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Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

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O fim do 'SNL Brasil": o programa certo na emissora errada



Por Luiz Fernando Aleixo, convidado do Blog Novas Ideias

Como todos, ou boa parte de vocês, devem ter lido, a Rede TV anunciou hoje o fim da versão brasileira do maior programa de humor da TV americana, o Saturday Night Live. Anunciado na época da mudança do Pânico para a Band, a Rede TV dizia apostar todas as fichas e dinheiro (dinheiro esse que nem se sabe se existe, mesmo) para dar ao programa americano uma cara brasileira e fazer dele um sucesso, tal qual no seu país de origem. Mas o que se viu foi totalmente o oposto.

Como o programa seria o substituto e novo concorrente do tal programa de Emilio Surita, a Rede TV optou  por exibir o SNL aos domingos à noite. Mas o dia escolhido esbarrou logo no nome do programa: 'saturday' exibido aos domingos? Outro problema foi a decisão de fazer vários esquetes gravados, o que esbarrou novamente no nome do programa: 'live', mas gravado? Só faltaram exibir o programa à tarde. 

Pra completar o programa estava a anos-luz do original americano. O humorista e inicialmente diretor do programa Rafinha Bastos afugentou convidados, que temiam serem expostos a piadas fortes num programa ao vivo. Além disso, as maioria das esquetes do programa era lamentável. Se por um lado o elenco até era bom, apesar de pequeno para um programa do porte do SNL, por outro o redator parecia usar a cartilha de Ari Toledo para escrever o roteiro do programa. O resultado era bons atores (Renata Gaspar é a melhor!!!) que se esforçavam ao máximo para dar graça a esquetes totalmente bobas. E completando o cenário temos a total falta de profissionalismo da Rede TV, que já parece ser padrão na emissora, o que faz com que tudo que essa emissora produza exiba um amadorismo assustador. Pior que o SBT!

Claro, nem tudo no SNL Brasil era ruim! Em meio a esquetes fracas era possível encontrar alguma coisa boa, como o Homem Bomba, a Suzana Bipolar e a maravilhosa interpretação da Renata Gaspar para a Carminha de Avenida Brasil.   

Desde o começo o programa dava sinais de que não iria muito longe. Principalmente depois da saída de Rafinha Bastos, o que deixou claro que o programa havia perdido completamente o pouco rumo que tinha no início. A Rede TV já havia cortado os poucos esquetes ao vivo, a banda característica do programa e os convidados, que já eram ruins - por favor, Sônia Abrão no SNL?

É uma pena ver um produto valioso, com um peso televisivo tão grande como o SNL, que já lançou grandes humoristas nos EUA, ser tão mau usado por uma emissora que parece contar os dias para fechar as portas, administrada por uma dupla que nunca deveria ter se aventurado a administrar uma TV. A Rede TV teve ouro nas mãos, mas não soube garimpar. O SNL era um programa bom, com um elenco razoável, mas com a direção errada, na emissora errada. 

Tomara que alguma outra emissora tente exibir novamente o SNL, agora com a competência que o programa exige. Que não seja a Record, que nao seja a Record...

Uma das coisas boas feitas pelo SNL Brasil foi o clipe "Vai Rolar no Ministério". Simplesmente sensacional!




Luiz Fernando Aleixo é paulistano e estudante de Rádio e TV, além de ser formado em jornalismo pela Anhembi-Morumbi. 

Se você fosse um livro ou música, qual seria?

  

Fiz essa pergunta no Facebook e várias pessoas responderam. Entre elas:

Gisele Almeida (Curitiba-PA): 
Música: Ovelha Negra - Rita Lee: "porque essa música mostra que as vezes precisamos conquistar a liberdade de forma radical, o que nos faz ser vistos como a ovelha negra"

Liesel Hoffmann (Berlim - Alemanha): 
Livro: Warum Das Kind In Der Polenta Kocht, ("Porque as crianças são cozidas na polenta", sem tradução no Brasil),  de Aglaja Veretanyi: "apesar do título meio cruel, o livro trata da liberdade, da inocência infantil e da forma como perdemos isso ao crescer, além de mostrar como a fantasia as vezes é a única forma de escaparmos da dificuldade que tenta nos fazer perder a alegria da vida".

Mia Sodré (Viamão - RS): 
Livro: A Insistentável Leveza do Ser, de Milan Kundera: "porque eu sinto como se ele tivesse se espelhado em mim para descrever Tereza e a relação dela com Tomas".

Diego Chalita (São Paulo-SP): 
Música: "Todo Carnaval tem seu fim", do Los Hermanos: "porque ela mostra que todas as coisas boas da vida sempre acabam, e o que nos faz enfrentar isso é a forma como lidamos com esses finais".

Sharlane da Costa (Verê - PR): 
Livro: O Segredo, de Rhonda Byrne: "para fazer as pessoas acreditarem mais em si mesmas"

Guilherme Wilton (Tabapuã - SP):  Música: Pensa em Mim - Leandro e Leonardo: "Por que já me identifiquei com essa música várias vezes"

Michele Jiombra (Araucária-PR): 
Música: The Scientist - Coldplay: "porque eu também gostaria de voltar no tempo para ter de volta algumas pessoas que foram (ou ainda são) especiais em minha vida".

Bruna Soave (São Paulo-SP):
Música: Bittersweet Symphony - The Verve: "porque na letra diz 'estou aqui do meu jeito, estou aqui do meu modo, mas eu sou um milhão de pessoas diferentes, de um dia pro outro, eu não posso mudar o meu molde', e isso se encaixa perfeitamente à mim, pois eu sou uma pessoa diferente a cada dia, mas não vou conseguir mudar o meu molde, quem eu sou de verdade".

Lucas Fernandes (Indaiatuba-SP):
Livro: Confie em Mim, de Harlan Coben: "para cativar as pessoas e no final mostrar que nem tudo é como acreditamos que seja".

Melissa Ikut Batistoni (Diamantino-MT): 
Música: Breakaway - Kelly Clarkson: "porque sinto que meu lugar nao é onde vivo, sonho alto e pra ser quem eu tenho de ser tenho de me livrar dos erros de do passado, me libertar".

Se todo problema fosse o Renan...



Enfim conseguiram! Mais de 1,5 milhão de assinaturas pedindo a saída de Renan Calheiros da presidência do Senado. Pessoas em todo o país se mobilizaram pela internet e em manifestações pelas ruas Brasil afora com o objetivo de limpar o Senado desse mal chamado Renan. O motivo disso tudo? Os processos que ele responde desde que foi presidente do Senado pela primeira vez, em 2005. Desde aquela época ele é investigado em inquérito no STF por ter usado notas fiscais frias para justificar o pagamento de pensão alimentícia da filha que teve com a amante Mônica Veloso, jornalista. Agora, de volta à presidência do Senado, veio a mobilização popular pela sua saída. Se ele vai sair? Boa pergunta!

Digamos que ele saia. Ele renuncia à presidência do Senado de novo, é aberta uma nova eleição, um novo presidente toma posse (ou o vice-presidente do Senado assume, não sei como funciona o regimento nesse caso) e ele volta à sua cadeirinha confortável no Senado. As pessoas que assinaram o abaixo assinado vão continuar suas vidas normalmente, cada um cuidando de sua casa, da esposa, dos filhos, frequentando balada, brigando em ônibus, e tudo volta à sua normalidade. "Tiramos o Renan", e todos os problemas se resolveram, certo? Pois é, não é bem assim.

Não é bem assim pelo motivo de ele não deixar de ser senador. Ele apenas deixa de ser o presidente do Senado, mas continua com seu mandato, recebendo seu - alto -  salário, sua verba de gabinete, continua com seu curral (isso mesmo, curral!) eleitoral em Alagoas que garante qualquer eleição que ele tente disputar e, para completar, ele tenta convencer o PT a apoiar seu rebento Renan Filho (PMDB) que quer concorrer em 2014  ao governo de Alagoas. 

Além do mais, Renan Calheiros não é o único problema da política brasileira. Se fosse apenas ele, pediríamos sua renúncia ao mandato, faríamos pressão, protestos, e ele teria de renunciar. Mas se o Renan sai, existem outros vários tanto quanto ou ainda piores que ele, recebendo seu salário e usufruindo de todas as mordomias que o mandato de um Senador oferece. Pedir a saída somente do Renan é como resolver problemas de desmoronamento causado por chuvas distribuindo capa e galocha para moradores de encostas, ou ajudar a baixar água de uma avenida alagada retirando apenas um copo de água. Que faremos? Escolheremos um por um dos senadores que não fazem um bom mandato e pedimos sua saída com abaixo assinado na internet? Não, é muito pouco. Acontece que o problema é um pouco mais profundo, e é o que eu insisto sempre: a despolitização do brasileiro. 

Somos um povo totalmente despolitizado. Só lembramos da política em época de eleição ou quando algum humorista bonitão faz piadinhas forçadas com políticos na TV. Achamos engraçado quando fazemos ou quando outros fazem piada com política, com frases forçadas como "político é ladrão", "vamos votar nas putas, pois votar nos filhos delas não deu certo" e coisas do tipo. Tenho certeza que se abordássemos todas as pessoas que assinaram a petição contra o Renan e perguntássemos a qual partido ele pertence mais da metade não saberia que ele é do PMDB. E se perguntássemos aos que saberiam o significado da sigla, outra metade não saberia responder. Talvez alguns candidatos a humoristas de stand up usassem a piadinha do CQC, que diz que PMDB significa "Pôr Mais Dinheiro no Bolso".

Ou seja, o brasileiro é totalmente despolitizado. Haja vista a quantidade de pessoas que se interessam em saber o que se passa na Câmara, no Senado. Quantos brasileiros lembram em quem votaram? Se lembram, quantas vezes você procurou saber como está o mandato do político que você elegeu? Você acompanha as votações, as comissões das quais ele participa, o que ele anda aprovando e o que ele anda votando contra? TV Câmara e TV Senado servem apenas para serem zapeados quando procuramos algo para distrair (mas concordo que os canais públicos são ótimos em alimentar tédio... rs).

Repelimos com entusiasmo qualquer discurso que esteja relacionado a política. Já dizem que "política, religião e futebol não se discute" (tá certo que discutir com petistas geralmente é perca de tempo... rs), e com isso deixamos a política para pessoas como Renan, Sarney e tantos outros. Aí quando alguém, geralmente influente na internet, resolve protestar contra um político em específico, todos os demais seguem juntos, no mais perfeito "comportamento de boiada", mas aqui travestido de luta contra a corrupção. Pura balela. Se A ou B famoso da internet não tivesse criado ou se posicionado contra dificilmente o protesto teria ido em frente.

Sim, sou a favor do abaixo-assinado contra o Renan, sou a favor da manifestação contra ele programada para acontecer amanhã (só não vou devido estar me recuperando de uma cirurgia). Sou a favor de qualquer iniciativa com o objetivo de recuperar o lado bom da política no Brasil. Só sou contra o modismo, contra os protestos sem significado, contra o fato de muita gente estar pedindo a renúncia do Senador, mas sem saber direito o porque: "não sei, mas todo mundo está assinando, então vou assinar, também". Se vamos protestar (e devemos, é nosso dever) que seja com embasamento, sabendo contra o que protestar e o que eu quero ver no lugar, caso meu protesto dê certo. Senão acabamos nos igualando a tal "Primavera Árabe", que pediu a saída do líder do Egito, mas não sabia o que queria no lugar, e acabaram trocando uma ditadura por outra.

Ah, eu assinei sim o abaixo assinado contra o Renan. 

#BloGirl: Marjorie Estiano



Bom, ela dispensa apresentações. Marjorie Estiano é, com certeza, um dos maiores nomes da dramaturgia brasileira, além de ter uma voz incrível! Nascida em Curitiba, seu primeiro grande trabalho foi na Globo, como a eterna Natasha em Malhação, isso na época de maior audiência da novela. Daí em diante não parou. Protagonizou várias novelas, sempre com papeis de destaque. Tudo isso em paralelo ao trabalho de cantora, que ela desenvolve com qualidade inquestionável. 

Nesse ensaio, feito para a Trip, ela abandona de lado o jeito menininha tímida de Curitiba e encarna o mulherão escondido por baixo do talento artístico. Vale a pena ver o link do ensaio no site da Trip, que tem inclusive uma dedicatória feita especialmente para Marjorie pelo cineasta Bruno Barreto. 

Segue (Se você tem menos de 18 anos ou se incomoda com imagens sensuais não continue a ler o post):














Mais uma oportunidade desperdiçada



Que o mundo anda mal das pernas não é novidade. A crise do mundo capitalista expôs aos olhos de todos economias que, apesar de parecerem sólidas e estáveis, eram tão frágeis quanto qualquer economia de países subdesenvolvidos. A diferença apenas era que esses países tinham dinheiro para cobrir suas irresponsabilidades. Mas existe um alei que vale para o Banco Central da França, para minha conta bancária ou para o cofrinho de uma criança: dinheiro não é fonte renovável. Se não for bem administrado, uma hora acaba. E assim como acabaria na minha conta bancária (ou já acabou? Pera, vou ali consultar o saldo da minha conta...) ou no cofrinho da criança, o dinheiro dos países ricos acabou. A Grécia está pedindo socorro. Espanha vai mal, com metade dos jovens desempregados. Portugal está pedindo água. França, agora socialista, continua tão mal quanto antes. A única exceção nesse novo mundo de ex-ricos é a Alemanha, bem administrada pela nada agradável mas competentíssima Angela Merkel. 

Em contrapartida o Brasil vai até bem, obrigado. Estamos com uma moeda estabilizada, inflação que as vezes ameaça aumentar mas nada que seja impossível de controlar. Tem emprego pra todo mundo (exceto se você tiver formação universitária; aí você terá de ralar muito pra encontrar uma boa vaga), a grande maioria come bem, gasta bem, o endividamento das pessoas está caindo. Ou seja, pelo menos mal e porcamente podemos dizer que a economia brasileira está estabilizada, graças ao lampejo de sensatez dos petistas que, ao chegarem no governo em 2003, aceitaram manter as políticas econômicas adotadas no governo FHC, que foram a base para esse sucesso econômico. 

Por outro lado temos um disparate: se a Europa agora está sem dinheiro, por outro lado eles tem o que nos falta: tecnologia de ponta, conhecimento qualificado e mão de obra sofisticada. Não é à toa que a Europa é o "primeiro mundo". Tudo lá funciona bem - ou quase. Uma economia criativa bastante eficiente, que preza pela qualidade na arte, na música, no conhecimento. Se falta dinheiro para administrar uma economia em frangalhos, pelo menos eles ainda tem o conhecimento tecnológico e científico importante para mantê-los no mesmo patamar de sempre. Já o Brasil, bom, seria desnecessário dizer, mas vamos lá: somos um país de 80% de analfabetos funcionais - aqueles que leem e escrevem bem mas tem sérias dificuldades em interpretação de textos. Nossa tecnologia ainda é precária. Ainda somos o país das "commodities", que exporta matéria prima para virar tecnologia na mão dos europeus, e depois compramos de volta o produto fabricado, mas muito caro. Nos falta estrutura tecnológica, científica. Sim, temos excelentes quadros e pessoas altamente qualificadas, mas falta mais. Mais gente, e principalmente: mais investimento do Governo. 

O Brasil tem uma oportunidade de ouro nas mãos de fazer riqueza com a crise dos outros. Com a crise mundial a Europa está de olho em nós. Somos os "queridinhos da vez", a esperança de dinheiro num mundo pobre (perdoem o exagero!). Empresas do mundo todo querem vir para cá fazer dinheiro. Governos querem facilitar a entrada de brasileiros em seus países, para nos permitir gastar lá. O que deveríamos fazer? Permitir que eles venham, aceitar que recebam bem os brasileiros. Tudo isso se reverte em riqueza para o país, em reconhecimento mundial. Se empresas se propõem em trazer estrangeiros para trabalhar aqui, que venham. Venham e tragam seu conhecimento, sua cultura, sua tecnologia, e nos ajudem a enriquecer o potencial enorme que temos de ser um grande país, mas refreado devido a falta de recursos. Multinacionais querem se instalar aqui? Venham, se instalem e gerem emprego aos brasileiros. Emissoras de TV do mundo querem abrir filiais aqui (como eu li essa semana que a BBC quer se fortalecer no Brasil)? Que venham, tragam conteúdo de qualidade e somem seu conhecimento ao nosso para produzirmos aqui também bom conteúdo. Abrir as portas do Brasil ao mundo é trocar experiências e conhecimento. Quanto mais estrangeiros tivermos morando e trabalhando aqui, mas nos fortalecemos no mundo como nação e mais enriquecemos, tanto financeira como culturalmente. Vamos lá, governo! Incentive o ensino de português no mundo. Vamos fazer parcerias com a pátria-mãe Portugal, que já fala o nosso mesmo idioma para entrar no mercado europeu. Desde que tudo seja feito com a devida regulamentação para não enfraquecer o mercado interno, que as portas estejam abertas ao mundo.

Mas nosso (des) governo petista não pensa assim. A ideia retrógrada de que "não precisamos deles" ainda vigora no meio político. Se o mundo nos procura, o Brasil reage com uma birra infantil, algo como "ah, eles nos querem? Agra que não quer somos nós", e com isso o Brasil perde uma oportunidade fantástica. Nos fechamos num mundo pequeno, onde só tem espaço os "companheiros bolivarianos" e a doce e maravilhosa democracia cubana, onde o governo brasileiro injeta milhões por ano sem qualquer retorno. Esse patriotismo exagerado e burro fecha as portas do Brasil. Preferimos o "orgulho" de sermos latino americanos (o que em si não é nenhum problema) do que nos mostrarmos receptivos ao que venha de outros continentes. Preferimos ser "amigos" de países que não nos trazem qualquer retorno do que abrir caminho para quem realmente pode nos ajudar a ir para frente. Um pouco mais de sensatez e o governo brasileiro perceberia que, ao abrir as portas para o mundo, ganha o Brasil, ganham os brasileiros, ganha a América Latina inteira, ganha o mundo. 

O Brasil poderia ser o precursor de uma nova economia, um novo capitalismo baseado na abertura de mercado, na descentralização de recursos, mas preferimos a cabeça socialista soviética que enxerga o mundo como "nós contra eles". Só temos a perder.

Por isso líderes popularescos como Chávez, Lula, Correa, Kischner são tão admirados em nossas terras. Em lugares desenvolvidos eles seriam ridicularizados pela forma mesquinha como enxergam o mundo. 

Namorar e casar. Com quem?



Relacionar-se com alguém talvez seja uma das coisas mais complicadas que o ser humano faz. Escolher alguém para passar o resto da vida - ou o máximo de tempo possível - é uma missão difícil, e como qualquer escolha humana está passível de erros. Mas e quando essa escolha, que já é difícil, vem carregada de um fardo religioso, que impõe conceitos e valores duvidosos em nome da "moral", ou da "religiosidade"? E quando alguns dizem que seu casamento foi "escolhido por deus"? Qual o envolvimento que a religião deve ter no relacionamento?

Veja um vídeo do programa Intuições, da TV Betesda, que trata exatamente desse tema: a religião e os relacionamentos. Qual é, e qual deve ser a parcela de religião que temos de levar em conta na hora de escolher alguém?

Veja:


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