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Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

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Quem disse que só tem um jeito?

Look At Me


@wesleytalaveira - "Cuidado com o que você põe na internet. Isso pode perseguir você para sempre". Assim respondeu Barack Obama a um menino de uma escola primária, quando questionado sobre o que fazer para um dia ser presidente dos Estados Unidos.

Nossa geração é considerada a "look at me generation" ("geração olhe para mim"). O sentimento de intimidade fica muita vezes confuso quando o assunto é mídias sociais, ou principalmente sites de relacionamentos. O famoso e popular Orkut, apesar de ser pouco popular no resto do mundo, é o campeão no Brasil. Pessoas povoam o Orkut com fotos pessoais, da família, do cachorro, de namorado, festas, caras e bocas (muito bregas, pra ser bem sincero) além de colocar informações pessoais como e-mail, e há os que colocam até mesmo o endereço completo, com telefone e tudo mais. Ou seja, as pessoas se expõem ao mundo, mostram sua privacidade - que acaba por deixar de ser privado. Um verdadeiro BBB da vida real. Além disso, o Twitter virou uma agenda pública da rotina do usuário. Há quem passe o dia falando o que está fazendo, o que está pensando, ode jantou, o que comeu, com quem transou. De uma hora para outra, as mídias sociais começaram a expor a vida alheia para o mundo.



Diante disso, fica a pergunta: cadê o "só meu"? Por que essa necessidade de mostrar mais que o necessário? Nossa geração sente a necessidade de mostrar a vida pessoal, de contar, ao passo que gostamos de participar da vida alheia. Como disse a apresentadora e ex-BBB Ana Carolina Madeira em entrevista ao nosso blog, o ser humano é "meio voyeur". Gosta de espiar o outro em sua intimidade.



O mundo virtual hoje é dividido entre pessoas que sabem usá-lo com maestria, e por gente que consegue mostrar o pior de si. Quem fica o dia inteiro postando "novidades" pode mostrar que não tem vida off-line. Quem reclama da vida pior ainda. Ou há aquelas que usam o Twitter para postar as fotos do biquini usado no final de semana, mas esquecem que o chefe faz parte dos "followers".

Pense duas vezes antes de clicar no botãozinho "enter" de sua página de relacionamentos. A privacidade é um bem que, depois de perdido, pode ser impossível de recuperar.

Look At Me


Weslley Talaveira - "Cuidado com o que você põe na internet. Isso pode perseguir você para sempre". Assim respondeu Barack Obama a um menino de uma escola primária, quando questionado sobre o que fazer para um dia ser presidente dos Estados Unidos.

Nossa geração é considerada a "look at me generation" ("geração olhe para mim"). O sentimento de intimidade fica muita vezes confuso quando o assunto é mídias sociais, ou principalmente sites de relacionamentos. O famoso e popular Orkut, apesar de ser pouco popular no resto do mundo, é o campeão no Brasil. Pessoas povoam o Orkut com fotos pessoais, da família, do cachorro, de namorado, festas, caras e bocas (muito bregas, pra ser bem sincero) além de colocar informações pessoais como e-mail, e há os que colocam até mesmo o endereço completo, com telefone e tudo mais. Ou seja, as pessoas se expõem ao mundo, mostram sua privacidade - que acaba por deixar de ser privado. Um verdadeiro BBB da vida real. Além disso, o Twitter virou uma agenda pública da rotina do usuário. Há quem passe o dia falando o que está fazendo, o que está pensando, ode jantou, o que comeu, com quem transou. De uma hora para outra, as mídias sociais começaram a expor a vida alheia para o mundo.



Diante disso, fica a pergunta: cadê o "só meu"? Por que essa necessidade de mostrar mais que o necessário? Nossa geração sente a necessidade de mostrar a vida pessoal, de contar, ao passo que gostamos de participar da vida alheia. Como disse a apresentadora e ex-BBB Ana Carolina Madeira em entrevista ao nosso blog, o ser humano é "meio voyeur". Gosta de espiar o outro em sua intimidade.



O mundo virtual hoje é dividido entre pessoas que sabem usá-lo com maestria, e por gente que consegue mostrar o pior de si. Quem fica o dia inteiro postando "novidades" pode mostrar que não tem vida off-line. Quem reclama da vida pior ainda. Ou há aquelas que usam o Twitter para postar as fotos do biquini usado no fial de semana, mas esquecem que o chefe faz parte dos "followers".

Pense duas vezes antes de clicar no botãozinho "enter" de sua página de relacionamentos. A privacidade é um bem que, depois de perdido, pode ser impossível de recuperar.

É hoje!



@wesleytalaveira - Chegou o dia do julgamento que consta entre os mais importantes da história do Judiciário brasileiro: o julgamento do caso Isabella Nardoni. A partir de hoje a Justiça leva a tribunal o casal mais especulado do momento: Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá.

Alexandre Nardoni, consultor jurídico de 31 anos, e sua mulher, Ana Carolina Jatobá, estudante de 25 anos, acusados de matar a pequena Isabella, de 5 anos, em março de 2008, sentarão no banco dos réus do Fórum de Santana, Zona Norte de São Paulo a partir de segunda-feira. O caso ganhou repercussão nacional e em vários lugares do mundo, dada a crueldade. Isabella Nardoni foi encontrada ferida, no dia 29 de março de 2008, no jardim do edifício London, após ter sido jogada de uma altura de seis andares. No apartamento localizado na zona norte de São Paulo moravam o pai, a madrasta da menina e dois filhos do casal, um de onze meses e outro de três anos. A menina chegou a ser socorrida pelos bombeiros mas não resistiu e morreu a caminho do hospital.




A única coisa que se espera que seja feito nesses dais de julgamento é JUSTIÇA. Justiça para uma garota que tee uma vida inteira interrompida por alguém inescrupuloso, mal, cruel, que não tem o menor apreço pela própria vida e pela dos outros. Todos os indícios levam à Alexandre Nardoni e Ana Jatobá e, caso tenha sido eles mesmo, eles ainda devem pagar muito; ele por cometer tal atrocidsade com a própria flha, e ela por ser mãe e - talvez - conhecer a dor que causou a uma mãe que não teve qualquer culpa em nenhum momento.



Que Deus dê graça a todos os envolvidos nesse julgamento, e que a justiça seja feita.

É hoje!



Weslley Talaveira - Chegou o dia do julgamento que consta entre os mais importantes da história do Judiciário brasileiro: o julgamento do caso Isabella Nardoni. A partir de hoje a Justiça leva a tribunal o casal mais especulado do momento: Alexandre Nardoni e Ana Carolina Jatobá.

Alexandre Nardoni, consultor jurídico de 31 anos, e sua mulher, Ana Carolina Jatobá, estudante de 25 anos, acusados de matar a pequena Isabella, de 5 anos, em março de 2008, sentarão no banco dos réus do Fórum de Santana, Zona Norte de São Paulo a partir de segunda-feira. O caso ganhou repercussão nacional e em vários lugares do mundo, dada a crueldade. Isabella Nardoni foi encontrada ferida, no dia 29 de março de 2008, no jardim do edifício London, após ter sido jogada de uma altura de seis andares. No apartamento localizado na zona norte de São Paulo moravam o pai, a madrasta da menina e dois filhos do casal, um de onze meses e outro de três anos. A menina chegou a ser socorrida pelos bombeiros mas não resistiu e morreu a caminho do hospital.




A única coisa que se espera que seja feito nesses dais de julgamento é JUSTIÇA. Justiça para uma garota que tee uma vida inteira interrompida por alguém inescrupuloso, mal, cruel, que não tem o menor apreço pela própria vida e pela dos outros. Todos os indícios levam à Alexandre Nardoni e Ana Jatobá e, caso tenha sido eles mesmo, eles ainda devem pagar muito; ele por cometer tal atrocidsade com a própria flha, e ela por ser mãe e - talvez - conhecer a dor que causou a uma mãe que não teve qualquer culpa em nenhum momento.



Que Deus dê graça a todos os envolvidos nesse julgamento, e que a justiça seja feita.

O fantástico mundo de Maluf




Weslley Talaveira - Nunca antes na história desse país os brasileiros foram tão procurados no exterior. Um desses "procurados" é ninguém menos que Paulo Maluf, mas pela Interpol. Sim, a Interpol.

Paulo Salim Maluf é paulistano da gema, mas descendente de libaneses. Tem uma carreira política e profissional extensa. Foi quem praticamente construiu a São Paulo que temos hoje, feito do qual ele se gaba o tempo todo ("ninguém anda em São Paulo sem passas por uma obra minha", ele diz sempre). Entre suas obras na capital estão: Complexo viário do Minhocão, Viaduto Antártica, parte das marginais Pinheiros e Tietê, Avenida Engenheiro Caetano Álvares (ao lado do Jornal O Estado de São Paulo) , Avenida Gastão Vidigal (ao lado do Ceagesp), Faria Lima , Radial Leste , Cupecê, Juntas Provisórias, Ricardo Jafet, Santos Dumont, Bandeirantes, Anhaia Melo e Salim Farah Maluf. Duplicou as avenidas: Ibirapuera, Doutor Arnaldo, São Miguel, Interlagos, Francisco Morato e Marquês de São Vicente. Criou também todas as alças da 23 de Maio. Construiu a Ligação Leste-Oeste sob a Praça Roosevelt e o Túnel São Gabriel, na região de Santo Amaro. Além disto deixou concluído grande parte do Complexo Viário das avenidas Rebouças e Major Natanael. Foi também o responsável pela linha 1 - Azul do metrô de SP, criou a Eletropaulo, a partir da parte comprada da Light, foi o primeiro a afirmar que na costa de Santos havia petróleo, muito antes de o Lula manchar os 9 dedos lá, ocasião em que criou a Paulipetro. Criou o Sistema Cantareira, que é responsável pelo abastecimento de água de 10 milhões de habitantes, a primeira fase da Estação de Tratamento de Esgotos de Barueri e a terceira fase da Estação de Tratamento de Água do Guaraú. São também realizações do Governo Maluf a expansão da linha Leste-Oeste de Metrô (a atual Linha 3 - Vermelha), constituída pelas estações: Pedro II, Brás, Bresser-Moóca, Belém e Tatuapé (para leste) e Anhangabaú, República e Santa Cecília (para oeste). Esta última estação foi concluída no governo seguinte que finalizou os 10% que restava. Construiu a Rodovia dos Trabalhadores (renomeada em 1994 como "Rodovia Ayrton Senna"), a Rodovia Mogi-Bertioga, a Ponte do Mar Pequeno, o Terminal Rodoviário Governador Carvalho Pinto(conhecido como Terminal Rodoviário do Tietê) e, em parceria com o Ministério da Aeronáutica, o Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos (renomeado em 1999 como Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro, concluído após o fim de sua gestão, em 1985), e no qual o seu governo foi responsável por um grande aporte financeiro. Iniciou as usinas hidrelétricas de Nova Avanhandava, Porto Primavera, Taquaruçu, Três Irmãos e de Rosana. Inaugurou e equipou o Instituto do Coração do Hospital das Clínicas. Ufa!


Sim, pode-se dizer que a São Paulo que temos hoje é obra de Paulo Maluf, que não poupou trabalho nem o conhecimento em engenharia adquirido em sua formação.

E o homem que construiu São Paulo também desviou dinheiro daqui. Muito dinheiro. Em quase todos os túneis que construiu (que não foram poucos, nem citei aqui) há denúncias de desvios milionários de dinheiro. Além disso tudo, tem contas bancárias milionárias nas ilhas de Jersey, paraíso fiscal dos EUA. Em 10 de junho de 2006 o jornal Folha de S. Paulo revelou que a polícia da ilha bloqueou contas com cerca de US$ 200 milhões de Paulo Maluf e seus familiares. Além disso, em 2007 a Justiça americana determinou a prisão de Maluf pelos crimes de conspiração, auxílio na remessa de dinheiro ilegal para Nova York e roubo de dinheiro público em São Paulo.


Maluf responde a muitos processos, no Supremo Tribunal Federal, no Superior Tribunal de Justiça, no Ministério Público Estadual de São Paulo; na Fazenda Pública (devido ao processo cível que tramita na quarta Vara da Fazenda Pública todos os seus bens foram bloqueados).

E agora Maluf foi incluído na lista vermelha da Interpol, que é uma espécie de polícia internacional. Isso significa que se colocar os pés em qualquer um dos 181 países membros da Interpol será preso. Mas aqui no Brasil ele caminha livremente pelos corredores do Congesso Federal e posa com o presidente Lula, a quem apoia fielmente.

Sim, Maluf está na lista de procurados da Interpol por crimes cometidos no Brasil, e no próprio país dele ele está à vontade. Maluf fez até bem para o Brasil: expõe uma justiça hipócrita, que usa Arruda como estandarte de uma falsa moralidade, mas inocenta um bandido considerado "criminoso procurado" da Interpol. Maluf usa de um cinismo incompreensível pela racionalidade humana para se desculpar das denúncias e usar suas obras como escudo. Ele é o que rouba, mas faz. Maluf parece criar uma outra imagem, um plano metafísico, um "fantástico mundo", onde pode dizer: "esse Maluf da Interpol não sou eu, é um outro inventado pelos críticos". E agora que o Brasil de Lula resolveu bater de frente com os EUA, ele poderia usar o discurso petista da "imposição americana" e da "perseguição à soberania nacional".

Um homem que poderia entrar para a história de São Paulo como o construtor da cidade, entra também como o maior bandido que a cidade já teve, e um dos maiores do país. O que poderia ser um orgulho brasileiro é também a vergonha nacional. Homens como Paulo Maluf nos fazem sentir envergonhados de ser brasileiros.

Mas o Brasil é "um país de todos", inclusive do Maluf...

O fantástico mundo de Maluf




Weslley Talaveira - Nunca antes na história desse país os brasileiros foram tão procurados no exterior. Um desses "procurados" é ninguém menos que Paulo Maluf, mas pela Interpol. Sim, a Interpol.

Paulo Salim Maluf é paulistano da gema, mas descendente de libaneses. Tem uma carreira política e profissional extensa. Foi quem praticamente construiu a São Paulo que temos hoje, feito do qual ele se gaba o tempo todo ("ninguém anda em São Paulo sem passas por uma obra minha", ele diz sempre). Entre suas obras na capital estão: Complexo viário do Minhocão, Viaduto Antártica, parte das marginais Pinheiros e Tietê, Avenida Engenheiro Caetano Álvares (ao lado do Jornal O Estado de São Paulo) , Avenida Gastão Vidigal (ao lado do Ceagesp), Faria Lima , Radial Leste , Cupecê, Juntas Provisórias, Ricardo Jafet, Santos Dumont, Bandeirantes, Anhaia Melo e Salim Farah Maluf. Duplicou as avenidas: Ibirapuera, Doutor Arnaldo, São Miguel, Interlagos, Francisco Morato e Marquês de São Vicente. Criou também todas as alças da 23 de Maio. Construiu a Ligação Leste-Oeste sob a Praça Roosevelt e o Túnel São Gabriel, na região de Santo Amaro. Além disto deixou concluído grande parte do Complexo Viário das avenidas Rebouças e Major Natanael. Foi também o responsável pela linha 1 - Azul do metrô de SP, criou a Eletropaulo, a partir da parte comprada da Light, foi o primeiro a afirmar que na costa de Santos havia petróleo, muito antes de o Lula manchar os 9 dedos lá, ocasião em que criou a Paulipetro. Criou o Sistema Cantareira, que é responsável pelo abastecimento de água de 10 milhões de habitantes, a primeira fase da Estação de Tratamento de Esgotos de Barueri e a terceira fase da Estação de Tratamento de Água do Guaraú. São também realizações do Governo Maluf a expansão da linha Leste-Oeste de Metrô (a atual Linha 3 - Vermelha), constituída pelas estações: Pedro II, Brás, Bresser-Moóca, Belém e Tatuapé (para leste) e Anhangabaú, República e Santa Cecília (para oeste). Esta última estação foi concluída no governo seguinte que finalizou os 10% que restava. Construiu a Rodovia dos Trabalhadores (renomeada em 1994 como "Rodovia Ayrton Senna"), a Rodovia Mogi-Bertioga, a Ponte do Mar Pequeno, o Terminal Rodoviário Governador Carvalho Pinto(conhecido como Terminal Rodoviário do Tietê) e, em parceria com o Ministério da Aeronáutica, o Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos (renomeado em 1999 como Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro, concluído após o fim de sua gestão, em 1985), e no qual o seu governo foi responsável por um grande aporte financeiro. Iniciou as usinas hidrelétricas de Nova Avanhandava, Porto Primavera, Taquaruçu, Três Irmãos e de Rosana. Inaugurou e equipou o Instituto do Coração do Hospital das Clínicas. Ufa!


Sim, pode-se dizer que a São Paulo que temos hoje é obra de Paulo Maluf, que não poupou trabalho nem o conhecimento em engenharia adquirido em sua formação.

E o homem que construiu São Paulo também desviou dinheiro daqui. Muito dinheiro. Em quase todos os túneis que construiu (que não foram poucos, nem citei aqui) há denúncias de desvios milionários de dinheiro. Além disso tudo, tem contas bancárias milionárias nas ilhas de Jersey, paraíso fiscal dos EUA. Em 10 de junho de 2006 o jornal Folha de S. Paulo revelou que a polícia da ilha bloqueou contas com cerca de US$ 200 milhões de Paulo Maluf e seus familiares. Além disso, em 2007 a Justiça americana determinou a prisão de Maluf pelos crimes de conspiração, auxílio na remessa de dinheiro ilegal para Nova York e roubo de dinheiro público em São Paulo.


Maluf responde a muitos processos, no Supremo Tribunal Federal, no Superior Tribunal de Justiça, no Ministério Público Estadual de São Paulo; na Fazenda Pública (devido ao processo cível que tramita na quarta Vara da Fazenda Pública todos os seus bens foram bloqueados).

E agora Maluf foi incluído na lista vermelha da Interpol, que é uma espécie de polícia internacional. Isso significa que se colocar os pés em qualquer um dos 181 países membros da Interpol será preso. Mas aqui no Brasil ele caminha livremente pelos corredores do Congesso Federal e posa com o presidente Lula, a quem apoia fielmente.

Sim, Maluf está na lista de procurados da Interpol por crimes cometidos no Brasil, e no próprio país dele ele está à vontade. Maluf fez até bem para o Brasil: expõe uma justiça hipócrita, que usa Arruda como estandarte de uma falsa moralidade, mas inocenta um bandido considerado "criminoso procurado" da Interpol. Maluf usa de um cinismo incompreensível pela racionalidade humana para se desculpar das denúncias e usar suas obras como escudo. Ele é o que rouba, mas faz. Maluf parece criar uma outra imagem, um plano metafísico, um "fantástico mundo", onde pode dizer: "esse Maluf da Interpol não sou eu, é um outro inventado pelos críticos". E agora que o Brasil de Lula resolveu bater de frente com os EUA, ele poderia usar o discurso petista da "imposição americana" e da "perseguição à soberania nacional".

Um homem que poderia entrar para a história de São Paulo como o construtor da cidade, entra também como o maior bandido que a cidade já teve, e um dos maiores do país. O que poderia ser um orgulho brasileiro é também a vergonha nacional. Homens como Paulo Maluf nos fazem sentir envergonhados de ser brasileiros.

Mas o Brasil é "um país de todos", inclusive do Maluf...

Educação e Mídias Sociais


Cesar Leão - E aí povo, mais uma vez estou falando sobre as mídias sociais. Uma nova pesquisa diz que as redes sociais podem não interferir no desempenho escolar. Para isso, um grupo de pesquisa da Universidade de New Hampshire avaliou dois grupos, um que participava ativamente de redes como Orkut e Facebook, e outro que não acessava com bastante frequência. Desse estudo resultou que as notas não sofreram grande modificações, mantiveram-se elevadas.

Será que as redes sociais são as grandes vilãs? Ou elas apenas estão levando as culpas?

Lembro-me dos meus tempos de 1º Grau (sim, no meu tempo ele tinha este nome) o pessoal que não gostava de estudar arranjava sempre uma desculpa qualquer, das mais esfarrapadas, pra não ir nas aulas ou pra fazer qualquer coisa afim... e naquela época a internet usava fraldas!!

E tu leitor, o que acha?

Educação e Mídias Sociais


Cesar Leão - E aí povo, mais uma vez estou falando sobre as mídias sociais. Uma nova pesquisa diz que as redes sociais podem não interferir no desempenho escolar. Para isso, um grupo de pesquisa da Universidade de New Hampshire avaliou dois grupos, um que participava ativamente de redes como Orkut e Facebook, e outro que não acessava com bastante frequência. Desse estudo resultou que as notas não sofreram grande modificações, mantiveram-se elevadas.

Será que as redes sociais são as grandes vilãs? Ou elas apenas estão levando as culpas?

Lembro-me dos meus tempos de 1º Grau (sim, no meu tempo ele tinha este nome) o pessoal que não gostava de estudar arranjava sempre uma desculpa qualquer, das mais esfarrapadas, pra não ir nas aulas ou pra fazer qualquer coisa afim... e naquela época a internet usava fraldas!!

E tu leitor, o que acha?

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