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Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

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Quem disse que só tem um jeito?

Sobre o trânsito e transporte das grandes cidades, por @fabio_feldmann

Pra quem não é de São Paulo e não acompanha as propagandas políticas de Fábio Feldmann, deixo aqui um vídeo curtinho (44 segundos) mas bem interessante sobre o problema da locomoção nas grandes cidades, o superlotamento das avenidas com carros e a necessidade de um transporte público eficiente, de qualidade.

Veja:

Políticos e suas "Novas Ideias"



@andresantos_mg: O leitor e a leitora devem, tanto quanto eu, estar saturados pela bizarra campanha política que infesta o Brasil de ponta a ponta. Um sem-número de figuras bisonhas serve como pano de fundo para candidaturas de gente que já deveria ter sido banida da vida pública do Brasil, oferecendo ao brasileiro um espetáculo que seria cômico se não fosse trágico, tanto quanto o abuso deste mais do que surrado chavão.

A novidade nessa campanha é de outra ordem, meus amigos.

Já de algum tempo, corre a boca miúda a necessidade de uma renovação na política brasileira. Uma renovação ampla, vigorosa, destinada a varrer do mapa político párias como a família Sarney, no Maranhão, ou o tenebroso casal Cardoso, em Minas Gerais, pra não citar outras tantas hordas. Eis que a classe política brasileira está atenta ao vozerio popular, e parece disposta a dar ao eleitor a doce ilusão de uma verdadeira renovação. Senão, vejamos:


  • Perceba o grande número de deputados que agora resolvem se candidatar a senadores.

  • Perceba o grande número de senadores que agora resolvem se candidatar a deputados.

  • Note o grande número de políticos que agora resolve oferecer seus filhos, sobrinhos, cunhados e aparentados, como sendo a "nova geração da política brasileira".

  • Perceba também os políticos de ocasião, que resolveram cair de paraquedas na política, investindo no "quanto mais bizarro, melhor".

Em suma, o leitor e a leitora que me honram com sua atenção já estão de posse do raciocínio que eu ofereço. Pegar um canalha deputado e transportar o canalha pro Senado não é renovação, mas eles querem que o eleitor pense assim. Logo, inverter a mão de trânsito e levar para a Câmara um canalha vindo diretamente das catacumbas do Senado é igualmente um tiro no pé. Na mesma proporção, quando um político pertencente a qualquer uma das quadrilhas que infesta o poder me apresenta um candidato como sendo "sangue novo na política", o que eu entendo é que ele me oferece um laranja pra sentar na sua cadeira, e não mais que isso. Sem falar também na enorme quantidade de palhaços, dançarinas e sub-celebridades nadando de braçada no ostracismo, que resolvem posar de legítimos representantes do povo. Nada contra as classes profissionais citadas nem contra as subentendidas. A questão é o que lhes motiva o repentino furor cívico, que serve apenas a distrair o eleitor, que não percebe, afinal, a monstruosidade que se delineia no próximo dia três de outubro.

Tanto falamos em renovação, que os políticos agora resolvem subverter a nobre ideia contida por trás do título deste blog. Tentam vender ao povo "novas ideias", quando na verdade, estão apenas maquiando a continuação da podridão e do lixo que hoje é maioria absoluta no Congresso. E mesmo assim, os políticos ainda me surpreendem, porque nem eu esperava tanta cretinice da parte deles.

Restart? Balada? Não, política!

O UOL fez uma reportagem bastante interessante sobre a participação de adolescentes e jovens na política. Apesar da total aversão dos jovens brasileiros com temas políticos, como nós mesmo abordamos aqui no blog, alguns remam contra a maré e usam seu tempo na militância, no debate político. Conheça Danielly, de 16 anos, militante do PV, Gustavo, de 16, petista, e Vinícius, 17, tucano convicto.

</embed>Restart? Malhação? Games? Não! Esses teens gostam de eleição

Carta para o futuro #tripcollabs @Revista_Trip

A Revista Trip (@revista_trip) lançou em seu site, no começo do mês, um pequeno concurso, o "Trip Colaborativa", recebendo conteúdos dos internautas em alguns temas específicos para fazer parte da edição de outubro da revista. Participei de um tema, Carta para o Futuro, onde se devia escrever uma carta para si mesmo ou para alguém, como se essa carta só fosse ser lida daqui a 10 anos. Exatamente no momento em que eu rascunhava a carta para enviar, eu conversava com minha amiga Luana Herrera (@luana_herrera) no MSN, e veio a inspiração para o texto que segue:

"Oi, Luana.



Enquanto escrevo essa carta, no alto de meus 25 anos de idade, me considero uma pessoa feliz. Tenho minha profissão, minha vida independente, bons amigos. Mas basta eu olhar fora da minha janela para ver que o mundo dos meus 25 anos ainda tem cara de mundo antigo. Enquanto escrevo e tomo aqui meu capuccino, no aconchego da minha casa, vejo uma mulher sentada na rua, com um cobertor surrado nas costas; abro o portal de notícias na internet e vejo casos de pessoas que morreram esperando atendimento no hospital; recebo uma ligação de um orfanato que pede ajudas miseráveis de R$ 5 para crianças que estão morrendo de fome.

Sabe, Lu, daqui a dez anos, que é quando você lerá essa carta, você terá a idade que eu tenho agora. Não sei como será o seu mundo. Só sei de uma coisa: espero que o tal “futuro” que tanto falam por aqui já tenha chegado ao seu presente. Um futuro onde tudo funciona bem. Só isso que espero. E acho que é isso que o mundo espera para o futuro: que tudo funcione bem.



Com carinho,



Wesley"

Espero que minha carta seja escolhida.

FIB: felicidade como assunto de governo

@wesleytalaveira - Você é feliz?

Não, eu não vou discorrer aqui sobre o conceito filosófico, nem religioso de felicidade. Mas que ela é importante na vida de qualquer pessoa, isso não se nega.

E quando a felicidade TAMBÉM passa a fazer parte de políticas públicas? Sim, isso mesmo. Já pensou o Governo se preocupar com sua felicidade? Meio difícil de acreditar, né?

Em um longínquo país no Himalaia chamado Butão isso acontece. Em 1972 foi criado lá o FIB - Felicidade Interna Bruta. Não, o governo butanês não quer saber se você é feliz com você mesmo, com sua família, no seu casamento, pois essa são áreas pessoais demais pra alguém de fora querer medir. Mas o que o governo mede é o grau de satisfação do povo co os serviços públicos e o quanto esses serviços tem sido bons na vida das pessoas. Parece coisa de outro mundo? Não, é desse mesmo. Tá, do outro lado do mundo, mas é desse mundo mesmo.

O FIB se baseia principalmente na ideia de que o objetivo de uma soceidade não pode ser apenas o crescimento econômico, mas a integração do crescimento material com o psicológico, cultural e espiritual, sempre em harmonia com a terra. As 9 dimensões do FIB são:

  1. Bem estar psicológico: avalia o grau de satisfação do indivíduo em relação à própria vida;

  2. Saúde: mede a eficácia das políticas de saúde;

  3. Uso do tempo: analisa a forma como o cidadão gasta seu tempo: se perde tempo em trânsitos, quanto tempo dedica à lazer e família, etc;

  4. Vitalidade comunitária: analisa o grau de relacionamento do indivíduo co outras pessoas e sua convivência, grau de segurança e envolvimento em atividades voluntárias;

  5. Educação: leva em conta fatores como participação em educação formal e informal, competências, envolvimento na educação dos filhos, valores na educãção, educação ambiental, etc;

  6. Cultura: avalia ações que preservam e protegem a cultura local, costumes, festas;

  7. Meio Ambiente: mede a percepção do cidadão quanto à qualidade da água, do ar, do solo;

  8. Governança: analisa como a população avalia o governo, a mídia, o judiciário, o sistema eleitoral e a segurança pública, em termos de responsabilidade, honestidade e transparência;

  9. Padrão de vida: avalia a renda individual e familiar, as dívidas da família.

Parece o mundo perfeito, mas impossível, né? Mas não é, desde que tenhamos lideranças comprometidas de verdade com pessoas. A ONU discute o FIB e incentiva outros países a adotarem o mesmo índice. Mas por enquanto, só no Butão o FIB foi aplicado em sua íntegra.

Veja uma reportagem que o Multishow fez no Butão, onde a apresentadora Suzana Queirós entrevistou o Ministro da Informação do Butão..


Quem sabe um dia o FIB deixe de ser coisa pra butanês ver...

As várias faces da política



@andresantos_mg: Nossos amigos leitores são pessoas de fino trato e extração nobre. Estão também em busca de novos pontos de vista, novos ângulos e perspectivas acerca de tudo que nos cerca. E nada nos cerca mais nesses tempos de "guerra" do que a propaganda eleitoral gratuita. Esse mecanismo nos traz, todos os dias, a mais variada fauna, composta de pouca gente que vale alguma coisa, velhas raposas políticas, os exaustivamente citados aventureiros e as sub-celebridades, para não falar no sem-número de cafajestes, todos dispostos a abiscoitar alguma boa posição no Congresso e afins.

Partidos minúsculos usam seu espaço na mídia para questionar as ações "imperialistas" dos EUA no Afeganistão, aplaudir terroristas e ditadores e achincalhar as políticas econômicas vigentes, sejam elas da esquerda, do centro, da direita ou de qualquer outro ponto cardeal!

Partidos gigantescos e vorazes apresentam programas metodicamente produzidos e dirigidos por grandes mentes da publicidade nacional, onde apresentam cada um de seus passos como se fossem impressos na areia pelo próprio Jesus, enquanto atribuem os riscos na mesma areia a cauda do diabo, que eles desejam ardentemente fazer crer que é a oposição. A "oposição", por sua vez, garante que o milagre da multiplicação de qualquer coisa boa que se tenha feito é resultado de seu trabalho anterior, enquanto cospe veneno na situação e seus já tradicionais escândalos de corrupção e coisas do gênero.

Em verdade, a maioria dos partidos serve apenas como escora jurídica, mecanismo que permite a inscrição do candidato sob alguma legenda, já que ideologia é a última coisa que move essa maioria. A maior parte dos políticos tende a se aglutinar em meio a gente que lhe seja da mesma laia, e tem o hábito de se reunir sob a legenda que lhes permita o maior ganho possível em negociatas ou valores de influência, sem qualquer vinculação com os conceitos geralmente utilizados para compor o nome dos tais partidos, garantindo que políticos cuja vida tenha sido constituída nos mais profundos conceitos capitalistas se metam a candidados através de partidos "socialistas", "comunistas" e outros que se prestam a esse papel.

Abstenho-me de causar engulhos ao leitor e a leitora que nos agraciam com sua atenção, citando os despautérios de candidatos cuja vida depõe inteiramente contra a ética, o respeito e a dignidade humana, ou mesmo aqueles que não tem qualquer pudor em exercitar a política do "rouba mas faz", ou ainda aqueles que infringem cada vírgula da Lei Maria da Penha e depois abraçam o maior número possível de mulheres em seus comícios...

Em meio a tudo isso, tentando galgar um lugar ao sol, pouca gente realmente de bem que, além de ter ficha limpa, tem também o caráter igualmente asséptico. Gente que ainda mantém uma fé que eu honestamente já perdi, e que deseja de coração fazer algo pela população. Tendo citado aqui esses vários ângulos da fauna política nacional, não me resta muito a dizer. Em verdade, ainda que eu não tenha qualquer esperança na classe política brasileira, eu ainda quero crer que o povo é mais capaz que eu de fazer um julgamento justo e correto, elegendo gente que tenha algo a dizer, em vez de desperdiçar votos com o lixo que já infesta o país, e o horário eleitoral.

O "Efeito Clodovil"



@wesleytalaveira - Nao, esse termo não fui eu quem inventou. Li na coluna do Ale Youssef na Trip, e achei interessante porque resume um conceito importante do quadro político do Brasil: quem são as envolvidos com política?

Política nunca foi o forte de nossa população, mas nos últimos 16 anos o Brasil viu como nunca setores importantes da sociedade se alienar por completo da política. O empresariado, os jovens - principalmente os mais "descolados", gente da classe média e alta nunca estiveram tão distantes da política como estão agora. Esses grupos, que fazem parte dos "formadores de opinião" optam por um estilo de vida alheio aos assuntos políticos. Os empresários acreditam ser possível viver de sua empresa, independente de quem esteja no governo. Os jovens preferem se envolver com causas sociais, flash mobs ou até mesmo não se envolver em nada e curtir apenas as baadas e noitadas das grandes metrópoles. Ou seja, pessoas que seriam peça-chave na elaboração de políticas públicas simplesmente viraram as costas.

Acho que a culpa está princialmente com os dois principais partidos desse país: PSDB e PT, que optam pelo pragmatismo, fazendo uma pseudo "opção pelos pobres". Esses dois partidos, que estiveram nos últimos 16 anos no poder no Brasil, simplesmente esqueceram os "formadores de opinião", jogando sobre eles a pecha de "elite". Ao invés de envolver esse grupo nas políticas públicas, criando meios que pudessem dar espaço a todos no governo, esses dois partidos - e todos seus aliados - preferiram criar uma bifurcação hipócrita no país, dividindo-o entre ricos e pobres, esquecendo de uma classe e fingindo cuidar de outra. Na verdade, o resultados saltam à vista: a classe média alta vive sacrificada e as classes mais pobres ficam sujeitas a políticas dominadoras de compra de voto através de bondades que não dão qualquer perspectiva de crescimento.


Com tudo isso, quem ganha espaço na política? Os picaretas, palhaços de TV que veem nisso tudo uma brecha tentadora para não fazer "Porra Nenhuma"(veja aqui) pelo país. Em 2006 nos espantamos com as votações expressivas de Clodovil, Russomano, Frank Aguiar. Mas em 2010 eis que estão às portas Kiko do KLB, Tiririca, Batoré, Maguila, Netinho de Paula, Mulher Pera e muitos outros que tentam usar sua fama da TV aberta para abocanhar votos das classes mais baixas. Esse é o "efeito Clodovil".

Ainda haverá espaço para a política de ideias? Talvez sim, mas enquanto nosso povo viver de BBB e Fazendas e não tiver acesso completo à informação, esse espaço continuará sendo pequeno demais.

Você conhece o 350.org?

@wesleytalaveira - Diariamente temos de conviver com uma alta taxa de dióxido de carbono na atmosfera, vindo principalmente da fumaça dos escapamentos de carro. 392 partes por milhão, pra ser mais exato, quando o nível recomendado por cientistas seria menos de 350 partes por milhão. Os resultados são mais que visíveis: a péssima qualidade do ar nas grandes cidades e as consequências que isos tem na saúde das pessoas.

Foi dessa conscientização e necessidade que nasceu o projeto 350.org, que reúne uma série de ações em todo o mundo visndo a conscientização de pessoas com a qualidade do ar. Pessoas de grande importância no mundo aderiram ao 350.org, como o ex-vice presidente americano Al Gore, o Dr. Rajendra Pachauri - presidente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPPC) e o influente economista Nicholas Stern. Foi do Projeto 350.org a iniciativa de, no ano passado no dia 24 de otubro, organizar ações no mundo inteiro e que resultou em 5.200 eventos em 180 países, sendo calssificado pela CNN como "o maior dia de ação política conjunta da história do planeta".

A mobilização desse ano já tem data: 10 de outubro, data que ficou internacionalmente conhecida como 10/10/10. Nesse dia várias ações em redor do mundo vão lembrar as pessoas e nossos governantes de que algo precisa ser feito e que a redução de dióxido de carbono precisa deixar de ser assunto bonito de ambientalista para ser política pública.

Nós no Blog Novas Ideias estamos pensando alguma ação para participar do 10/10/10. Você tem alguma sugestão? Gostaria de fazer alguma ação e quer apoio? Fale com a gente. De preferência se você mora em SP, já que o blogueiro não tem ainda condições financeiras de se locomover para outros lugares do Brasil. Se tiver alguma ideia, fale com a gente. deixe seu comentário ou envie um email para contato@blognovasideias.com.br contanto sua ideia. Se ela for interessante e render uma ação legal, a gente cadastra no 350.org e faz uma ação conjunta com o evento. Vamos lá?

Veja o vídeo do evento. Não tem nenhum texto exatamente para ser entendido por pessoas do mundo todo.




Ajude a divulgar!

Wesley Talaveira (@WesleyTalaveira) no Programa Login, da TV Cultura


 
Como alguns de vocês já sabem, eu gravei uma participação no quadro Perfil Y do Programa Login da TV Cultura. Minha participação vai ao ar hoje, às 19:00. Falei um pouco da importância da conscientização ambiental e da coleta selteiva, e falei sobre meu projeto de coleta seletiva em escolas públicas de São Paulo. O programa de hoje conta com a presença do cartunista Caco Galhardo.

O programa é transmitido ao vivo pela internet, também. Quem não piuder ver na TV pode ver no www.tvcultura.com.br/login

#VEJAO e divulguem.

Bái!

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