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Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

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Quem disse que só tem um jeito?

Enfim, algo diferente na dramaturgia brasileira


Weslley Talaveira - Poder Paralelo, da Record, conta história que envolve máfia italiana e mostra que nem tudo está perdido na dramaturgia brasileira.

Poucas vezes escrevi aqui sobre novela. Primeiro porque a grande maioria das novelas não conta nada que não seja histórias de amor bobas cercadas de tragédias bizarras, segundo porque não tenho paciência de acompanhar nada pela TV.

Nunca acompanhei nenhuma novela da TV do Bispo (Record), mas o barulho que Poder Paraleleo vinha causando na mídia me levou a procurar melhor o que essa novela tinha. Resolvi ler um pouco mais sobre ela e assistir um capítulo inteiro, mesmo sob os protestos religiosos enfurecidos dos que estavam na minha casa. Ao ver a novela, confesso, mesmo não gostando nem um pouquinho da Record por motivos que prefiro não dizer, que me surpreendi. Além de uma equipe impecável e trilha sonora de muitíssimo bom gosto, a história que a novela conta vai além do convencional da TV.

Baseada no livro Honra ou Vendetta, de Silvio Lancelotti, a novela mostra uma série de assassinatos acontecidos em Palermo, na Itália e em São Paulo, que supostamente teriam ligação coma máfia italiana. A Polícia Federal brasileira tenta desvendar os assassinatos, mas descobre muito mais do que italianos envolvidos em crimes.

O resultado foi um trabalho bem feito, que chega ao fim com uma história ineligente que mostra que nem tudo está perdido na dramaturgia brasileira. Pena que a Record tenha abandonado a trama a partir do lançamento da segunda edição da famigerada Fazenda, mudando-a de horário por várias vezes. Além disso, dedos de bispos da Igreja Universal, dona da Record, fizeram cenas importantes da novela serem cortadas, por "ofender a moral e os bons costumes". Mesmo assim, a audiência correspondeu à qualidade da trama, que ficou por várias vezes na liderança.


Por Weslley Talaveira

Enfim, algo diferente na dramaturgia brasileira


Weslley Talaveira - Poder Paralelo, da Record, conta história que envolve máfia italiana e mostra que nem tudo está perdido na dramaturgia brasileira.

Poucas vezes escrevi aqui sobre novela. Primeiro porque a grande maioria das novelas não conta nada que não seja histórias de amor bobas cercadas de tragédias bizarras, segundo porque não tenho paciência de acompanhar nada pela TV.

Nunca acompanhei nenhuma novela da TV do Bispo (Record), mas o barulho que Poder Paraleleo vinha causando na mídia me levou a procurar melhor o que essa novela tinha. Resolvi ler um pouco mais sobre ela e assistir um capítulo inteiro, mesmo sob os protestos religiosos enfurecidos dos que estavam na minha casa. Ao ver a novela, confesso, mesmo não gostando nem um pouquinho da Record por motivos que prefiro não dizer, que me surpreendi. Além de uma equipe impecável e trilha sonora de muitíssimo bom gosto, a história que a novela conta vai além do convencional da TV.

Baseada no livro Honra ou Vendetta, de Silvio Lancelotti, a novela mostra uma série de assassinatos acontecidos em Palermo, na Itália e em São Paulo, que supostamente teriam ligação coma máfia italiana. A Polícia Federal brasileira tenta desvendar os assassinatos, mas descobre muito mais do que italianos envolvidos em crimes.

O resultado foi um trabalho bem feito, que chega ao fim com uma história ineligente que mostra que nem tudo está perdido na dramaturgia brasileira. Pena que a Record tenha abandonado a trama a partir do lançamento da segunda edição da famigerada Fazenda, mudando-a de horário por várias vezes. Além disso, dedos de bispos da Igreja Universal, dona da Record, fizeram cenas importantes da novela serem cortadas, por "ofender a moral e os bons costumes". Mesmo assim, a audiência correspondeu à qualidade da trama, que ficou por várias vezes na liderança.


Por Weslley Talaveira

"Não podemos ser coniventes com ditaduras", por Marina Silva



Em entrevista à CBN Rio, Marina Silva (PV-AC) conversou com Lúcia Hippolito e criticou a posição do Brasil com Venezuela e Irã.

Senadora e pre-candidata à presidencia da República, Marina falou sobre diversos assuntos: economia, meio ambiente, reforma política, entre outros assuntos.

Um dos pontos mais importantes da entrevista foi sua postura conciliadora diante da guerra política que se vê hoje no Brasil. Para a senadora, PT e PSDB pecaram por não estabelecer nenhum ponto de contato entre si, levando a divergência partidária a um nível de guerra pela guerra. Para a senadora, essa ausência de contato leva o PSDB a ficar preso quase exclusivamente ao DEM e o PT ao PMDB. A ideia de que um é o "supremo bem" e o outro é o "supremo mal" acaba por dificultar a governabilidade e desestabiliza a democracia.

Marina criticou também a postura do Governo brasieiro em relação à conivencia com regimes totalitaristas como Irã e Venezuela. Para ela, o Brasil não ganha nada em hegemonia muito menos em relevância ao apoiar regimes marcados pela falta de diálogo e pela repressão; pelo contrário, o Brasil acaba por perder pontos importantes com a comunidade internacional.

Ouça a íntegra da entrevista:


Por Weslley Talaveira

"Não podemos ser coniventes com ditaduras", por Marina Silva



Em entrevista à CBN Rio, Marina Silva (PV-AC) conversou com Lúcia Hippolito e criticou a posição do Brasil com Venezuela e Irã.

Senadora e pre-candidata à presidencia da República, Marina falou sobre diversos assuntos: economia, meio ambiente, reforma política, entre outros assuntos.

Um dos pontos mais importantes da entrevista foi sua postura conciliadora diante da guerra política que se vê hoje no Brasil. Para a senadora, PT e PSDB pecaram por não estabelecer nenhum ponto de contato entre si, levando a divergência partidária a um nível de guerra pela guerra. Para a senadora, essa ausência de contato leva o PSDB a ficar preso quase exclusivamente ao DEM e o PT ao PMDB. A ideia de que um é o "supremo bem" e o outro é o "supremo mal" acaba por dificultar a governabilidade e desestabiliza a democracia.

Marina criticou também a postura do Governo brasieiro em relação à conivencia com regimes totalitaristas como Irã e Venezuela. Para ela, o Brasil não ganha nada em hegemonia muito menos em relevância ao apoiar regimes marcados pela falta de diálogo e pela repressão; pelo contrário, o Brasil acaba por perder pontos importantes com a comunidade internacional.

Ouça a íntegra da entrevista:


Por Weslley Talaveira

"Solitários" e a experiência do confinamento.



Weslley Talaveira - "Solitários", Reallity Show do SBT, termina como um programa de grande potencial que foi mal aproveitado.

Terminou o Reallity Show do SBT Solitários, versão brasileira do programa Solitary, produzido pela americana Fox. O programa foi uma aposta do SBT para enfrentar a Fazenda e o BBB.

Com um estilo diferente ao que o brasileiro está acostumado a ver em confinamentos, Solitários apresentou 9 competidores que ficaram duas semanas isolados do mundo em cabines fechadas, interagindo o tempo todo apenas com uma voz computadorizada, a Val. Era com ela que eles conversavam, discutiam, pediam permissão para tudo, e etc.



O objetivo do programa é, segundo o próprio SBT, promover um "experimento social", que mostra como pessoas das mais diversas cuturas e formações reagem ao total isolamento, diferente do BBB e Fazenda, onde pessoas convivem com amigos, participam de festas e até fazem sexo. Em Solitários, o participante enfrenta na pele o significado da palavra confinamento. Comida racionada, horário de sono reduzido e nenhuma possibilidadede banho, aliados a provas pesadíssimas que exigiam muito esforço físico e mental. No Reallity, o participante deixa de ter até mesmo seu nome, que é trocado pelo número da cabine. Tudo isso sem contar com a pressão psicológica feita pela própria Val, companheira dos participantes.

No programa pode-se ver de tudo um pouco: desde "machões" que não suportavam as provas até menininhas mimadas que ficaram horas em pé sobre uma tábua com pregos. Surpreendentemente, o vencedor foi o participante que no início mostou ter menos capacidade de resistir ao confinamento. O dublé Tom, o "número 9" conhecido por chorar em quase todas as provas foi o vencedor após suportar provas pesadíssimas (algumas até meio duvidosas, beirando a tortura).



Como uma cópia ipsis literis do original americano, Solitários começou e terminou com uma imagem positiva, de um programa inovador na TV brasileira, que além de prender a atenção mostrou o que é realmente um confinamento. Mostrou que pessoas isoladas da sociedade e do convívio com a família podem cometer as mais bizzaras atitudes, como discutir e brigar com um computador ou até mesmo escrever canções de amor para esse mesmo computador. Solitários mostrou o que diversos psicólogos já falaram: ninguém consegue viver sozinho.

Mas como boa parte do que é produzido no SBT, o programa não recebeu a atenção devida e acabou passando despercebido de boa parte dos brasileiros. Primeiro pelo fato de o SBT colocar um Reallity para disputar audiência com outro, o BBB da Globo, que tem indiscutivelmente a preferência nacional, independente de ser ou não algo bom de se ver. Segundo pela pouca divulgação na grade da emissora e falta de inserções diárias que mostrassem a rotina dos participantes. Terceiro, por um problema maior que afeta toda a emissora: o SBT anda muito mal das pernas no que diz respeito à relação com o restante da mídia. Os programas do SBT não conseguem fazer o menor barulho, e com isso atraem atenção única e simplesmente dos que já assistem a emissora. Solitários tinha potencial de atrair muita gente nova, mas isso não aconteceu por pura falta de um bom planejamento de marketing. É o amadorismo que vem tomando conta de boa parte da TV mais feliz do Brasil.

Quem sabe na próxima edição?


Por Weslley Talaveira

"Solitários" e a experiência do confinamento.



Weslley Talaveira - "Solitários", Reallity Show do SBT, termina como um programa de grande potencial que foi mal aproveitado.

Terminou o Reallity Show do SBT Solitários, versão brasileira do programa Solitary, produzido pela americana Fox. O programa foi uma aposta do SBT para enfrentar a Fazenda e o BBB.

Com um estilo diferente ao que o brasileiro está acostumado a ver em confinamentos, Solitários apresentou 9 competidores que ficaram duas semanas isolados do mundo em cabines fechadas, interagindo o tempo todo apenas com uma voz computadorizada, a Val. Era com ela que eles conversavam, discutiam, pediam permissão para tudo, e etc.



O objetivo do programa é, segundo o próprio SBT, promover um "experimento social", que mostra como pessoas das mais diversas cuturas e formações reagem ao total isolamento, diferente do BBB e Fazenda, onde pessoas convivem com amigos, participam de festas e até fazem sexo. Em Solitários, o participante enfrenta na pele o significado da palavra confinamento. Comida racionada, horário de sono reduzido e nenhuma possibilidadede banho, aliados a provas pesadíssimas que exigiam muito esforço físico e mental. No Reallity, o participante deixa de ter até mesmo seu nome, que é trocado pelo número da cabine. Tudo isso sem contar com a pressão psicológica feita pela própria Val, companheira dos participantes.

No programa pode-se ver de tudo um pouco: desde "machões" que não suportavam as provas até menininhas mimadas que ficaram horas em pé sobre uma tábua com pregos. Surpreendentemente, o vencedor foi o participante que no início mostou ter menos capacidade de resistir ao confinamento. O dublé Tom, o "número 9" conhecido por chorar em quase todas as provas foi o vencedor após suportar provas pesadíssimas (algumas até meio duvidosas, beirando a tortura).



Como uma cópia ipsis literis do original americano, Solitários começou e terminou com uma imagem positiva, de um programa inovador na TV brasileira, que além de prender a atenção mostrou o que é realmente um confinamento. Mostrou que pessoas isoladas da sociedade e do convívio com a família podem cometer as mais bizzaras atitudes, como discutir e brigar com um computador ou até mesmo escrever canções de amor para esse mesmo computador. Solitários mostrou o que diversos psicólogos já falaram: ninguém consegue viver sozinho.

Mas como boa parte do que é produzido no SBT, o programa não recebeu a atenção devida e acabou passando despercebido de boa parte dos brasileiros. Primeiro pelo fato de o SBT colocar um Reallity para disputar audiência com outro, o BBB da Globo, que tem indiscutivelmente a preferência nacional, independente de ser ou não algo bom de se ver. Segundo pela pouca divulgação na grade da emissora e falta de inserções diárias que mostrassem a rotina dos participantes. Terceiro, por um problema maior que afeta toda a emissora: o SBT anda muito mal das pernas no que diz respeito à relação com o restante da mídia. Os programas do SBT não conseguem fazer o menor barulho, e com isso atraem atenção única e simplesmente dos que já assistem a emissora. Solitários tinha potencial de atrair muita gente nova, mas isso não aconteceu por pura falta de um bom planejamento de marketing. É o amadorismo que vem tomando conta de boa parte da TV mais feliz do Brasil.

Quem sabe na próxima edição?


Por Weslley Talaveira

Antônia


Orfeu - Antonia já acorda gritando todo dia: Traz minha filha de volta moço, moço, traz minha filha de volta. Eu nunca tive curiosidade de perguntar quem era essa filha, estava ocupado demais rindo da cara da doida de saia e camiseta do PT. Eu e as outras pessoas enfim...

Sempre via ela no correio ou no banco, ela entrava procurando a filha dela e os seguranças começavam a apontar a porta, dando risada um da cara do outro. Ela só conseguia falar: Moço minha filha saiu ontem e ainda não voltou, vai lá buscar ela por favor, ela deve estar com frio e fome. E os homens continuavam rindo como se ela fosse um daqueles mascotes de torcida de futebol americano quando entram no meio do jogo. “CORINTHIANS PORRA” e mudavam logo o assunto para os seus entretenimentos fim-de-semanais.

Eu não entendia bem o porquê dela viver falando isso, só sabia que era louca, por causa do riso aliado a uma postura adunca, fruto de seus setenta e alguns anos. Confesso até um asco pelo fato de ela só andar cuspindo. Será que vivia bem? Será que comia bem? Dormia será?

Um dia eu estava entrando no banco e ela segurou no meu braço: menino, me ajuda a buscar minha filha? Eu já tinha visto os seguranças dando risada da minha cara, então eu (no alto de minha curiosidade) perguntei: Quem é sua filha? Ela começou a rodar olhando pros lados, voltou e me encarou: Moço me ajuda a buscar minha filha ...

Os seguranças riram muito de mim e falaram: Deixa isso quieto garoto, essa velha é doida. Mas eu fiquei parado encarando aqueles olhos pretos , quem sabe encarando o quê. Antonia era uma velha senil, mas alguma coisa havia a deixado assim.

Quem sabe o quê quem sabe quando ou sabe onde, eu só queria descobrir ou ajudar aquela senhora a sorrir de verdade.

Continua semana que vem.


Por Orfeu

Antônia


Orfeu - Antonia já acorda gritando todo dia: Traz minha filha de volta moço, moço, traz minha filha de volta. Eu nunca tive curiosidade de perguntar quem era essa filha, estava ocupado demais rindo da cara da doida de saia e camiseta do PT. Eu e as outras pessoas enfim...

Sempre via ela no correio ou no banco, ela entrava procurando a filha dela e os seguranças começavam a apontar a porta, dando risada um da cara do outro. Ela só conseguia falar: Moço minha filha saiu ontem e ainda não voltou, vai lá buscar ela por favor, ela deve estar com frio e fome. E os homens continuavam rindo como se ela fosse um daqueles mascotes de torcida de futebol americano quando entram no meio do jogo. “CORINTHIANS PORRA” e mudavam logo o assunto para os seus entretenimentos fim-de-semanais.

Eu não entendia bem o porquê dela viver falando isso, só sabia que era louca, por causa do riso aliado a uma postura adunca, fruto de seus setenta e alguns anos. Confesso até um asco pelo fato de ela só andar cuspindo. Será que vivia bem? Será que comia bem? Dormia será?

Um dia eu estava entrando no banco e ela segurou no meu braço: menino, me ajuda a buscar minha filha? Eu já tinha visto os seguranças dando risada da minha cara, então eu (no alto de minha curiosidade) perguntei: Quem é sua filha? Ela começou a rodar olhando pros lados, voltou e me encarou: Moço me ajuda a buscar minha filha ...

Os seguranças riram muito de mim e falaram: Deixa isso quieto garoto, essa velha é doida. Mas eu fiquei parado encarando aqueles olhos pretos , quem sabe encarando o quê. Antonia era uma velha senil, mas alguma coisa havia a deixado assim.

Quem sabe o quê quem sabe quando ou sabe onde, eu só queria descobrir ou ajudar aquela senhora a sorrir de verdade.

Continua semana que vem.


Por Orfeu

Abraços Partidos



Weslley Talaveira - Hoje assisti "Abraços Partidos", produzido por Pedro Almódovar e protagonizado por Penélope Cruz e Lluis Homar. O filme se passa em duas épocas distintas: em meados dos anos 90 e em 2008, com histórias que mesclam o amor pelo cinema com paixões interrompidas.




No filme, o diretor de cinema Mateo Blanco (Lluis Homar), depois de vários acontecimentos, resolve adotar o pseudônimo de Harry Caine, e conta a Diego, seu assistente e filho de sua produtora e fiel amiga Judith sua historia até então mantida em segredo absoluto. Nessa história, Mateo fala de seu amor pela atriz Lena (Penélope Cruz), amor nascido durante o set de filmagens de um filme chamado "Chicas y Maletas" (garotas e bolsas). Lena é casada com um magnata que, atormentado pela ideia da traição, tentará usar seu poderio para impedir a conclusão e o lançamento do filme. "Abraços Partidos" é uma história incrível de um amor marcado pela intensidade, pelo sexo e pelos ciúmes, que foi interrompido brutalmente.



Usando da técnica do filme dentro do filme, Almódovar circula com uma fantasia que o diverte: a inspiração (ou até mesmo tesão) que as musas provocam nos diretores. O resultado final é um filme de ótimo bom gosto, com cenas perfeitas, elenco fantástico e trilha impecável. Como se não bastasse a trama ser ótima, ver Penélope Cruz quase totalmente nua não tem preço...

Ninguém tocou? R.R. Soares toca para você!






Alvim Dias - Amigos do Novas Ideias,





Este sujeito chama-se Romildo Ribeiro $oare$, conhecido como Mi$$ionário R.R. Soare$. Tem 62 anos e é fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus. Seu sonho era cursar Medicina, tinha até uma promessa de bolsa de estudos no curso de Medicina na Universidade Patrice Lumumba, em Moscou, na Rússia, mas seu faro empreendedor optou pela vida religio$a.



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Inaugurou a primeira igreja da Graça em 1980 no Município de Duque de Caxias, Rio de Janeiro, da qual é líder até hoje. Casou-se com Maria Magdalena, irmã do Bispo Macedo, e tem com ela 5 filhos.











Embora casado com a irmã do atual dono da Rede Record, a relação com Bispo Macedo começou em 1968 na Nova Vida. Os dois fundaram A Cruzada do Caminho Eterno e sete anos após e em 1977 criaram a Igreja Universal do Reino de Deus.











Olha o patrimônio atual do $ujeito:











- uma operadora evangélica de TV paga (No$$a TV);







- gráfica e editora (Arte$ Gráfica e Editora Ltda);







- gravadora evangélica (Graça Mu$ic);







- outra editora (Graça Editorial);







- um canal de TV UHF (RIT TV);







- uma rede evangélica de rádio (No$$a Rádio);







- cartão de crédito da Igreja da Graça;





- 900 igreja$ por todo o país;





- uma faculdade de Comunicação (PP, RP e Jornalismo), a "Faculdade do Povo".





Atualmente tem contratos milhionários com redes de TV. Apresenta o programa Show da Fé pela Band e CNT no período da noite, bem como pela suas aparições pela RIT – Rede Internacional de Televisão e pela sua Nossa TV. Além disso, conta, atualmente, com horários alugados nas madrugadas e fins de tarde da emissora RedeTV!.















Tornou-se o campeão de aparições na tevê ao ter um total de 100 horas por semana de programação nas emissoras nacionais. Mas perdeu a posição de liderança para o líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, o Valdemiro Milagre, lembra do nosso amigo?











Após este pequeno histórico, pergunto-lhe se já assistiu algum programa dele?





Meu grande problema com esse senhor é justamente suas técnicas de manipulação de mentes das pessoas de pouco poder reflexivo.











Imagine uma pessoa cheia de problemas em sua vida (alcoolismo, drogas, desemprego, violência, doenças, etc) que busca a igreja da Graça. Chegando lá, evidentemente que busca sentir-se tocado pelo poder de Deus e assim dar uma reviravolta em sua vida.





Daí vem a inteligência de nosso R.R. Soares, olha só:











“Quem quer ajudar nossa obra aí, em nome do Senhor Jesus, levante a mão?





Se precisar nossos obreiros podem ajudar vocês, eles têm caneta e até preenche se precisarem. Mas só seja patrocinador da nossa obra se Jesus tocar seu coração para isto. Não quero que seja patrocinador (sic) se não for pela mão do Espírito Santo tocando seu coração para tal.”











Ahhh, fala sério né?







Quem duvida que “tocada” ou não, a pessoa do exemplo que dei anteriormente se sentirá movida a patrocinar o Missionário? Ou neste primeiro dia, ou em outro... mas que vai, vai!














Um salve pra vocês!





Alvim Dias é Publicitário e tem 26 anos.


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