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Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

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Quem disse que só tem um jeito?

Violência contra a mulher TAMBÉM não é acidente


Até quando vamos ver as mulheres brasileiras MORRENDO nas mãos de homens truculentos que as usam como simples objeto de posse? Quantas mulheres precisarão morrer para que algo seja revisto na insignificante e ridícula Lei Maria da Penha? 

Já que não podemos contar muito com a Lei, que é fraca e impune, que possamos contar com a conscientização. Se você é homem pense que a violência nunca resolve nada e que a mulher que vive com você é um ser vivo, pensante, com vontades e opiniões próprias. Por isso não a use como seu objeto pessoal e entenda quando ela pensar diferente de você. Não dá mais para manter o relacionamento? Desista e procure outra. É melhor sair de um relacionamento de cabeça erguida do que levá-lo ao fim e ser preso de cabeça baixa. Existem N mulheres nesse mundo, com alguma você irá se identificar. Mas não faça da mulher que vive com você um ser amedrontado, que treme e se arrepia só de ouvir sua voz. É isso que você quer ao seu lado o resto de sua vida? Uma pessoa com medo de você?

Se você é mulher não tenha medo. Denuncie. Não aceite maus-tratos. Não há nada nesse mundo que justifique uma agressão contra você. Não há traição, roupas provocantes, paqueras ou qualquer coisa que seja motivo para que um homem levante a mão contra você. É sua dignidade em jogo. É sua vida. Não aceite. Proteste ao primeiro sinal de violência que ele mostrar, mesmo que seja no namoro. Se a situação se tornar insustentável encerre e vá para outra. É melhor sair de um relacionamento com o coração quebrado,  mas a vida intacta. 

Se você conhece uma família onde a mulher é agredida denuncie. Se a Lei é fraca pior ainda é não contar com nada. Chame a Polícia. Faça B.O. Acompanhe o caso. Envolva-se. Poderia ser alguém de sua família. É da sua conta sim!

Quem sabe um dia isso acabe?

Strippers Virtuais: que coisa é essa?


Publicado no Insoonia

Ja viram aquele ditado “quem não tem cão caça como gato”?. Pois é, quando o assunto é vida sexual o gato quase sempre é a internet. E haja opção na internet para que não tem parceira e não tem a menor perspectiva de encontrar uma num tempo razoável! O que mais tem são sites, vídeos, fotos com o objetivo de satisfazer o tesão de gente que esta subindo pelas paredes e só vê os próprios lençois quando olha para a cama.

Uma forma curiosa de saciar esse tesão são as strippers virtuais, que estão pipocando pela web. Geralmente são moças bonitas, com corpo perfeito e que cobram um valor não muito alto para se exibir pela webcam do “cliente”. Além da exibição simples, algumas prometem satisfazer fetiches dos internautas, com fantasias e tudo mais! Tudo isso pela bendita janelinha do Messenger. Será que algum dia a Microsoft pensou que uma de suas maiores invenções seria utilizada para aliviar a fome de sexo mundo afora?

Sofia sabe bem o que é isso. Há 1 ano e meio ela se exibe diariamente pela internet como a “Sofia Stripper”, com shows curtos, pagos antecipadamente. Apesar dos shows virtuais ela tem sua profissão normal. “Eu levo mais como uma brincadeira lucrativa. Adoro chegar em casa depois de um dia de trabalho, abrir o MSN e ter sempre alguém me esperando pra brincar e ainda pagar pela brincadeira”, diz ela. Mas sabe de outras garotas que vivem apenas das exibições. “Conheço meninas que assumem isso como trabalho, mesmo, e faturam altíssimo!”. E os amigos, família, sabe do que ela faz pela internet? “Ninguém sabe”, diz ela.

O que eu penso sobre isso? Não condeno nada; quem me lê aqui há algum tempo sabe que tenho a cabeça bem aberta sobre essas coisas. Penso que desde um momento em que a moça que faz exibições pela internet tem a consciência do que está fazendo e está ganhando seu dinheiro honestamente não há o porque ser recriminada. O cuidado deve ser de quem contrata o show. Primeiro: tenha certeza de que do outro lado da tela há realmente uma pessoa que vai fazer o tal “show” antes de pagar. Segundo: não tem bunda rebolando pela internet que substitua o contato físico; o show virtual deve ser apenas uma brincadeira, um complemento à vida sexual. Sabendo conciliar o real e o virtual, faça bom proveito!

E viva à internet! rs

7 mitos sobre a maconha



A maconha carrega um estigma social pesadíssimo, principalmente pelo fato de ser comparada à outras drogas. Sim, a maconha é uma erva diferente das demais e assim deve ser tratada. Também acho que o combate ao consumo e venda da maconha está fracassado. Ela rende muito dinheiro e tem muita, mas muita gente interessada em comercializar a verdinha.

Uma reportagem da Super mostrou 7 mitos que as pessoas insistem em espalhar internet afora sobre a maconha. São eles:

A maconha vicia: não, ela não vicia. Ela está mais relacionada ao hábito de se consumir do que ao vício, em si. Ou seja, é perfeitamente possível usar quando quiser e quando não quiser mais deixar de usar.

A maconha causa danos cerebrais: sim, mas não do jeito que se fala. O uso contínuo e por longos anos até pode causar danos, mas não tão graves quando os causados pelo álcool.

Maconha é tao nociva quanto o cigarro comum: não é mesmo. Ela pode causar, sim, sérios problemas mas para pessoas que fumam mais de um cigarro de maconha por dia durante mais de quinze anos. Se esse é o seu caso, pare hoje mesmo. Nem dá pra dizer com certeza quais os danos que a maconha causa no organismo, pois já que a erva é proibida não existe a possibilidade de se fazerem estudos mais detalhados.

Maconha é porta de entrada pra outras drogas: é fato que boa parte dos que estão viciados com drogas pesadas já usaram maconha, mas não há nada que comprove que a maconha leva o usuário a procurar algo mais pesado. Na verdade a única relação entre a maconha e outras drogas é o fato de todas serem ilegais!

A maconha hoje é mais forte que no passado: não, o que acontece é que hoje existem novas técnicas de cultivo da cannabis, que podem tornar a erva mais “forte”. Mas tudo depende da forma como ela plantada.

Maconha não tem valor medicinal: ela não cura, óbvio, mas tem existem provas científicas de que ela ajuda no tratamento de doenças psiquiátricas e em pessoas com HIV. No futuro poderemos ter até antidepressivos feitos à base de cannabis!

Na Holanda as pessoas fumam maconha em qualquer lugar: claro que não! A Cannabis não é liberada na Holanda, o que acontece lá é uma política de tolerância às drogas. Só se compra maconha nos Coffee Shops, e não mais que 5 gramas por pessoa. O consumo só pode ser feito ao ao livre e em parques e bares.

*

Se eu sou a favor da descriminalização? Sou a favor do debate sério, livre de preconceitos e estigmas. Sou a favor tb de uma outra forma de lidar com as drogas, pois a forma atual está totalmente fracassada. Isso é fato!

Estevam Hernandes: o papa, ops, apóstolo do Gospel Rock brasileiro



Numa época em que o Rock nacional de protesto fervilhava com Legião Urbana, Ira!, Paralamas do Sucesso e outras, ele resolveu levar o rock'n'roll para dentro da igreja evangélica, até então totalmente avessa ao estilo. Nascia aí o Gospel Rock, incentivado principalmente por Estevam Hernandes, o fundador da igreja evangélica Renascer em Cristo e um dos maiores compositores de rock cristão da atualidade.

Mesmo ainda antes de lançar seu CD próprio ele incentivou bandas de rock importantes como Katsbarnea, Resgate, Rodox, Praise Machine e outras. E só agora, depois de mais de 20 anos de atuação no mercado musical resolveu lançar seu álbum: Inesquecível, um título bem sugestivo para um CD que pretende resgatar toda essa história do bom rock cristão.

Estevam Hernandes topou dar uma entrevista para o blog. Segue:

***

O sr foi o precursor do que se conhece como gospel rock nos anos 80, uma época em que ainda havia muito preconceito entre os religiosos com respeito à música. Como surgiu a ideia de juntar o rock'n'roll com temas cristãos?
Estevam Hernandes: Eu sempre gostei de rock. Não acredito que exista nenhuma restrição em relação ao ritmo através do qual louvamos a Deus. O importante é o que estamos cantando e com qual sentimento. A ideia surgiu naturalmente, fruto de um sentimento que sempre tive de alcançar os jovens e levar salvação a todos.


O Rock sempre foi visto pelos cristãos como "música do diabo", devido algumas bandas ou músicas serem associadas ao satanismo, como é o caso da música "Sympathy for the Devil", dos Rolling Stones. Qual foi a reação do público evangélico ao "gospel rock"?
No princípio enfrentamos preconceitos, é claro. Muitos não aceitaram e criticaram. Mas o número daqueles que foram tocados e transformados foi muito maior do que o número dos que nos criticaram. Fazíamos noites de evangelismos às segundas-feiras com muito rock e os jovens enchiam a Igreja. Começamos a tocar em casas de shows e muitos jovens foram restaurados, se livraram de drogas e outros vícios.


A igreja abriu as portas para o rock justo numa época em que o Brasil vivia o auge do rock nacional de protesto, com bandas como Legião Urbana, Ira!, Ultraje a Rigor, Paralamas do Sucesso e outros. Além disso, o Rock sempre foi associado a um estilo de vida desregrado (sexo, drogas & rock'n'roll). Podemos dizer que o gospel rock foi uma alternativa cristã à febre do rock da época?
Ele não foi concebido com a intenção de ser uma alternativa ao rock secular, mas sim ser mais um ritmo usado por Deus para que o louvor chegasse ao povo. Como comentei anteriormente, acredito que todos os ritmos e sonoridades foram feitos por Deus e por isso não há limitações para essa adoração.


Nesse mesmo período o senhor fundou uma igreja evangélica, a Igreja Renascer em Cristo, que além de todo o investimento em rock e outros ritmos mantém até hoje um grupo de louvor próprio, o Renascer Praise, já com 17 CDs gravados. Pode-se dizer que sua igreja é uma igreja musical?
Com certeza é uma Igreja marcada por uma visão de louvor e adoração. Nossa vida sempre foi marcada por louvores maravilhosos, por sons que nos foram entregues por Deus e que influenciaram a vida de milhares de pessoas. Pessoalmente fui marcado por uma música em muitas fases do ministério e da minha vida pessoal. Recentemente gravei o CD Inesquecível, que reúne várias dessas músicas, muitas em ritmo de rock´n´roll, como “Extra, Extra”, “Sepulcro Caiado” e “Revolução”. Cada música tem uma história que marcou uma etapa das nossas vidas. Todas as letras que fiz sempre tiveram o objetivo de levar a Palavra de Deus, isso é o mais importante.


A igreja evangélica sempre teve dificuldades em atrair jovens, em partes pelo estilo de vida cristão cheio de limitações. O rock foi uma forma de atrair novamente os jovens?
Acreditamos num evangelho que liberta e não que aprisiona. O rock foi um instrumento usado por Deus para alcançar os jovens, com certeza, mas o que liberta é a salvação em Jesus Cristo.


O Gospel Rock fez a igreja debater temas até então evitados pelos religiosos, como sexo, vícios em álcool e drogas e etc. Dá pra dizer que o Gospel Rock fez a igreja repensar sua existência?
A Visão do ministério que iniciamos há mais de 25 anos foi revolucionária em todos os sentidos e não apenas na música. Até então, não se viam muitos jovens nas igrejas e a religiosidade aprisionava as pessoas com regras impostas. O evangelho que liberta começou a ser pregado em todos os lugares e isso gerou esta grande revolução. Uma das músicas que está no CD Inesquecível, Revolução diz exatamente isso: “Revolução está no nome de Deus, seu Filho Jesus, que agora conheci, me libertou das cadeias, dos enganos deste mundo que sabe muito bem como iludir”.


Hoje a música evangélica em si atrai a atenção da mídia especializada e inclusive de gravadoras não-evangélicas, que já sentiram que esse é um nicho importante para se investir. Qual foi a receptividade do gospel rock entre a mídia secular nos anos 80?
Nas gravadoras e rádios seculares realmente houve muita dificuldade de penetração naquela época, mas atualmente este cenário está mudando. Cada vez mais rádios e gravadoras estão reconhecendo a qualidades destes músicos e dos trabalhos realizados por eles e abrindo espaço para que aconteça esta divulgação.


Além das músicas evangélicas, quais são suas referências musicais?
Tenho um gosto musical eclético, que abrange não apenas o rock, passando por Rita Lee, Ivan Lins, Mutantes, Ira, Paralamas até Bob Dylan, Beatles e Rolling Stones.


Apesar de ter escrito tantas músicas para tantas bandas de rock o senhor nunca havia gravado um CD. Só agora veio o CD "Inesquecível", que resgata toda essa história do rock gospel brasileiro. Por que só agora a gravação do CD próprio?
Acredito que este foi o tempo preparado por Deus para que esta gravação acontecesse. Sempre quis que ela fosse diferenciada, produzida com muita qualidade. A ideia surgiu de uma conversa recente com o Déio Tambasco, que produziu o CD. Acredito que este foi um trabalho muito especial, que com certeza nos deixou muito satisfeitos.


Para encerrar, como o sr avalia o Rock nacional, tanto o gospel como o secular?
O Brasil produz música de muita qualidade, que não deixa nada a dever a nenhum outro país. O brasileiro tem ainda uma criatividade aguçada e talento especial para arranjos e composições. É um país abençoado com músicos de muita qualidade e talento.

Música de Domingo: Tiê - Só Sei Dançar com Você



Sabe aquele momento em que você procura uma música para relaxar? Quando você não quer refletir sobre nada, nem "tirar o pé do chão"? Para momentos como esse indico a Tiê, paulistana que já conquistou seu espaço com músicas doces e suaves. A voz dela é macia, suave, delicada, tão delicada como ela mesma. 

Como vi muito bem definido em um outro site, Tiê é a Mallu Magalhães para adultos... rs

E entre as músicas da Tiê indicamos "Só Sei Dançar Com Você":


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