro sem critério nenhum? Então, acho melhor parar por aqui. Me sinto fraco e confuso como um enredo de novela das 8 que começa as 9.

FIM.




Marcelo Sarpa tem 19 anos e não é humorista, nem redator, nem publicitário, mas gosta de compartilhar "novas ideias"

Novelas: o drama do Brasil

Postado por Marcelo Sarpa

Manoel Carlos: "A Helena nossa de cada dia nos dai hoje".



Há anos o Brasileiro em geral vê a mesma novela: a da TV Globo e a de suas vidas para não atrasar as contas. Bem, pode sentar que este texto será comprido feito a mais recente do horário nobre.

E lá se vai a dona de casa brasileira "Viver a Vida" em frente a uma TV por mais alguns meses. É a nossa tradição teledramatúrgica. Provocar o pensamento mediano e a trombose profunda.

O folhetim nacional é um mercado internacionalmente conhecido e respeitado. Recheado de sucessos, exportador de produtos e uma merda de quadro fixo no Casseta & Planeta.

Interferir em um costume como esse é inadmissível. Nem governos conseguem burlar tamanha resistência. Até porque suas mulheres não vivem sem os resumos.

Provavelmente se você perguntar do que se trata o capítulo, a dona Maria não sabe explicar direito. E se refere à Regina Duarte sempre como "Porcina e ao Fagundes como um Berdinazzi". São mais que personagens, são carmas, literalmente dizendo.

Nas ruas, atores e atrizes são injuriados quando vilões e venerados quando mocinhos. Se não pertencem a nenhuma das castas, eles viram um ser randômico, tendo seus bordões ridiculos repetidos a exaustão pelos populares, virando mania nacional, que são boordões estes sempre escritos de maneira forçada, para pegar. Mas que depois em entrevista o autor nega de forma veemente, dizendo que saiu, assim, ao acaso. Milagres da ficção.

Fora da tela, há o controle fanático dos colunistas de TV. Bem que com o advento do High Definition, as intenções deles também poderiam ser um pouco mais claras.

Pode escrever aí: "A história é tão importante que o jornalista sempre guarda mais espaço para a nota com os números do Ibope. Evidenciam que a novela X, há X anos não tinha uma audiência tão ruim. E, ao final, volta para dizer que a novela X superou todos os recordes do horário. Tão clichê quanto o final de uma".


Como é feita uma novela (consultoria informal de Wolf Maya)
Gráfico:

COMEÇO – DEPENDENDO DO IBOPE FAZ SENTIDO – FIM.


Gráfico detalhado de como a história de uma novela é conduzida.


A sinopse é a única coisa que não muda em uma trama. Até mesmo porque precisa ser entregue com quase um ano de antecedência.

Capítulo: como os primeiros 15, 30 são gravados na pauleira, pouca coisa pode ser mudada se na primeira semana o povão não entender nada. Em seguida, é feita uma reunião com donas de casa que apontam coisas interessantes, como o brinco da protagonista ou então pedem para o José de Abreu colocar a camisa.

No capítulo final, independente do que aconteça com a economia muncial ou com os conflitos no Oriente Médio, há casamentos e filhos sem a ajuda da inseminação. Mais conhecido como "final feliz".

Flashbacks são inseridos na metade da história para realocar telespectadores com lapsos de memória. E, SEMPRE, estas cenas são acompanhadas de um efeito sonoro “SFIUUU”, borrando as laterais e saturando personagens. Pro povo entendê que é passado.

(…)

Mayer, apelidado entre os colegas de “água de bateria”: come tudo.


Agora, quando é para falar merda, o brasileiro é muito unido, esabe fazer isso muito bem. E é oque aconteceu alguns meses, com o "hashtag" #ZeMayerFacts. O assunto mais comentado nas rodas da web era o ator José Mayer.

Conhecido galã já passado há tempos da primeira fervura, elevou-se a condição de “Chuck Norris” da junção carnal.
Então a partir daí você começa a imaginar a quantidade de piadas derivadas. A cada ereção dele, um nariz é quebrado (exemplo):

Se ele traçou a quantidade de gente que as piadas anunciam, é bem provável que você já tenha levado ferro antes mesmo de terminar este texto. Se ainda não, para garantir deite de barriga pra cima.

(…)

Você notou que pulei de um assunto para o outro sem critério nenhum? Então, acho melhor parar por aqui. Me sinto fraco e confuso como um enredo de novela das 8 que começa as 9.

FIM.




Marcelo Sarpa tem 19 anos e não é humorista, nem redator, nem publicitário, mas gosta de compartilhar "novas ideias"

Cotidiano Homossexual

Postado por Orfeu


Ela tinha acabado de sair do banho. Seus cachos curtos, molhados, lambiam sua testa em sinal de protesto ao banho prolongado. Tinha acabado de chegar da noite, e precisava colocar as idéias no lugar, talvez pensar por que bebeu, e bebia tanto. Ligou o som, e a música tocava lá no fundo “mas estou indo embora baby baby”, e ela comia arroz frio sentada no sofá. Não se sentia mais que uma mulher, embora fosse. Talvez a falta de futuro, essa é a palavra, futuro. Lembrou da noite. Na noite, ela bebeu, bebeu, e bebeu mais, além de ter beijado um cara. Firmar um relacionamento é coisa casual, ela não gosta disso. Roça o corpo nas mulheres, em um ritual de prazer. Nesse momento, pára e pensa: Meu futuro é um passado.

Talvez ela esteja dizendo isto somente pelo calor da tontura que a bebida proporcionou, ou por quê falta realmente alguma coisa, alguma coisa que não está presente nos cigarros e baladas do Núcleo. Lembrou que tinha que ir no supermercado da esquina pela manhã, mas não queria ver a cara do dono, ele sempre olhava para ela como quem olha uma prostituta.

Mas seus desejos são mais nobres, e suas pequenas atitudes são o espelho mais profundo da sua alma, mesmo que as vezes ela sinta que não possui uma. No fundo, ela é uma mulher cheia de sonhos e desejos. Sim, ela quer ser mais do que uma mulher. Quer sonhos, quer voar, quer poder sentir amor, andar na rua de cabeça erguida, quer jogar futebol, escutar música, quer tudo, e de tudo não quer mais nada. Quer ser uma forma distinta de vida, uma forma única.








Orfeu tem 19 anos, é estudante, "escritor, poeta, compositor, aux. administrativo, e vários outros empregos (in)formais"

Cotidiano Homossexual

Postado por Orfeu


Ela tinha acabado de sair do banho. Seus cachos curtos, molhados, lambiam sua testa em sinal de protesto ao banho prolongado. Tinha acabado de chegar da noite, e precisava colocar as idéias no lugar, talvez pensar por que bebeu, e bebia tanto. Ligou o som, e a música tocava lá no fundo “mas estou indo embora baby baby”, e ela comia arroz frio sentada no sofá. Não se sentia mais que uma mulher, embora fosse. Talvez a falta de futuro, essa é a palavra, futuro. Lembrou da noite. Na noite, ela bebeu, bebeu, e bebeu mais, além de ter beijado um cara. Firmar um relacionamento é coisa casual, ela não gosta disso. Roça o corpo nas mulheres, em um ritual de prazer. Nesse momento, pára e pensa: Meu futuro é um passado.

Talvez ela esteja dizendo isto somente pelo calor da tontura que a bebida proporcionou, ou por quê falta realmente alguma coisa, alguma coisa que não está presente nos cigarros e baladas do Núcleo. Lembrou que tinha que ir no supermercado da esquina pela manhã, mas não queria ver a cara do dono, ele sempre olhava para ela como quem olha uma prostituta.

Mas seus desejos são mais nobres, e suas pequenas atitudes são o espelho mais profundo da sua alma, mesmo que as vezes ela sinta que não possui uma. No fundo, ela é uma mulher cheia de sonhos e desejos. Sim, ela quer ser mais do que uma mulher. Quer sonhos, quer voar, quer poder sentir amor, andar na rua de cabeça erguida, quer jogar futebol, escutar música, quer tudo, e de tudo não quer mais nada. Quer ser uma forma distinta de vida, uma forma única.








Orfeu tem 19 anos, é estudante, "escritor, poeta, compositor, aux. administrativo, e vários outros empregos (in)formais"

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