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Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

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Quem disse que só tem um jeito?

Fim de Ano

Sexy Angel, BloGirl de dezembro do Blog Novas Ideias


O ano de 2012 não foi tão produtivo assim para o Blog Novas Ideias. Tivemos poucas postagens - em alguns meses tivemos apenas 1 post. Completamos 5 anos no ar sem nenhuma comemoração especial - diferente dos anos anteriores. Não conseguimos formar uma equipe de colaboradores além dos já sempre presentes Wesley Talaveira e Liesel Hoffmann, embora muita gente tenha se comprometido a participar assiduamente do blog. Sem alardes criamos uma nova seção, a BloGirl, com ensaios sensuais feitos por convidadas, para descontrair um pouco o estilo formal e sério do blog, mas não havíamos conseguido ainda alguma convidada disposta de verdade a participar. A exceção no blog em 2012 foi nossa Semana Mulheres com Novas Ideias, que teve um tema específico ("Elas Vão Dominar o Mundo?") e contou com a participação de gente muito bacana, como a jornalista Rosângela Cianci, entre outras colaboradoras. Mas fora isso 2012 foi um ano fraco em termos de conteúdo para o blog. Aliado à falta de tempo dos que escrevem aqui está um certo desânimo com a blogosfera. A infinidade de blogs brasileiros escrevendo baboseiras intermináveis, somados aos "blogs progressistas" mantidos com dinheiro público com objetivo de defender o petismo a todo custo estão minando a credibilidade do que é publicado na internet, infelizmente. Pensamos até que talvez esse fosse o último ano do blog.

Mas, contrariamente ao que esperávamos, o número de visitas aumentou. E muito. Quase 50% de aumento nas visitas diárias do blog em 2012. Boa parte delas a partir de pesquisas no Google por temas específicos, que poucos blogs e sites tocam mas que tratamos aqui. E mais: boa parte desses que caíram no blog por acidente se tornaram leitores assíduos. Tivemos também um grande número de visitas vindas de fora do Brasil, principalmente da Pátria-Mãe Portugal. Ou seja, o blog cresceu na proporção em que a dedicação a ele diminuiu. Curioso, não?

Isso mostra que o conteúdo do blog é bom. Que, mesmo sem as atualizações constantes dos anos anteriores as pessoas continuam a se interessar pelo que já foi postado aqui. E que pessoas que já acessam o blog estão indicando para outros. Pessoas que conheceram o blog continuaram acessando. Isso mostra que, embora não muito grande, temos um público fiel. Um público que acessa, favorita, divulga em redes sociais e comenta com amigos o que é publicado aqui. E isso é gratificante. 

Por isso temos o que agradecer. Agradecer a quem nos acompanhou. A quem escreveu, entrou em contato por email, a quem participou desse blog. Manter um blog ativo é uma missão difícil, ainda mais um blog opinativo mantido por duas pessoas que não tem muito tempo disponível para ficar na internet. Mas essa resposta dos leitores é um estímulo a continuar com o blog. 

Foi essa resposta positivo que nos motivou a encerrar o ano com duas postagens novas, e não apenas novas: postagens marcantes, diferentes do que já foi postado aqui. Publicamos a entrevista com a modelo Isabella Crociolli, Miss Dracena 2011, que falou sobre seu trabalho e seus planos de carreira. E para fechar de um jeito bastante diferente do que o blog fez durante todo o ano buscamos não apenas uma simples convidada para o BloGirl de dezembro, mas a melhor convidada que poderíamos ter: a Sexy Angel, uma das maiores webstripers virtuais brasileiras, que fez um ensaio exclusivo - e pra lá de sensual - para o Blog Novas Ideias. 

E é com isso que encerramos 2012. Agradecendo aos nossos leitores e contando com a parceria e amizade de sempre. Um Feliz Natal e que 2013 seja um ano bom para todos nós!

Abraços!

Weslley Talaveira
Liesel Hoffmann

#BloGirl Sexy Angel Stripper @SexyAngel_Strip



Se você tem mais de 22, 23 anos você com certeza já usou salas de bate papo, aquelas antigas onde se encontrava de tudo: desde bons amigos e colegas de religião até sexo virtual. E foi no sexo virtual que Emanuelly Raquel viu sua oportunidade de trabalho. A antiga "Ninfetinha Safadinha 18" dos bate-papos viu que poderia usar a própria beleza e desenvoltura para explorar o universo erótico - e a fértil imaginação masculina. Daí para o sucesso foi questão de tempo. As salas de bate-papo deixaram de ter a força que tinham, mas outras formas de contato e redes sociais ainda mais poderosas surgiram, e com elas o crescimento do trabalho da "ninfetinha". A menina usuária de chats virou a Sexy Angel Stripper, uma das maiores strippers virtuais do Brasil - e talvez do mundo. Bom, o próprio nome é autoexplicativo: ela faz strippers pagos pela internet. Com pacotes de minutos já fechados pagos antecipadamente e detalhes dos shows já estabelecidos antes da compra, ela combina com o internauta o horário que o mesmo a deseja assistir e, no momento marcado, lá está ela para fazer a alegria dos homens. Foi a primeira a lançar um portal de webstripper no Brasil, e seu blog atinge picos de 20 mil visitas diárias, marcas que muitos blogs de renome não conseguem atingir nem de longe. Sim, ela é uma das precursoras do stripper virtual, que já se tornou a nova moda da internet.


[ Acesse o Site Pessoal ] [ Visite o Blog da Sexy Angel ] [ Acesse o Diário Virtual da Sexy Angel


Ela é bonita, a típica beleza da brasileira. Corpo escultural, pele bronzeada, cabelos pretos impecáveis, curvas muito bem delineadas. Olhando para a Sexy Angel dá pra entender um pouco do que o mestre Niemeyer queria dizer com "a curva me fascina" - sim, o corpo da mulher brasileira era inspiração para o trabalho do arquiteto, e nossa Emanuelly seria uma ótima inspiração para ele, não?!

Mas engana-se quem pensa que ela é apenas um corpo bonito (se é que podemos dizer "apenas" para uma mulher como Sexy Angel) Além da beleza incrível e da sensualidade à flor da pele, ela é dona de uma simpatia e carisma sem igual - isso faria dela a mulher perfeita? Prova dessa simpatia é o ensaio exclusivo que ela fez para o Blog Novas Ideias. Sim, exclusivo. Ela se fotografou apenas para o nosso blog. Quer a prova? Veja

(CONTÉM IMAGENS SENSUAIS. NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS):












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Um bate papo sobre cinema

Carlos Gonçalves foi o convidado do programa Fala, Doutor, da UnivespTV, e falou sobre sua tese de doutorado, "Cinema brasileiro na estrada: identidade, mitologia e cultura contemporânea no gênero road movie (anos 1990 - 2000)". 

O vídeo é uma verdadeira aula. E aula em todos os sentidos. Carlos Gonçalves é professor universitário e foi, inclusive, meu professor no curso de Publicidade e Propaganda. 

Se você gosta de cinema vale a pena assistir:

 

"Tento transmitir leveza e paz". Entrevista com Isabella Crociolli



Ela é linda. Aliás, não apenas linda. Incrivelmente linda. E é com essa beleza que ela vem construindo uma sólida carreira como modelo. Teve o reconhecimento da sua capacidade na própria cidade onde nasceu, ao ser eleita Miss Dracena - SP 2011. Isabela Crociolli é a prova de que talento e força de vontade são a fórmula para o sucesso profissional. Além de ter sido eleita a garota mais bonita de Dracena-SP, Isabella já venceu outros concursos como Miss Anglo Cid 2008, Garota Destaque 2011, 1° Princesa do Oeste Paulista, além de uma participação muito forte e ativa na rede social MeAdd. Já foi entrevistada pelo estilista Gerson Brito no programa De Bem Com Você, da Band e por várias revistas especializadas e, para completar o ótimo momento em que vive, foi convidada para ilustrar o livro Poemas para a Juventude, do poeta rondonense Augusto Branco, bastante conhecido principalmente na internet por poemas como "Já perdoei erros imperdoáveis". Enfim, uma série de conquistas que só provam que Isabela está no caminho certo. Como gratidão a esse reconhecimento e sucesso a modelo lançou uma promoção em seu site pessoal que dá direito a um dia inteiro com ela, incluindo ida à danceteria e jantar à luz de velas. O felizardo será o que vencer o sorteio que será feito entre os compradores do e-book do livro de Augusto Branco. Várias pessoas já estão participando da promoção, o que só prova ainda mais o sucesso da carreira de Isabela Crociolli.

Entre um trabalho e outro ela topou conversar com o Blog Novas Ideias. Leia a entrevista:

1) Como a carreira de modelo surgiu na sua vida? Tudo começou com 15 anos de idade. Participava de desfiles e eventos da cidade, mesmo! O up que minha carreira deu foi no ano de 2011 , após o concurso Miss Dracena. 

2) Como a família vê sua carreira? E o namorado, tem ciúmes?Minha família apoia muito, e claro tudo com muita calma e limites. Tento de varias formas transmitir leveza e paz para as pessoas. Meu namorado entende a forma de trabalhar e conseguir as coisas através de meus objetivos. É claro, algumas vezes ele sentiu ciumes, mas isso é normal do ser humano, todo mundo sente isto! 

3) Você foi eleita Miss Dracena 2011. Qual foi a sensação de representar sua cidade no concurso de beleza mais importante do estado de SP?Muito legal, foi uma experiencia unica para mim, que poucas meninas tem. Muito interessante mesmo, ainda mais com minha cidade se orgulhando de mim, com certeza farei sempre o melhor para Dracena-SP e sempre representarei, eterna cidade milagre. 

4) Você participou do livro de um poeta de Rondônia, Augusto Branco. Como vocês se conheceram? Qual é a sua participação no livro?O poeta Augusto Branco , me conheceu por redes sociais, através de perfis falsos. A partir disso ele se interessou por minha imagem e decidiu procurar a verdadeira. Ele é um ótimo poeta, é meu preferido. Sou muito feliz por trabalhar com ele e estar vinculada aos poemas dele. É um sucesso. 

5) Se não fosse modelo o que você faria?Não sei , eu já estudo , faço faculdade , acho que o minimo eu já faço. Sou satisfeita com o que tenho.

6) Qual o requisito fundamental para quem sonha em ser modelo? A beleza é realmente tão importante?Juízo! Acho que toda menina ou menino que quer ser modelo profissional precisa ir para o caminho certo e duradouro. Infelizmente muitas pessoas acham que indo para o caminho fácil consegue, mas a fama engana, e com isto fica passageira. Em todos os ensaios que fiz, o máximo das minhas fotografias era ser sensual, apenas isto. 

7) Quais os planos para o futuro? Pretende seguir na moda ou tem outra carreira em vista?Não sei, procuro não pensar muito no futuro, pois a cada dia que passa a vida e os caminhos se modificam, então vivo a vida e deixo rolar. 

8) Vários concursos de TV elegem garotas para modelos. Temos o tradicional Menina Fantástica, da Globo, e o novo Top Model, da Record. Qual sua opinião sobre esses programas?São muito bons, é uma oportunidade para as meninas que sonham em ser modelo. Porem, preferiria que esse mundo da moda fosse mais justo. 

9) Pra encerrar, qual seu conselho para quem sonha com a carreira de modelo?Não desistir, nada é fácil, uma carreira demora anos para dar certo, "e se der".


Conheça mais do trabalho da modelo Isabella Crociolli pelo Facebook ou pela página do MeAdd.

Funk X Rap




Publicado no site da Revista Trip


Por muitos anos, o hip hop foi a principal expressão cultural da periferia de São Paulo. Mas o funk carioca invadiu quebradas e se tornou a trilha dominante da cidade. Na paisagem da noite paulistana, saem o discurso político, o passo quebrado, a roupa larga; entram a letra de putaria, a dança até o chão, a calça agarrada 


Madrugada de sábado em São Paulo. A trilha é de batidas fortes, graves, africanas, corpos se movem na pista, o clima é de pegada. Mas ela não beija nem pega geral. Ela quer dançar. Bumbum para o alto e para baixo, para a frente e para trás, mãos nos joelhos, calça agarrada, suor escorrendo na pele. Os homens pouco se movimentam, observam com lascívia e imaginam se ela faz tudo isso na hora H, embalados pelas letras que narram as sacanagens que permeiam o encontro. O DJ avisa: vai começar a putaria!

Esse é o clima que dominou bailes, festas e casas noturnas em São Paulo, seja no extremo da zona sul, em casas como Maria Mariah, Galpão Night e Fênix; na zona leste, no Expresso Brasil; na zona norte, no Arena Beer; na Vila Madalena, no Black Bom Bom; ou ainda na Vila Olímpia, no Santa Aldeia. O responsável por essa cena é o perseguido, renegado, admirado e aclamado funk carioca. O ritmo subiu a serra e fez residência em São Paulo, berço incontestável da cultura hip hop no Brasil, cidade que sempre teve suas mazelas retratadas pelo rap. Mas o funk não se fez de rogado e, sem o mínimo constrangimento, invadiu quebradas, casas e a cabeça da rapaziada.

A questão entre o funk e o rap já gerou muita discussão, e há até quem afirme que o primeiro tomou de assalto o espaço do segundo em São Paulo. Para WD, MC do grupo Consciência Humana, um dos maiores grupos de hip hop de São Paulo, “o rap teve sua fase e vai ter novamente, assim como o funk logo deve entrar em decadência, é o ciclo da música”. Na opinião de WD, “o rap não perdeu espaço, só está em fase de renovação, de reestruturação, de reinvenção”.

Mulheres de volta 
Hoje pode-se ouvir funk carioca na maioria absoluta das baladas em São Paulo. O estilo caiu nas graças do mercado popular com uma força próxima à do forró nos anos 90. “Quando o assunto é pista de dança, percebe-se que o funk foi mais assimilado pelo público do que o rap, que geralmente não é dançante”, afirma o produtor de eventos Primo Preto.

Idealizador da equipe de bailes Rap Soul Funk e um dos primeiros a trazer ofunk carioca para São Paulo, o produtor de eventos Primo Preto acha que o funk fez sucesso em São Paulo porque o ritmo resgatou a presença feminina nos bailes. “O funk trouxe a mulherada para a pista e resgatou a sensualidade, enquanto no rap a presença feminina foi masculinizada pelas calças largas”, afirma.

Um dos DJs que incentivaram a disseminação do ritmo na capital paulista foi o carioca Zé Colméia, que toca no Black Bom Bom, na Vila Madalena, durante as festas da Rap Soul Funk. Ele conta que há cinco anos o público ainda era resistente, mas hoje suas noites no Black Bom Bom são um sucesso, e ele se tornou um dos DJs mais requisitados em São Paulo. Para ele, o funk estourou na cidade devido às letras, sensuais e alegres, e à batida dançante.

Para donos de casas noturnas, produtores de eventos e músicos, a identificação com o funk também está vinculada ao fato de o Brasil ser um país sexualizado. Essa é a opinião, por exemplo, dos donos do Galpão Night – casa noturna localizada no Capão Redondo e que, sem inauguração oficial, já reúne cerca de 4 mil pessoas por fim de semana –, Luciano e James. Eles acreditam que está na hora da onda do funk. 

Os DJs e MCs de funk que se apresentam na casa são da própria região e têm público cativo. DJ Hermê, MC Pé e MC Ico provam que São Paulo está criando sua própria cena. “Incentivamos o funk carioca produzido no Capão. No Galpão, levamos os músicos da quebrada”, afirmam os donos. Os MCs de funk costumam fazer sucesso nas próprias comunidades. 

O MC Zóio de Gato é um bom exemplo disso: com 16 anos, é um dos destaques do funk paulista. Seu primeiro sucesso foi um proibidão chamado “1º comando”, que fala sobre o Primeiro Comando da Capital, o PCC. Nascido na Vila Natal, bairro da região do Grajaú, na zona sul, Zóio de Gato formou o Bonde da Vila Natal, no qual reúne outros MCs da comunidade. O Bonde da VN, como é conhecido, já virou marca de roupa, e suas camisetas são disputadas pelos fãs. “Meu primeiro contato com o funk aconteceu há dois anos. Cada estilo musical tem seu espaço na quebrada, mas agora é a vez do funk”, afirma Zóio. 

Tá dominado 
Hoje, cerca de 25 casas noturnas apresentam atrações semanais de funk carioca em São Paulo, com um público médio de 3 mil pessoas por noite em cada clube. A capital se rendeu ao batidão e já possui seu próprio circuito de festas, DJs e artistas. Um termômetro eficaz para você identificar o som que está pegando nas ruas são os carros, que hoje bombam a batida do funk. 

É o que acontece na Vila Fundão, no Capão Redondo, onde rolam festas organizadas pela comunidade, como a famosa Quermesse da Fundão, que reúne 6 mil pessoas por fim de semana durante o mês de julho, ou o Samba da Vila Fundão, que acontece todas as tardes de domingo. Nos intervalos da roda de samba, organizada com o objetivo de arrecadar dinheiro para a construção da sede da comunidade, o funk balança a mulherada. “Há uns dois anos é o funk que toca nas festas na quebrada”, afirma Canu, um dos organizadores. “Ele fez com que as pessoas saíssem de casa para se divertir, mas o rap também sempre estará presente”, afirma. A trilha sonora de um baile black, no centro expandido de São Paulo ou “da ponte pra lá”, é caracterizada principalmente pelo funk da baixada santista e pelo funk de putaria (com letras que abordam temas sensuais), mais até do que o proibidão, vertente que versa sobre criminalidade. Muitas letras falam sobre as “novinhas”, expressão utilizada para as meninas de 13, 14 anos – uma vertente que o rapper WD classifica como tema de “pedófilos enrustidos”. 

Para ele, “a ‘novinha’ prejudica as meninas porque não dá valor para a mulher”, afirma. “Nosso país é uma contradição. Em um canal de TV discutem sobre pedofilia, em outro você vê a Mulher Melancia mostrando o pacote.” Influenciados pelo funk carioca, artistas e músicos da baixada santista também desenvolveram um cenário próprio. 

MC Duda do Marapé e MC Barriga são alguns dos destaques da região, e o público paulista se identifica com suas letras, pois elas abordam fatos mais próximos do cotidiano de São Paulo. Duda do Marapé lançou o sucesso “Cai lágrimas”, em que narra as dificuldades da prisão e a saudade dos parentes. O santista já cantou ao lado de Menor do Chapa, MC carioca que rima sobre o sofrimento dos morros e sempre lança frases do Racionais MC`s nos shows. A casa noturna Maria Mariah, na beira da represa do Guarapiranga e pioneira na realização de bailes funk na capital, tem uma de suas noites dedicada apenas ao funk da baixada santista. 

O carioca Mr. Catra, conhecido como “o rei do baile funk”, acredita que o funk produzido na baixada santista está no rumo certo: “A baixada concentra o movimento do funk consciente no país”, ele diz, referindo-se ao estilo que trata do sofrimento da favela. “O funk estourou porque outros movimentos deixaram lacunas como a falta de suingue, de ideia jovem, do cotidiano”, acredita. “O funk tem uma raiz brasileira, elementos de samba, forró, baião, jongo, candomblé...” 

Para o DJ carioca Sany Pitbull, que começou na pioneira equipe de som Live e agora comanda a PitBull no Rio de Janeiro, “Santos, influenciado pelo rap e pela batida do funk, originou um estilo característico”. 

Queridinho de casas noturnas como o Bar Secreto, em Pinheiros, Sany não vê a putaria com bons olhos: “A gente tem história, a gente apanhou muito da polícia, sofreu com o preconceito, tem uma cultura e uma musicalidade que precisam ser vistas além da putaria”.

Veja a reportagem completa no site da Revista Trip

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