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Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

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Quem disse que só tem um jeito?

Se não repor, acaba!


@wesleytalaveira - Todo mundo sabe que tudo que usamos, se não for reposto, se desgasta e acaba. Assim é com os bens, com o dinheiro, com tudo. Com o meio ambiente não é diferente.
 

Isso é sustentabilidade. Nada mais que a consciência de que os recursos naturais não são infinitos, se não pensarmos agora, se não tentarmos urgentemente corrigir o erros de muitos anos atrás, daqui a algum tempo não teremos mais. E isso não é papo de ecologista chato. É #fato!

O Brasil cresceu às custas dos recursos naturais. Achava-se que, em nome do progresso, tudo era permitido. Desmatamentos, desperdícios, falta de educação ambiental foram a marca da história do Brasil. Agora chegou o tempo de tentar rever isso. 

O grande problema é o modo como alguns ainda veem o crescimento no Brasil. Ainda se tem a mentalidade retrógrada de que questões ambientais sao um empecilho para o crescimento. Isso se vê na Política, em obras públicas, na iniciativa privada. 

Pensar de maneira sustentável é rever todo o cotidiano, cortando desperdícios, repondo o que gastarmos de recursos naturais. e incentivando outros a fazerem o mesmo. Ou corremos o risco de acabar com o planeta.

Vale a pena pensar um pouco.

Já conhece o Pacto pela Juventude (@pactojuventude)?


@wesleytalaveira - Nunca antes na história desse país nossos jovens foram tão desprezados. Isso é fato. Faltam oportunidades, falta estrutura social para receber e educar os recém saídos da infância, ou os pré-adultos. Falta um conjunto de políticas públicas que vejam o jovem como alvo, como peça fundamental da sociedade. O que se vê são, às vezes, uma ou outra lei aqui e ali que tentam convencer os jovens de que ele ssão importantes, mas a verdade é que a juventude brasileira está esquecida à própria sorte. Haja vista o número de casos de violência contra adolescentes, pedofilia, criminalidade, drogas. Não existem no Brasil políticas eficientes que alcancem os menores de 25, 26 anos.

Nao adianta dar ao jovem a universidade, se ele não vai ter onde trabalhar. Nao adianta distribuir camisinha na escola, se ele não sabe encarar o sexo como deveria. Não adianta fazer superescolas, com piscina e sala de cinema se as aulas continuam tão desinteressantes como sempre. Não adianta dar pré-natal de graça para as adolescentes se elas poderiam ter evitados uma gravidez prematura.

São problemas como esses que o Pacto Pela Juventude está tentando resolver. Com uma série de propostas de políticas públicas voltadas aos adolescentes e jovens, o Pacto vem ganhando apoio de gente comprometida com a sociedade em geral. Entre as propostas do Pacto estão a revisão do sistema de Ensino público, aproximando a grade curricular ao aluno e da atualidade, garantir o acesso do jovem ao mercado de trabalho, entre outras grandes mudanças. Veja aqui o Pacto completo (arquivo em PDF).

Vale a pena conhecer o projeto!

Documentario "Criança, a Alma do Negócio"

"Por que meu filho sempre me pede um brinquedo novo? Por que minha filha quer mais uma boneca se ela já tem uma caixa cheia de bonecas? Por que eu comprei maquiagem para minha filha se ela só tem cinco anos? Por que meu filho sofre tanto se ele não tem o último modelo de um celular? Por que eu não consigo dizer não? Ele pede, eu compro e mesmo assim meu filho sempre quer mais. De onde vem este desejo constante de consumo?" São perguntas como essas que o documentário "Crianças, a Alma do Negócio", dirigido por Estela Renner se propõe a responder, ou tentar ajudar a responder. Nossas crianças estão se tornando consumidores cada vez mais cedo. Quais implicações isso tem na formação delas? Como os pais podem lidar com isso?

Veja logo abaixo o documentário completo, dividido em 6 partes.







Entrevista com a Banda Tópaz (@bandatopaz)


Com apenas 1 CD gravado (em 2007), eles já são conhecidos em boa parte do Brasil. A Banda Topaz, formada pelos gaúchos Cris, Pedro, Fly e Gigante surgiu em 2003 e, através de um trabalho intenso na internet, aliado ao carisma da banda, vem conquistando fãs dia após dia.

Diferentes. Talvez isso defina o motivo de tanta repercussão para as músicas da banda. O principal single da banda, "O Maior Idiota do Mundo", teve mais de 70 mil visualizações do clipe no Youtube, e eles vem conquistando mais a cada dia, pricipalmente por causa do seu trabalho na internet.

E foi pela internet que eles concederam essa entrevista super agradável ao Blog Novas Ideias. Confira:

Por que o nome Tópaz e qual a relação com a banda?
Haha... É que no inicio da banda, nos tempos de colégio ainda, colocamos o nome da banda de “Topazanal”, aí um dia surgiu o primeiro showzinho num bar e a dona do bar, queria fazer uma faixa anunciando o evento, mas pediu que  mudássemos o nome, e nós topamos... Simples né? Aí ficou Tópaz.

Quem compõe as músicas da banda? Qual o perfil das músicas da banda Tópaz?
As letras partem do Fly, assim como as melodias, o Gigante chega com algumas ideias também, mas isso está mudando, para fazermos as novas musicas, todos estão se envolvendo bastante.

Vocês tem um público alvo, alguma tribo específica que pretendem atingir ao compor as músicas e o perfil da banda?
Olha, acho que não temos uma tribo específica. Antes nós tínhamos um publico mais novo - teen - e hoje, estamos percebendo que o nosso “leque” está muito mais aberto, a galera mais velha está procurando o som da Tópaz. Essa “mudança” foi muito rápida, percebemos o pessoal de nossa idade e até mais velhos indo em shows e se identificando com o nosso perfil, e isso é muito bom, porque também atingimos todas as “tribos”.

Hoje em dia vemos muita rotulação na música. Emos, góticos e outros. Acham que existe mesmo essa diferença de público? Se sim, quais as diferenças no gosto musical desses públicos?
Xiii... Eu sou o cara mais eclético do mundo, gosto de tudo e de todos. Não gosto muito de rotular um e outro, cada um faz o que quer, se curtiu curtiu... Não precisa dizer se é emo, gótico ou pagodeiro. Eu não sei dizer em que rótulo a Tópaz entraria, mas cada um fala uma coisa, porque cada um se identifica de uma maneira. Por exemplo: uns dizem que é Emo, mas outros dizem que é Pop, mas também dizem que é Hardcore... Enfim, né?

Assim como vocês, temos visto muitas bandas crescerem e se destacarem através da internet, inclusive as bandas Apogeu e CW7, entrevistadas pelo Blog Novas Ideias. Qual o peso das mídias sociais na hora de tentar a carreira musical nos dias de hoje?
Muitíssimo importante, e de grande serventia. Sempre existe uma entrevista aqui ou no norte do país, enfim qualquer canto, uma matéria, que as vezes nem ficamos sabendo, uma pessoa que conheceu por um amigo e esse foi mostrando para outros, as pessoas podendo interagir diretamente com a gente é demais tbm. E quando percebemos começam a crescer o numero de fãs em tal região, ou em um show que fomos tocar e tinha mais publico do que o esperado. Por isso e tão importante nos dias de hoje.

Acham que hoje em dia, devido à facilidade de qualquer pessoa criar seu conteúdo e colocar na rede, está mais fácil iniciar carreira musical?
Sem duvida alguma... Porém a concorrência é bem maior também. Hoje, qualquer um começa uma “carreira musical”, mas não significa que terá sucesso.

Diante da força das novas mídias, o que acham do espaço que as mídias tradicionais (TV, rádio, mídia impressa) tem dado à música?
No meu modo de ver, o acesso a mídia tradicional, está cada vez mais difícil. Está sendo difícil para o pessoal aceitar, assimilar, que uma banda cresceu graças a internet, e que não foi pelo mesmo modo que as bandas antigas conquistavam seu espaço, mas esse “meio” mudou, estamos numa outra época e é isso. Mesmo assim eu considero as mídias tradicionais muito importantes e uma das mais fortes fontes de divulgação.

Um dos maiores sucessos de vocês, a musica “O Maior Idiota do Mundo” já tem mais de 29 mil visualizações no MySpace, sem contar as visualizações do clipe no Youtube. Na opinião de vocês, por que a música vem fazendo tanto sucesso?
Confesso que sou fã da musica, ela é muito boa. A letra é diferente, a levada, alguém que se identificou de alguma maneira com ela, e sem contar que mostramos ela pra muita gente, nosso fãs , o pessoal do Terror Team, certamente tem grande parcela nisso, e assim foram repassando.

Quais os próximos planos da banda? (DVD, etc)
Ainda temos o CD para lançar, que se chamará “terceiro”, se tudo der certo, o lançamento fica para Outubro. E logo depois lançaremos um DVD também, que já começamos a montar, será uma surpresa para o pessoal.

O que diriam aos leitores do Blog Novas Ideias que sonham com a carreira musical?
Desistam! Deixem o espaço pra nós! Haha Brincadeira. Mas não é fácil. Se quer realmente, encare isso de verdade, e corra atrás de seu sonho, seja persistente e acredite em você!


***


Veja as outras entrevistas do Blog Novas Ideias:

Ana Carolina Madeira, apresentadora da Rede TV e ex-participante do Big Brother Brasil: Nessa entrevista, Ana Carolina falou muito mais do que sua passagem pelo BBB, Reallity Show mais concorrido do Brasil. Falou sobre TV, sobre sua paixão por animais sobre sua visão de mundo, o que resultou num bate-papo muito agradável. Vale a pena ler.


Banda CW7
Os curitibanos que vem com potencial de conquistar o Brasil com músicas de conteúdo falarma ao blog sobre seu trabalho, sua visão do mercado musical no Brasil e muito mais.


João Batista de Andrade (PPS-SP), ex-secretário de Cultura de São Paulo e cineasta.
Essa entrevista é o resultado de um tabalho acadêmico baseado num livro do cineasta Carrière. Nela, João Batista fala sobre cinema, suas influências e seus rumos.


Banda Apogeu
A banda paulista liderada por Rodolfo Lauber vem crescendo de maneira impressionante: são dez anos de trabalho e músicas Goslep Rock com batidas leves e gostosas de ouvir.

O "país do futuro" e a Economia Criativa

@wesleytalaveira - Que o Brasil cresceu nos últimos anos não tem como negar. Pessoas saíram da faixa de pobreza, gente comprou a casa própria, carro, eletrodomésticos, enfim, o Brasil se tornou um país mais capitalista, onde mais gente consome, mais gente gasta e mais gente lucra - e isso nas mãos de um presidente que se dizia socialista... vai entender!

A classe trabalhadora, aquela que sempre se disse desprezada por ter pouca ou nenhuma formação profissional recebeu atenção. Ganhou seu emprego. Um simples pedreiro é hoje alguém requisitado no mercado. Um eletricista dificilmente vai ficar sem trabalho. A construção civil nunca contratou tanto. Operários de linha de produção tem emprego a escolher. Técnicos de máquinas estão rindo à toa. Mais gente está tabalhando, e o Brasil está crescendo (bem menos do que diz o Governo, mas está). A economia brasileira está baseada no trabalho pesado, braçal, e tudo vai está de vento em popa. O Brasil é o país do futuro. É?

É muito bom ver todas essas pessoas trabalhando, tendo seus meios de vida. Mas isso é ser o país do futuro? Eu diria que não. Digo que não porque o Brasil está exaltando uma classe trabalhadora, a do "trabalho forçado", que pega pesado todos os dias, classe da qual veio nosso Presidente da República, mas está sufocando uma outra área: a área criativa, gente que provavelmente nem saiba direito manusear uma enxada, mas que contribui com a economia do país com seu talento e capacidade de pensar. Veja bem: não estou dizendo que uma classe é melhor do que a outra. O que quero dizer é que nos últimos anos uma classe foi beneficiada, e muito merecidamente, mas outra classe foi relegada a segundo plano.

A Economia Criativa, que valoriza o talento de criar, baseada em profissionais como designers, atores, profissionais de cinema e teatro, fotógrafos, gamers, publicitários, social media, e outras áreas é um segmento em potencial no Brasil. Nossos publicitários são reconhecidos entre os melhores do mundo. Modelos de todo o mundo sonham em ser fotografadas por gente como Angelo Pastorello. A própria Moda é um mercado crescente no Brasil, tanto para nossas mulheres com beleza invejada no mundo todo como para os estilistas que criam peças fantásticas. A criatividade do brasileiro, quando encontra espaço para se desenvolver, não tem limites. E essa é uma economia que vem crescendo no mundo. Gente que desenvolve criatividade. Que não necessariamente pega na enxada todos os dias, mas tambem gera emprego, consumo e renda. Essa é a tendência mundial: investir na economia criativa e usá-la para levar às pessoas inteligência e criatividade. Em todo o mundo, a economia criativa responde por cerca de 7% do PIB. A Inglaterra venceu a crise econômica apostando em sua economia criativa. A China é hoje o país que mais investe em economia criativa, desenvolvendo tecnologia - inclusive fazendo concorrência desleal com o Brasil. Os EUA são o berço da economia criativa. É assim em todo o mundo.

Mas no Brasil a economia criativa faz parte de apenas 1% do PIB, mesmo sendo nossos profissionais tão reconhecidos no mercado externo. Por aqui, profissionais como os citados acima são vistos como gente de "classe média alta", "metidinhos", "nojentinhos" ou ainda nas palavras do nosso presidente, "elite". E com  isso uma classe que tem capacidade o suficiente para gerar riqueza para o país tem de se "virar sozinha", sem qualquer perspectiva de apoio.

Os cursos de graduação no Brasil cada vez está mais desacreditados. Seja pela péssima qualidade, seja pela falta de qualquer perspectiva de colocação no mercado, a menos que se tenha o famoso QI - Quem Indica, já que no Brasil 46% das contratações são feitas através da indicação de amigos. Não foi uma ou duas vezes em que ouvi pessoas falarem: "pra que vou cursar uma faculdade, me matar em quatro anos de curso e depois sair mendigando uma bolsa-estágio de fome se posso fazer um curso técnico de eletrônica e ganhar no mínimo R$ 1.200,00 mensais?" Isso ilustra uma realidade estranha: não tem emprego pra quem tem formação universitária - sim, as coisas se inverteram no Brasil. Aí surge a pergunta: de que adianta o Governo Federal investir tanto em Universidades Federais se boa parte dos alunos que delas saírem não vão conseguir colocação no mercado e vão ter de trabalhar em áreas que não exigem qualquer formação superior? Visite um centro de operações de um Call Center e veja quantos universitários estarão lá trabalhando como ativo de vendas. Ou visite as lojas de roupas e veja quantos graduados você ira encontrar.

Sim, as profissões que exigem capacidade intelectual no Brasil estão sendo desprezadas. Mais uma vez alerto: não estou menosprezando profissões. Para mim um eletricista tem o mesmo valor como profissional de um médico. Preciso tanto de um como de outro (essa semana mesmo precisei de ajuda de um eletricista ou a casa inteira ia pegar fogo... rs). O que estou dizendo é que uma classe com demanda latente nesse país está sendo desprezada.

O Brasil é hoje um país que exporta commodities, matéria-prima, para o mundo, para que outros possam fabricar e nos revender a preços absurdos. Por que? Os brasileiros não tem tecnologia para criar?


Se queremos que o Brasil seja o "país do futuro" temos de dar conta de que o futuro que se anunciava desde os tempos de João Goulart ja chegou no resto do mundo, mas nós ainda não entramos nele. Ainda temos a visão retrógrada de que um país que cresce é o pais que vive num "canteiro de obras". O Brasil é uma casa com as paredes levantadas, mas que ainda precisa de teto, piso, enquanto as casas vizinhas estão prontas e valendo fortunas. Assim está o Brasil em relação ao resto do mundo.

Ah! Que saudade!



@Sarpa_ Alguém se lembra de  Thomas Green Morton? Aquele cara que tinha uma lâmpada em alguma parte do corpo, só não me perguntem onde e quantos watts eram. Fazia apresentações, curava mazelas, dava entrevistas, ganhava dinheiro e gritava Rá! Nunca consegui desvinculá-lo do Sérgio Mallandro.



Sabe, estou com saudades desse tempo de assistir coisas aparentemente impressionantes. Mesmo que fakes – e não circulavam nem sequer na meia verdade -, tínhamos ao menos o desafio de querer saber: “Peraí, como ele fez isso?”. Quem sabe depois mostrar no almoço da família no domingo.


Lembro, com essa, o mestre do ocultismo Chico Xavier. O precursor do “retweet”. Sobre ele, em mim, sempre pairou uma observação inquietante: ele nunca psicografou um professor de caligrafia.


Sabe, estou com saudade desse tempo onde a TV era uma caixa simples e misteriosa. Eu soletrava a marca Telefunken com uma dificuldade assombrosa. Os filmes tinham apenas atores e uma boa história. A gente acreditava até em coisas que não existiam, como o tubarão do Tubarão e as luzes do Thomas. Hoje, nem ET impressiona. Algo tão banal que ainda iremos topar com algum em alguma fila de um bolsa-família.


E o vidente? Outrora símbolo de fascínio, hoje não passa de combustível de piadas previsíveis. Proponho testar a veracidade de algum em um jogo de roleta-russa. E o Inri Cristo. Será que se dermos um tiro ele ressuscita? Vamos testar.


Tenho saudades de um tempo em que pra se dar um “oi” era preciso avistar a pessoa. Hoje, crianças de 10, 12, se conhecem mais pela Internet do que na escola. Até a gente mesmo diz que morre de saudades pelo Orkut, mas se abstém de uma visita ao vizinho, ali, 300 metros...


Havia um tempo em que sempre aparecia algo original na música, na arte. Hoje tornou-se obscuro saber o que é diferente. Mesmo o estranho parece já ter sido feito por alguém. O incomum é mais rotineiro do que nunca.


Sabe, estou com saudade desse tempo onde a gente mandava o nostálgico ir se atualizar; o idealista, trabalhar;, e o utópico, à merda.


É muita saudade de tudo e de todos. Saudade, inclusive, daquele RÁ!

Baixa intensidade de carbono: um assunto novo?

@wesleytalaveira - O assunto parece novo e, aparentemente, sem graça. Falar sobre a redução de emissão de carbono no Brasil está tão ausente dos debates políticos que muita gente, ao ser confrontado com o tema, se pergunta: o que é isso?
Política de Baixa Intensidade de Carbono nada mais é do que um conjunto de ideias que visam colocar em prática leis ambientais como a Lei do Clima, aprovada em São Paulo, que prevê uma redução de 20% na emissão de monóxido de carbono no estado até 2010, com base em 2005. Entendeu? Resumindo: criar situação para que o país reduza a emissão de carbono na atmosfera. Ficou melhor?

Onde a ideia encontra resistência? Pra muita gente, falar em redução de emissão de carbono significa conter avanços industriais, como indústrias, produção de automóveis e etc. Mas na verdade a emissão de carbono nada tem a ver com diminuir o crescimento, e sim tentar levar esse crescimento a um caminho sustentável, onde o país possa avançar sem agredir o meio ambiente.

Como fazer isso? Aí entra um termo muito usado pelos nossos mui digníssimos políticos e que pouco se vê na prática: vontade política. A redução na emissão de carbono vai depender e muito de quem estiver à frente do governo, pois exige um trabalho conjunto de toda a equipe administrativa, seja municipal, estadual ou federal. Reduzir o monóxido de carbono é possível se empresas fabricantes de fogões, por exemplo, fizerem produtos mais eficientes que possam diminuir o tempo de cozimento de alimentos, e assim diminuir o consumo de gás de cozinha. Automóveis poderiam ser projetados para emitir menos fumaça e, consequentemente, menos monóxido de carbono. Manter as condições dos automóveis perfeitas sempre ajuda no controle da poluição. SP já vem fazendo isso com a inspeção veicular, feita todos os anos.

Por que a redução da emissão de carbono depende do governante? Porque o maior vilão do meio ambiente no Brasil hoje é o transporte, que depende de ações do governo para ser melhorado. Incentivar o uso do transporte público, mas antes disso, oferecer transporte público de qualidade. Dar alternativas de transporte que não emita monóxido de carbono, como o metrô. É caro e lento, mas eficiente do ponto de vista ambiental. Ou até mesmo repensar outras formas de transporte como há anos atrás eram comuns e foram siplesmente abolidas do Brasil, como os bondes elétricos, trólebus e etc.

Parece chato falar em redução de monóxido de carbono, mas ao andar em São Paulo e sentir nos olhos vermelhos a força da poluição de um caminhão velho trafegando pela cidade, temos a noção de quanto é importante esse assunto. E quando damos importância a assuntos como esses vemos como nossos políticos estão pouco preocupados com o tema.

Bái!

Crédito da imagem: Fábio Feldmann

Ajudar é o que há de melhor!

@Cesar_Leao: Olá leitores do Novas Ideias, tudo tranquilo?


Hoje surgiu no Twitter uma "bela" campanha: Uma casa para Lucas Celebridade. (com direito a hashtag e tudo!!)

Isso mesmo, as pessoas estão doando dinheiro para a reforma da casa de @lucasfamapop. Depois de mandarem muitos tweets para @Hukluciano, @eikebatista, e muitos outros famosos. Porém, Marcel Dias, do blog "Byte que eu Gosto", resolveu fazer uma vaquinha no site da UOL, e parece que vai conseguir sim! Essa campanha ganhou o apio de perfis influentes da Twitosfera, como @morroida, @martorelli, @bobagento, @rosana e por aí vai.

Então eu me pergunto, campanhas realmente interessantes, que tem intenção de ajuda em massa a pessoas que realmente precisam, como o Teleton, Criança Esprança, as campanhas para doações de alimento, roupas e tudo o mais para vítimas de catastrofes poderiam arrecadar mais?

Acho qe poderiam! A população brasileira tem essa ânsia por ajudar, seja de que forma for, mas falta um direcionamento melhor dessa força, falta uma demonstração melhor de que os recursos são bem destinados, que casos como o dos desvios de doações da Defesa Civil, como o do Coronel aqui no Rio Grande do Sul e em  Alagoas, sejam minoria.

Há muitas ações de voluntariado a espera de que disponibilizemos algumas horas de nosso dia pra ajudar a quem realmente necessite, ou de fazer uma doação pra esses programas! A Defesa Civil aceita doações em qualquer época do ano!!

Vou indo nessa pra fazer uma doação ao Criança Esperança!

Meninos da Vila e a verdadeira importância do torcedor



@andresantos_mg: Obrigado, Felipe.

Felipe, goleiro do Santos FC em sua ridícula participação num videochat com torcedores, prestou um grande favor ao futebol brasileiro, afirmando gastar com ração para seu cachorro valores maiores do que um dos internautas receberia como salário. 
A afirmação foi utilizada no intuito de humilhar e sobrepujar, e tão somente isso. Foi um momento do tipo "tá falando comigo porque, seu pobre"?

Tal afirmação não tem qualquer gravidade pelo fato de ser verdade. Não é segredo pra nenhum cristão que os salários do futebol são inflacionados ao extremo, e jogadores medíocres costumam nadar de braçada em rios de dinheiro, dentre eles o tecnicamente limitado Felipe, cujo sucesso deve-se muito mais a uma zaga bem postada do que ao trabalho do mesmo. Ótimo, que bom pra eles, lhes desejo sorte.

O que tem de importante nessa declaração do tal goleiro é que ela revela a importância do torcedor na vida do jogador de futebol, revela como o torcedor é visto pela absoluta maioria dos profissionais de futebol no país. Por isso, Felipe nos prestou um grande favor.

Extremamente adequado ao nome deste blog, esse episódio. Novas ideias. Que as palavras vomitadas pelo goleiro Felipe sejam motor pra novas ideias por parte dos torcedores imbecis que acham que futebol justifica violência. Que estes torcedores percebam que colocam suas vidas em risco em nome de paixão futebolística, mas na verdade o time nem sabe disso. Quando morre um torcedor, nenhum desses jogadores sequer toma conhecimento, ou mesmo lamenta. Eles estão andando pra isso, e o desprezo de Felipe pelo alcance salarial do torcedor mostra bem isso.

Então, meu caro Felipe, obrigado. Suas palavras mostram a visão que jogadores da sua laia tem dos torcedores. Parabéns pela franqueza. Deviam passar seu vídeo falando essas coisas nas salas dos hospitais, pros torcedores que brigam por futebol. Deviam obrigar os torcedores pertencentes as organizadas a assistir a este vídeo inúmeras vezes. É por um esporte que eles brigam, ferem, matam? É por gente da sua espécie que eles se tornam selvagens criminosos?

Gente se matando por causa de futebol, e jogadores como você comprando ração pra cachorro com o dinheiro que essas pessoas gastam... isso é que é um ponto de vista interessante. Obrigado por sua humildade, Felipe!

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