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Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

Nós somos finalistas!


Sim, nós somos finalistas! "Nós" porque graças ao apoio e voto dos nossos amigos e leitores o Blog Novas Ideias chegou ao segundo turno do Top Blog 2013 / 2014, concurso que elege através do voto popular os melhores conteúdos da blogosfera brasileira. Com essa conquista o Blog Novas Ideias já é considerado um dos 100 melhores blogs do Brasil. Não é pouca coisa, meu amigo! 

Essa conquista só reforça que estamos no caminho certo ao promover o debate aberto e direto sobre qualquer assunto, seja através de entrevistas, de posts de opinião que repercutem longe. E agora, com quase sete anos no ar e sendo um dos blogs brasileiros mais antigos ainda em atividade, entendemos que esse é o caminho: promover a diversidade de ideias e pensamentos, ouvir todos os lados e expor cada visão de mundo, para que o leitor forme sua opinião. 

Só temos a agradecer a você, amigo leitor, que nos proporcionou essa conquista. Mais ainda não acabou. Agora começa a segunda fase do concurso e, mais ainda do que antes, precisamos do seu voto. Você que votou no primeiro turno e você que nem sabia que existia um prêmio desse tipo, contamos com seu apoio. Basta clicar nesse link, ou no banner abaixo do logo do blog, e registrar lá seu voto com seu perfil do Facebook ou com seu e-mail. Lembrando que com o e-mail será necessário confirmar o voto através de um link enviado em sua caixa de entrada. 

Ah, não conhece o blog e quer um motivo pra votar na gente? Então vamos lá:

Por que Votar no Blog Novas Ideias para o Top Blog 2013?


Com quase sete anos no ar, o Blog Novas Ideias vem, a cada texto publicado, conquistando mais espaço junto à blogosfera brasileira. Sem barulho, sem polêmicas forçadas e tendo como único foco o debate de ideias, trabalhamos para produzir conteúdo interessante e relevante, saindo da mesmice e da superficialidade que ronda os espaços de discussão atualmente no Brasil. Nessa tentativa de produzir bom material, que faça a diferença nos nossos leitores, o Blog Novas Ideias trouxe entrevistas cheias de conteúdo, abordando temas importantes da área de acada entrevistado, como a entrevista com o cineasta e atual presidente do Memorial da América Latina João Batista de Andrade, a advogada e ex-BBB 9 Ana Carolina Madeira,  a banda teen CW7 (que foi, na verdade, a entrevista que levou a banda a se tornar conhecida a ponto de serem agenciados pelo mesmo agente da banda Restart), a atriz Larissa Vereza, o líder religioso Inri Cristo, entre outras entrevistas.

A música também tem espaço no Blog Novas Ideias, através de nossa coluna de Música que, todo primeiro domingo do mês, comenta e analisa o trabalho de cantores de todas as partes, dando sempre prioridade aos que estão "fora da mídia" ou aqueles que não conseguem muito espaço na mídia tradicional. Nessa mesma pegada o Blog Novas Ideias já lançou alguns bons nomes como a Banda Trader, Banda Apogeu, além de ter trazido com exclusividade ao Brasil a primeira entrevista em língua portuguesa da banda britânica Eutopia Rox. Além disso, para homenagear o rock brasileiro, o Blog Novas Ideias trouxe uma entrevista com o pai do Gospel Rock Estevam Hernandes.

O Blog Novas Ideias acredita que ver o mundo sob a ótica feminina é enriquecedor, pois amplia horizontes e nos faz enxergar detalhes que muitas vezes passam despercebidos. Com esse objetivo o blog trás, há 5 anos, a seção Mulheres com Novas Ideias, todo mês de março, com blogueiras e profissionais convidadas para dar seu ponto de vista aqui no blog sobre temas diversos.

Veja o que já falaram sobre o Blog Novas Ideias:






E aí, podemos contar com você? Clique então nesse link, e vote no Blog Novas Ideias para o Top Blog 2013.

Abraço!

Wesley Talaveira 

Muse #EspecialLollapalooza


Faltam pouco mais de um mês para o festival que vem, ano após ano, se consolidando como o maior do mundo, o Lollapalooza. E apartir de hoje o Blog Novas Ideias faz um especial com um resumo das principais bandas que irão se apresentar no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, em 5 e 6 de abril. 

E seria até difícil abrir nossa série especial sem falar nos britânicos do Muse, que vem cada vez mais conquistando pessoas ao redor do mundo, além de conseguir agradar a crítica musical por onde se apresenta. Formada por Matthew Bellamy, Christopher Wolsteinholme e Dominique Howard, o Muse surgiu em 1994, mas só em 1999 vieram lançar o primeiro álbum, Showbiz, o primeiro de uma sequência de seis álbuns de estúdio. Na época muito bem recebido pela crítica, esse álbum foi o responsável por levar o Muse para fora da Inglaterra, o que logo rendeu comparações ao Radiohead, que servia de inspiração aos ainda novatos ingleses. 
Mas foi com Origin of Symmetry, o segundo álbum da banda, que o Muse realmente caiu nas graças dos fãs do alternative rock, através da turnê que os levou a várias partes do mundo. Daí em diante a banda não parou mais. Em 2002 gravaram o DVD Hullabaloo - Live at Le Zenith, o registro de um show inteiro feito em Paris, além do CD contendo músicas do show e B-sides. 

O mais recente álbum da banda é The 2nd Law, uma referencia a segunda lei da termodinâmica, é a prova da evolução sonora da banda que, mesmo voltando vez por outra às raízes, mostra que sabe se atualizar a cada álbum lançado. Foi inclusive desse álbum que saiu a música Survival, tema das Olimpíadas de Londres 2012. 

Enfim, o Muse mostra que sabe se reinventar sem fugir daquilo a que se propôs desde a sua fundação: ser uma banda de alternative rock com um som potente e agradável. É com certeza um dos bons motivos para ir ao Lollapalooza. 

Ouça Supremacy, a música que abre The 2nd Law:


E o assunto do momento é... Rachel Sheherazade!


Aí eu pensei esses dias: tá, que parte da festa eu perdi que agora a internet brasileira resolveu se dividir entre os críticos e os defensores da Rachel Sheherazade, a âncora do SBT Brasil? Sim, todo dia vejo gente se digladiando no Facebook, essa terra de comentaristas e selvagens anônimos - ou não, tem gente que tem prazer em se apresentar como babaca - uns criticando a tal jornalista, mandando que ela "cale a boca" e outras coisas típicas do cantinho do Zuckerberg, outros a defendendo, dizendo que "ela representa" e criticando o PT - o PT é o alvo de tudo, sempre! Bom, o fato é que uma pá de gente, que nunca havia assistido nenhuma das edições do jornal que ela apresenta - prova disso é a audiência pífia do SBT Brasil, em torno dos 4 pontos - talvez os mesmos que elogiem a TV Cultura como TV de qualidade sem nunca ter assistido nada além do Castelo Rá-Tim-Bum, resolveram voltar toda sua acidez e revolta por falta de sexo contra um comentário dela no jornal. O comentário foi o seguinte:




Antes de qualquer coisa eu preciso dizer que esse sotaque dela é uma graça... Tá, parei! u.u

Mas enfim, foi esse vídeo aí que gerou a nova onda de críticos dos feicebuqueiros-defendosores-dos-direitos-humanos-de-plantão, gente que nunca tirou a nádega amórfica do lugar pra estender um chinelo a um morador de rua, mas que no alto de seus tablets e iPads se consideram "socialistas", ou "progressistas", pra ficar mais bonitinho. Fidel Castro de jaqueta Adidas curtiu isso! Aí choveram clichês típicos dos revolucionários de sofá: que ela é uma "fascista", "nazista", "direitista", "trapezista" - tá, esse último foi só pra rimar com os anteriores... Mas enfim, pegaram a nordestina pra Cristo porque ela disse que "a atitude dos vingadores é compreensível"

"Ah, que bom, Rachel Sheherazade nos compreende..."

Mas então, negada, eu vi o vídeo umas 6 vezes e em nenhum momento eu entendi que ela defendeu a violência com as próprias mãos. Sei lá, vai ver que é porque cada um entende as coisas de um jeito diferente. Se tem até gente que entende que o Dirceu é inocente, e tem gente que doa dinheiro pra multa do Delúbio, vai entender... Mas em nenhum momento ela diz o que a rapaziada vociferou a semana inteira no Facebook. Ela diz que é "compreensível". Vamos lembrar que vivemos num país onde, como ela mesma diz, 26 pessoas a cada 100 mil morrem vítimas de bandidos, e onde o Estado já não funciona mais. Sabe aqueles babacas que acham que queimar ônibus vai resolver o problema do transporte no Brasil? Então, a ideia aí é quase a mesma. Acham que descer o cacete em bandido vai diminuir a criminalidade. Eu já disse uma vez e repito: o Brasil está caminhando para a barbárie, e sabem por que? Porque o Estado é omisso. Temos uma presidente vaca-de-presépio que até agora não sabe o que está fazendo no Governo além de engordar a buzanfa e governadores que só pensam no bem dos apadrinhados. Quando o Estado falha, as pessoas procuram meios alternativos para se proteger: uns entregam sua confiança a traficantes em morros cariocas, outros agem com as próprias mãos. Nada justifica, mas é compreensível. Foi o que ela disse. 

Aí, como sempre, pra justificar e alimentar a ladainha irritante, a esquerdância virtual reascendeu a luta de classes que sempre está pronta na manga dos "progressistas" como arma de debate: agrediram o rapaz porque era negro e pobre. Até compararam com o "mendigo gato", aquele viadinho de Curitiba, lembram? Sim, o preconceito existe sim, está incutido na nossa sociedade, e é fato que as pessoas tendem a desconfiar muito mais de um negro pobre do que de um loiro mauricinho. Mas não era o que aconteceu no caso aí do "marginalzinho" espancado. Ele não era "inocente" (ah, esse sotaque das nordestinas falando "inocente"...) como muita gente disse. Se era, por que não foi prestar queixa contra os agressores? Aí vou atiçar um pouquinho seu lado selvagem e bárbaro: quem aí que já foi assaltado por um "marginalzinho" (aquele que levou o celular que você tinha acabado de comprar e que continuou pagando por 10 meses, lembra?) não teve vontade de fazer a mesma coisa, se tivesse chance? A diferença é que esses "vingadores" foram além e fizeram. 

Não, isso não justifica, e responder um crime com outro crime só piora as coisas. A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena, lembram? Se vivemos num país onde a civilidade afunda como em areia movediça, descer a porrada em bandido não vai resolver, só vai piorar. Por isso sou contra pena de morte. Um bandido deve pagar pelo seu crime. Não ser vítima de outro. Quem responde um crime com outro crime se iguala ao criminoso. 

Quem deve estar emputecido bastante chateado com isso é a direção do SBT, que viu sua âncora virar motivo de guerra virtual e nem assim a audiência do jornal aumenta. Ainda bem que tem Chiquititas pra salvar o dia! :p

Você é dono da sua cama!


É, não tem jeito: o assunto do momento é o tal beijo gay da novela da Globo, no último capítulo da novela Amor a Vida, entre os atores Mateus Solano e Thiago Fragoso. O alarde é desnecessário, até porque nem é o primeiro beijo gay da TV brasileira. Em 1990, a minissérie Mãe de Santo, da extinta TV Manchete, exibiu o real primeiro beijo gay da TV, entre os atores Daniel Barcelos e Raí Alves, que na época nem chamou tanta atenção pela baixa audiência da série. Em 2009 a própria Globo exibiu, na série Força Tarefa, um selinho bem meia boca (o trocadilho não foi intencional, juro!)  entre Fabíula Nascimento e Hermila Guedes. E em 2011 o SBT exibiu outro beijo gay, na novela Amor e Revolução, entre as atrizes Gisele Tigre e Luciana Vendramini (e esse sim foi um beijo, com direito até a pernas entrelaçadas, e não um selinho como nos anteriores). Ou seja, não existe qualquer protagonismo no beijo exibido pela Globo. O que existe sim, mais que nos outros, é o estardalhaço que ainda se faz com a homossexualidade no Brasil. 

Uma coisa é fato: quanto mais pregamos o respeito, mas incentivamos a diferença. Ao criar todo esse barulho em torno de um beijo gay não estamos incentivando a igualdade, mas sim reforçando a diferença. Estamos mostrando ao mundo: "olha, dois homens se beijando é uma coisa totalmente bizarra, mas a gente aceita isso. Olha como somos evoluídos!". Sim, é essa a mensagem que se passa quando se cria todo um barulho desnecessário em torno de uma situação que não diz respeito a ninguém a não ser a quem vive aquilo. Que tenho eu com a vida de um homem que geneticamente gosta de outros homens? Que direito eu tenho sobre a vida dessa pessoa? Quem me estabeleceu como juiz para dizer que tipo de beijo deve ser aceito pela sociedade e qual não deve? Qual poder eu tenho sobre a vida de pessoas que nem conheo pra dizer qual relação sexual é aceita e qual não é? Você é dono da sua cama e leva pra ela quem quiser, seja homem, mulher, dois homens, duas mulheres, um homem e uma mulher, fique à vontade!

Apesar de já ter usado essa expressão num outro post, ela cabe aqui, também: mais que a tolerância, precisamos praticar a coexistência. Quem coexiste vive junto, sem se importar se o outro é diferente ou não, seja gay, anão, gordo, negro ou como quer que seja. E quando vivemos juntos não nos importamos com o que o outro faz ou deixa de fazer. A vida pessoal não deveria ser motivo de estardalhaço, como se faz agora com os gays. 

Enfim, o barulho em torno do beijo gay da Globo só mostra como ainda nos assustamos com o diferente, e como nossa sociedade ainda não está pronta pra lidar com isso, por incrível que pareça. 

Mais amor, por favor. Venha de quem vier!

Meu templo é o Shopping


Galerianki, filme polonês de 2009, praticamente desconhecido no Brasil mas disponível legendado pra quem se interessar, retrata um lado da vida dos poloneses - e de outros países pobres da Europa - pouco conhecido no resto do mundo: adolescentes pobres, sem qualquer perspectiva de vida, que sonham com produtos caros que nunca poderão comprar, e para manter esse sonho vivem de perambular em shoppings centers. No filme, algumas dessas garotas chegam a se prostituir em pleno estacionamento do shopping por um celular ou por um tênis, comprado pelo "cliente" como pagamento. 

O país é distante mas a realidade é a mesma. Os shoppings centers no mundo inteiro são verdadeiros templos do consumo, um lugar onde ricos e pobres se dividem claramente: ricos compram e pobres observam os ricos comprando. Shoppings são a fonte da ostentação, da demonstração pública de vida de luxo. Andar em um shopping é sentir-se parte de um mundo diferente, glamuroso, onde o dinheiro é quem dita as regras. 

De um lado temos os que tem dinheiro para consumir nos shoppings. Pessoas abastadas, que trabalham duro para manter um padrão de vida alto e gastar seu tempo livre para comprar e comprar. Gente que tem dinheiro para tomar Chandon, vestir Louis Vuitton, andar de Camaro. Do outro temos pessoas pobres, moradores de periferias, sem o mínimo de conforto que sonham em comprar, mas não tem recursos para isso e tem de se contentar com a champagne barata do supermercado e andar de ônibus - muitas vezes por baixo da catraca, pois não tem o dinheiro da passagem. Fazendo a ponte entre um mundo e outro temos o funk ostentação, que incute nos jovens pobres o consumismo, o glamour de usar coisas coisas caras para mostrar aos amigos e o consumo como forma de ser poderoso no meio onde se vive ("gosto de ostentar e essa é a minha vida / mulher do poder, assim que eu sou conhecida", diz uma dessas músicas). Veja bem, não sou totalmente contra o funk, nem contra o tal funk ostentação. Outro dia falo sobre isso. 

O que temos quando juntamos essas três variáveis? O tal rolezinho, que virou notícia nas últimas semanas. Jovens de periferia que desejam fazer jus às músicas que cantam e escolhem os shoppings como local de passeio, para sentir-se poderosos. Os ricos, os que realmente compram, se assustam com a legião de "pobres" que invadem seu "habitat". 

A mídia viu nisso uma oportunidade de ouro para ganhar audiência. "Especialistas" acharam aí um gancho para "analisar" e posar de inteligente nas TVs assistidas pela grande massa de analfabetos funcionais do Brasil. Mas o que irritou mesmo, muito, foram os movimentos sociais vendidos e partidos de esquerda de aluguel que aproveitaram o acontecimento para mostrar sua burrice esquerdoide, criando polêmicas baratas (rico faz flashmob, pobre faz rolezinho, ouvi a semana toda! tsc tsc) e tentando politizar um movimento que não tem qualquer conotação política. Aliás, nem dá pra chamar de movimento. É apenas um grupo de garotos que marcam um passeio no shopping. 

Sim, é isso que o tal "rolezinho" é: um grupo de jovens que marcam de se encontrar para se conhecer. Só. Isso ficou muito claro no vídeo feito pelo UOL. O que assustou foi na verdade a quantidade de pessoas - num desses rolezinhos mais de 6 mil jovens apareceram. Pense em seis mil pessoas dançando e cantando funk, vestidos como "maloqueiros" numa cidade que vive assustada como SP, onde uma moto com dois homens já é motivo para se desesperar. O resultado não poderia ser outro: o tumulto. Talvez os organizadores dos tais rolezinhos deveriam ter pensado apenas nisso. Houve arrastões e assaltos em alguns desses passeios? Sim, houve. Aí eu pergunto: e os protestos que tem acontecido Brasil afora, são todos pacíficos? Infelizmente, num país que ruma à barbárie como o Brasil, qualquer ajuntamento de pessoas sempre trará consigo gente mal intencionada, seja num rolezinho, num protesto ou num congresso de partidos políticos (bom, nesse caso vai ser difícil achar gente bem intencionada). 

Penso que os "rolezeiros" estão perdendo uma chance de ouro de mostrar que seus passeios não tem qualquer conotação negativa. Como? Organizando rolezinnhos para doação de sangue, para visitas a orfanatos e asilos. O que tem de velhos esquecidos nos asilos no Brasil que dariam de tudo para dar seus conselhos de vida a um jovem não é brincadeira. Já que os organizadores descobriram essa força para ajuntar pessoas, façam isso para causas nobres. E também para passear, seja em shoppings, parques, feiras, exposições. A melhor forma de acabar com o preconceito é a coexistência. Coexistência é diferente de tolerância. O tolerante se acha superior ao tolerado, mas o aceita contanto que não invada seu espaço. Quem coexiste vive junto, sem qualquer problema. 

Menos #mimimi, mais amor. Por favor!

#Música Mala Rodríguez

Crédito da imagem: Codigo Rádio

Ela se veste de forma provocante e esbanja atitude. Tem letras ousadas, cheias de autoafirmação e é considerada musa devido sua beleza, além de ser ídolo entre os jovens. Não, não estou falando da Anitta, e sim de Maria Rodríguez Garrido, ou Mala Rodríguez, rapper espanhola que vem encontrando espaço cada vez maior na América Latina.

Mala não faz o tipo carismática e nem se esforça a ser, mas mesmo assim conquista público por onde passa por conta de sua qualidade musical, dando um toque de sofisticação ao rap e hip hop, que vem se tornando cada vez mais profissional e todo o mundo.

Já fez parcerias importantes, como os porto-riquenhos Calle 13, a americana radicada no México Julieta Venegas e a portuguesa Nelly Furtado, o que só fez aumentar seu público entre os latino-americanos já cativos desse estilo musical, haja vista a quantidade de cantores e grupos do gênero.

Como dica para hoje fica Tengo Un Trato:

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