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Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

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Quem disse que só tem um jeito?

Nossa Retrospectiva 2011



Fim de ano é assim mesmo: todo mundo faz uma retrospectiva, seja da própria vida, seja dos acontecimentos. Ou seja, é do senso comum que fim de ano é época de se fazer um balanço do que aconteceu e analisar erros, acertos, o que está bom, o que precisa melhorar.

E eu resolvi fazer isso com o Blog Novas Ideias: um balando de como foi nosso ano. Em 2011 foram mais de 200 posts publicados aqui no blog sobre os mais diferentes temas: entrevistas, política, música, além de participações especiais que fizeram de 2011 um ano bastante produtivo para o blog. Nesse ano mudamos o perfil do material publicado, que passou a focar apenas em textos de opinião e análise, e isso gerou um retorno bastante positivo: nossas visitas aumentaram em 13%, além de o índice de fidelização do blog (pessoas que leram o blog uma vez e voltaram num outro dia) ter aumentado em 10%. Isso para um blog sem muitos recursos, sem uma plataforma gráfica das melhores e com pouca divulgação é algo a se comemorar.

Além disso, tivemos alguns textos do blog que se destacaram pelo grande número de visitas. Entre eles se destacaram:

- O post sobre a banda alemã Tokio Hotel na série Deutsche Musik; esse foi, de longe, o post mais visitado do Blog Novas Ideias em 2011. Nesse post falamos sobre algumas das principais bandas alemãs, e a banda Tokio Hotel fez parte de nossa seleção.

- A entrevista com Inri Cristo: o "emissário do pai" ficou em 2° lugar entre os textos mais lidos em 2011 aqui no blog. Ele se diz a reencarnação de Jesus de Nazaré e é considerado por muitos um louco. Mas a forma como ele se posiciona sobre temas atuais, inclusive alguns polêmicos revelam um outro lado do "suposto Jesus": uma pessoa de cabeça aberta, antenada com o que acontece no mundo e com opinião formada em tudo que diz. Inri Cristo é mesmo uma pessoa surpreendente! Além disso, esse foi o post do Blog Novas Ideias mais divulgado nas redes sociais em 2011.

- O texto onde analisamos o preconceito social com a homossexualidade, com o título A cama é sua foi também um dos mais lidos aqui no blog, tanto que virou uma série de textos no Insoonia.

- O texto onde analisamos a forma como a sociedade trata a mulher, com o título Protejam as vadias esteve entre os mais lidos de 2011. Esse texto fez alusão ao movimento Marcha das Vadias, que aconteceu esse ano em várias cidades do Brasil.

- A entrevista com a blogueira Camila Paier também esteve entre os textos mais lidos do blog. Nesse entrevista a Camila, que escreve no blog Calmila, fala sobre sua inspiração para escrever e como lida com suas leitoras, na sua maioria adolescentes que estão descobrindo a vida e buscam na internet uma palavra amiga que entenda o momento tão difícil da adolescência.

- O texto onde o movimento evangélico brasileiro foi criticado, com o título Uma raça de víboras chamada igreja evangélica também esteve entre os mais lidos. O texto faz duras críticas ao ilusionismo pregado nas igrejas pentecostais brasileiras sob a forma de "manifestação divina".


Esses foram alguns dos textos mais lidos em 2011 no Blog Novas Ideias. Agradecemos a todos vocês que estiveram com a gente durante esse ano, que leram, divulgaram e comentaram. E em 2012 continuaremos aqui, pois o mundo não para, os acontecimentos não marcam data e as opiniões a cada dia se fazem mais necessárias. Contem com nosso blog como um espaço de análise, de opinião isenta e imparcial sempre.

E aguardem novidades para 2012. Nesse ano nosso blog completa 5 anos em atividade e já estamos pensando em formas de comemorar essa data, além de outras mudanças que acontecerão por aqui. Fique atento!

As ideias surgem. Nós as escrevemos (esse seria um bom slogan novo para nosso blog, não? rs).

Abraços e um feliz 2012 para todos.

Wesley Talaveira

Os Xiitas do sistema evangélico brasileiro



Eles estão por toda parte: empresas, escolas, grandes eventos, shows musicais, política, internet, TV, e onde mais se possa imaginar. Estão transformando algo, mudando vidas, ajudando pessoas a encontrar a dignidade? Não, estão apenas querendo impor sobre a sociedade um padrão de vida que mais se assemelha ao fundamentalismo islâmico. Sim, falo do sistema evangélico brasileiro que, em épocas de Malafaia & derivados, tem gerado uma legão de intolerantes dispostos a criar brigas intermináveis com qualquer pessoa que pense diferente de sua fé sustentada em raiva e ódio. Tal qual os xiitas islâmicos que incitam pessoas comuns e simples a lutar por uma causa que sequer conhecem direito, os pastores evangélicos brasileiros estão se transformando em espalhadores da intolerância e do ódio, incitando os membros das igrejas a patrulhar nossa sociedade em busca de pessoas que estejam fora dos "padrões morais bíblicos".

A vítima da vez é José Eugênio Soares, o Jô. Sim, o católico fervoroso que há anos faz um trabalho excelente tanto como humorista e escritor quanto como entrevistador - tá, como entrevistador ele não é dos melhores, mas sabe puxar um bom papo como poucas pessoas. Jô Soares tem uma carreira sólida e uma bagagem cultural de dar inveja a muitos. Mas acima disso o Jô tem o talento dos grandes artistas de ser versátil, saber se comunicar com qualquer pessoa. O Jô é o tipo de pessoa que consegue conversar por horas com qualquer pessoa, seja ela estilista ou vendedor de tapiocas em praia. Pra mim o Jô é um dos maiores nomes do Brasil, tanto atual como na história recente do país. Não deixa a desejar em nada a grandes nomes no mundo.

E por que logo o Jô é a vítima da vez do fundamentalismo evangélico? Por causa dessa entrevista com Moraes Moreira e Tom Zé em seu programa. veja:





Sim, por causa desse vídeo o Jô vem sendo vítima da fúria religiosa fundamentalista, aqui no Brasil conhecida sob a versão evangélica.

Quem é o aiatolá da história? Um conhecido pastor chamado René Terra Nova, conhecido pelos altos valores que costuma movimentar em sua igreja. Esse pastor resolveu criar um abaixo-assinado na internet exigindo que o Jô, o Tom Zé e o Moraes Moreira se retratem por "desrespeitar" a Bíblia - qualquer semelhança com a patrulha islâmica ao Alcorão não é mera coincidência.

Várias pessoas já assinaram. Por que? Porque o tal pastor pediu. Um pastor disse a outro, que disse a outro e cada um vem dizendo em suas igrejas. Isso é incitar. O fanatismo religioso evangélico no Brasil vem tomando níveis preocupantes. Que sociedade estamos nos tornando? E a famosa "simpatia" do brasileiro, que convive bem com todos sem discriminar ninguém? E o bom humor do brasileiro que sabe rir de tudo? Graças ao crescimento do fundamentalismo religioso essas e outras boas características do brasileiro estão indo por água abaixo. Estamos nos tornando um povo intolerante. Um povo mal humorado que só ri daquilo que não fere nossa pseudo-moral.

Uma sugestão ao tal pastor: por que ao invés de encher o saco de gente que mal sabe que ele existe e não está nem um pouco preocupado com o que ele pensa, por que não fazer uma campanha alertando sobre a violência contra a mulher no Brasil, que vem fazendo vítimas todos os dias? Ou que tal fazer palestras alertando os adolescentes sobre os riscos do álcool? Ou ainda que tal educar nossas crianças com a consciência ambiental, pra que a próxima geração não seja tão suja como a atual? Isso não interessa o status quo evangélico, não é mesmo? A Igreja evangélica vive hoje na lógica da vantagem: só faz aquilo que pode lhe trazer algum retorno publicitário e, como consequência, financeiro. É muito mais vantajoso arrumar briga com uma personalidade da TV do que fazer uma causa social. O sistema evangélico brasileiro me dá náuseas. 

Sabiamente diz o Ricardo Gondim: "que deus nos livre de um país evangélico".

O censo e a falta de senso



Por Roberto Freire, deputado federal por SP e presidente do PPS.


Depois de quase nove anos de governo petista, nos quais a tônica, por cima dos escândalos e da própria realidade, era mostrada por meio de uma maciça campanha publicitária embalada pelo mantra do "nunca antes na história deste país", a verdade do país descortinada pela divulgação do censo do IBGE contraria o tom ufanista de que se revestiu o governo Lula e de que ainda se veste o governo Dilma.

As desigualdades sociais e a concentração de renda continuam a desafiar uma nação que se pretende no século XXI, mas que grande parte de seu povo vive em condições do século XIX.

A situação da saúde continua calamitosa, mesmo depois que o presidente Lula afirmou que o SUS "estava próximo da perfeição".

Vemos agora, pela ausência de saneamento em mais de 50% dos lares brasileiros, e pela completa ausência de uma efetiva política de Estado para superar tal condição, que estamos muito longe de alcançarmos esse trivial sinal de civilização.

É claro que estamos avançando, na melhoria da qualidade de vida de nossos cidadãos e cidadãs, a questão é que nessa velocidade continuaremos longe dos países emergentes. E, pior, sem modificar as estruturas que possibilitam a permanência de tal quadro de desigualdades quer regionais, étnicas, de gênero, etc.

Tome-se o exemplo da distribuição de renda. Em todas as regiões as diferenças de rendimentos reduziram-se, exceto no Nordeste, destino privilegiado da política assistencialista do governo, por meio do Programa Bolsa Família.

Enquanto uma parcela da intelectualidade ressaltava a importância do Bolsa Família para mitigar a miséria dos estratos mais pobres, as estruturas que condicionavam e alimentavam as desigualdades continuaram intocadas. Daí a regressão do Nordeste, como mostrado pelo Censo 2010.

É justamente a falta de uma política de Estado que enfrente as históricas estruturas de nosso atraso relativo que faz com que a concentração de renda seja uma das maiores do planeta.

Onde os 10% da população mais rica tenha uma renda média mensal quase 40 vezes maior que os 10% mais pobres. Enquanto os 10% mais pobres auferem 1,1% do total de rendimentos, os 10% mais ricos detêm 44,5%.

O mais grave é que o Censo de 2010 revela que metade da população recebia até R$ 375,00 por mês, quando o salário mínimo oficial nesse ano era de R$ 510,00.

Outra maneira de vermos tais disparidades é considerarmos os rendimentos da metade mais pobre de nossa população que retém 17,7% da renda total! Isso apesar do aumento da renda em todos os níveis, pesquisados.

Analisando-se as diferenças de renda regionais, podemos observar com clareza a persistência da concentração, com o Centro-Oeste com um rendimento médio per capita de R$ 1.422,00, o Sudeste com R$ 1.396,00, o Sul muito próximo com R$ 1.282,00, o Norte com R$ 957,00 e o Nordeste com R$ 806,00 mais distantes. Apesar de o Nordeste receber quase 50% do valor total do Bolsa Família.

Não é difícil perceber que o novo lema da propaganda do governo, "País rico é país sem miséria", além de uma platitude, quando visto à luz do novo Censo, pode ser percebido como um escárnio.

O que fazer com o Serra?



Do Blog do Noblat


Como aqueles entes sobrenaturais incômodos que, às vezes, aparecem nas casas antigas, o ex-governador José Serra, volta e meia, se manifesta. Desde o início do ano, foram várias.

Em todas, causou embaraços e constrangimentos a seus correligionários. Quando, por exemplo, no primeiro semestre, resolveu pisar fundo nas críticas ao PT e a Dilma, em um texto que denunciava a “herança maldita de Lula” (vindo de quem havia se apresentado, em 2010, como o “Zé que vai continuar a obra de Lula”).

Justo na hora em que os governadores e parlamentares tucanos procuravam estabelecer um clima de diálogo com o governo.

Outro dia, se materializou, subitamente, no encontro peessedebista que estava sendo realizado no Rio de Janeiro, marcado - talvez por coincidência - para quando tinha dito que estaria indisponível. Voltou às pressas da Europa e lá surgiu.

Como a maior parte dos debatedores ali reunidos reprovava a campanha que fizera ano passado, teve que ouvir o que não queria.

Procurando acomodá-lo no arranjo partidário que emergiu da convenção de maio, arrumaram-lhe uma função para a qual se revelou inapto. Não faz sentido que o conselho político de um partido seja presidido por quem não dá mostras de querer ouvir os outros. Por quem quer apenas externar pontos de vista individuais.

Até agora, no entanto, Serra não tinha ido tão longe como foi na discussão da estratégia do PSDB para a sucessão da prefeitura de São Paulo. Na última terça feira, para espanto do meio político, saiu-se com a tese de que seu partido não deveria ter candidato a prefeito na maior cidade do país, a capital do estado que governa desde 1994 e o principal bastião tucano nacional.

Seu argumento é que o PSDB não tem “candidatos viáveis” e que, por isso, deveria se aliar ao PSD, cerrando fileiras em torno da candidatura de Guilherme Afif. Os quatro pré-candidatos tucanos que estão em campo - alguns intimamente ligados a ele -seriam perdedores.

Disputam a indicação os deputados José Aníbal, Ricardo Trípoli e Bruno Covas, assim como o secretário de Cultura do estado, Andrea Matarazzo. Todos, cada um a seu modo, estão qualificados para reivindicá-la – dois são deputados federais bem votados, um foi o campeão de votos para a Assembléia Legislativa (além de ser neto de Mário Covas), outro foi ministro de FHC e subprefeito na administração Serra.

Qualquer um deles é um “nome novo” para a prefeitura (especialmente Bruno Covas). O que não seria nada extraordinário na eleição que, provavelmente, teremos em São Paulo no ano que vem, pois vários dos possíveis candidatos de outros partidos também o são.

Seria nacionalmente relevante uma eleição em que os três maiores partidos apresentassem sua nova geração: Fernando Haddad, pelo PT, Gabriel Chalita, pelo PMDB, e um “nome novo” do PSDB. Ao invés do enésimo enfrentamento da “velha guarda”, nomes para o futuro.

Lula e Temer sabem que seus partidos precisam disso. Todas as movimentações de Alckmin sugerem que ele também. Os três raciocinam partidariamente (além de pensar, como a vasta maioria dos seres humanos, também em si mesmos). Serra, ao que parece, não. Sua aposta nunca é o novo. É o que ele considera “viável”.

A questão é como defini-lo. Em uma de suas frequentes amnésias seletivas, Serra se esquece de sua própria trajetória. Em 1988, quis ser candidato a prefeito e teve uma performance de nanico, com pouco mais que 5% dos votos (mas não se achava “inviável”). Em 1996, com Fernando Henrique no poder e o plano real nas alturas, voltou ao páreo e nem chegou ao segundo turno (mas continuou se acreditando “viável”).

Há quem ache que ele “não quer” ser candidato a prefeito em 2012, por ter medo de vencer e, assim, ser obrigado a abdicar de seu sonho presidencial. É improvável: o que tem é um fundado receio de perder, justificado pelo fraco desempenho nas pesquisas.

O que ele quer, mais uma vez, é que o PSDB faça o que ele quer. Se não é candidato, que ninguém o seja, assim permitindo que o partido seja usado na montagem da “estratégia nacional” que imaginou. E que só interessa a ele mesmo (e a seus amigos).

Os tucanos que resolvam. Às vezes, é melhor ter muitos adversários que um só companheiro assim.

***

Meu comentário:
A cada "aparição", o Serra vem tentando tornar público que não fala mais o mesmo idioma do PSDB - aliás, qual é o idioma do PSDB?. Parece que faz um esforço enorme para mostrar que não tem espaço no partido - ou melhor, ele quer um espaço que é impossível ter - e dá sinais de insatisfação. Serra está forçando um clima tenso que não existe (ou não existia), para justificar alguma atitude futura Não me surpreenderia se qualquer dias desses ele anunciasse sua ida para o PSD. Afinal, um B a mais, um B a menos não faz diferença quando o que se quer é apenas o poder pelo poder, né?

Wesley Talaveira 
@wesleytalaveira

A velha polarização política



Lá vem as eleições de novo. Uma infinidade de pessoas se apresentam como candidatas a ocupar a cadeira que há 6 anos vem sendo ocupada pelo traseiro gordo de Gilberto Kassab (PSD) em São Paulo. Vários partidos vem mostrando interesse. Desde o pagodeiro-mão-de-ferro Netinho de Paula (PCdoB) até o ministro da educação Fernando Haddad.

Sim, qualquer partido tem o direito de lançar seus candidatos. Mas o que me intriga é outra coisa: em toda eleição a atenção da mídia se vira para apenas dois candidatos, seja em SP ou qualquer outra cidade do país: o candidato do PT e o do PSDB. Jornais, portais de internet e TV conversam, falam e debatem sobre os candidatos desses três partidos, apenas. Como se apenas esses dois partidos tivessem pessoas competentes para disputar eleição - e nem sempre esses partidos tem alguém com o devido conhecimento para isso.

Soninha Francine (PPS)
SP é uma prova disso. Além de Fernando Haddad (PT) e algum dos três tucanos que disputam a vaga de candidato - ou o Serra, caso se decida aos 45 do segundo tempo - temos outros candidatos com propostas consistentes e interesses públicos o suficiente, mas que não recebem a menor atenção da mídia. Dou a Soninha Francine (PPS) como exemplo. Ela já foi candidata em 2008 e desde então venho acompanhando o trabalho dela, seja como subprefeita, como secretária de algo e etc. E uma coisa que percebi claramente nela: ela tem ideias firmes sobre São Paulo. Fala como alguém que conhece bem a cidade: usa transporte público, usa o SUS, anda pela cidade e conversa com pessoas. Não é alguém que passa os dias em escritórios confortáveis em Brasília e do nada é escolhido por um padrinho político para "rejuvenescer" a política paulistana. Ela mora aqui. Faz a vida aqui. Para mim a Soninha é a "cara" de São Paulo e é, até o momento, a melhor candidata para as eleições do ano que vem. Tanto que fiz esse ano uma série de postagens especiais sobre propostas para São Paulo baseada nos vídeos da campanha eleitoral dela de 2008. Quem não viu, veja aqui.

Mas qual o destaque que ela recebe na mídia? O mínimo, para não ser pessimista. Raramente ouço falar sobre a Soninha em rádios, internet, nem nada. Falam, mas para lembrar de um ensaio sensual que ela fez há algum tempo, ou para falar sobre o fato de ela já ter usado maconha. Ou ainda falam sobre ela ter trabalhado para a campanha do Serra em 2010, como se isso fosse algo desmoralizante para alguém. Alguma reportagem, alguma entrevista sobre a opinião dela sobre São Paulo, sobre propostas, etc? Quase nenhuma.

E ainda algumas pessoas tem a capacidade de falar que não temos alternativa em São Paulo, que temos de votar em PT ou PSDB. Alternativa nós temos, basta dar espaço para que ela se manifeste.

Quem disse que só tem uma ou duas possibilidades?


Wesley Talaveira
@wesleytalaveira

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