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Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

Documentário "Espelhos"



Apresentado pela jornalista Juliana Borba, o documentário Espelhos traça uma linha entre todas as regiões de São Paulo e mostra o que cada uma tem de bom, desde regiões consagradas como o Centro até as periferias, como Capão Redondo, na zona sul.

Reserve um tempo no seu dia para assistir esse documentário.

Dona Neli: a boa árvore dá bons frutos #Mulheres2014



Pelo Facebook, o Blog Novas Ideias lançou a proposta de leitores enviarem histórias inspiradoras de mulheres comuns, para encerrar a série Mulheres com Novas Ideias desse ano. Entre todas as histórias enviadas a selecionada foi a da curitibana Letícia Lima, que contou a história de dona Neli, sua avó que faleceu em 2013. 

Acompanhe:

***

Na música “Todos os defeitos de uma mulher perfeita”, Chorão descreve em seus versos algumas qualidades de uma “mulher perfeita” – Com força, sensibilidade e garra. Entre outras qualidades, é a partir desses versos que conto a história de minha avó – aquela que possui todos os “defeitos” de uma mulher perfeita. 

Nascida em meados de 1949, no interior do estado do Paraná, Neli, desde a sua adolescência, sempre pensou diferente das condições em que vivia em Ibaiti. Vivendo com pais com problemas psíquicos e irmãs “garota de programa”, resolveu cedo começar sua aventura de sobrevivência, indo á capital paranaense, com o objetivo de trazer bons benefícios aos seus parentes com seus estudos. 

Enfrentou fome, humilhação, e exploração, sobrevivendo como doméstica de tios, em suas horas livres se empenhava em estudar cursos e línguas. Aos 15 anos, já era fluente no alemão. 

Na vida adulta, conheceu o homem com quem vivera o resto de sua velhice: Aristeu. 

Começaram sua jornada aos 23 anos, morando em um quarto alugado, comendo os restos de alimentos do lixo, e ajuntando o resto do que tinham. Meu avô trabalhando com toras pesadas de madeira (o que causou hérnia no futuro) e minha avó de “sacoleira” batendo em porta em porta em busca de sustendo. 

O fruto do suor trouxe um terreno avaliado em mais de um milhão de reais. Sua promessa foi comprida: cuidou de seus pais até a morte. Cuidou de suas irmãs até quando sua doença permitiu. 

Ajudar parentes não foi o bastante para ela, em sua casa, passaram mais de 30 jovens desabrigados, que assim como ela, não tinham o que comer, ajudou-os para que eles tivessem uma vida digna, assim como ela conquistou. Evangelizou milhares de pessoas, no Paraná e afora, mostrando que Jesus, foi o pilar de onde ela chegou. 

Infelizmente, o antônimo de perfeição é a falha, e ela como humana, morreu aos 64 anos com problema pulmonar e indício de câncer. E é a ela a quem dedico meu texto, a mulher que foi a heroína do meu viver, que por meio de dificuldades me ensinou a ter valor a um prato de comida e a ela, a quem me incentivou ao meu estudo, a ela, a minha entrada numa faculdade pública, obrigada vó, sem você eu não teria tantos bons frutos . 

Descanse em paz.

Por um mundo com mais "Malalas" #Mulheres2014

Malala Yousafzai


Por Liesel Hoffmann


Já havia ouvido falar na paquistanesa adolescente que vinha revolucionando seu país antes dos acontecimentos de 2012, em que Malala Yousafzai foi atingida por tiros disparados por fundamentalistas islâmicos. Mas até então nunca havia dado muita atenção ao que ela tinha para falar, por pensar que era uma realidade tão distante da minha que suas palavras não iriam me impactar em nada. Foi com esse pensamento que resisti a comprar o livro publicado por ela após se recuperar quase milagrosamente. Só o fiz por causa da insistência de amigos que o leram e comentavam tanto que me vi sem assunto em alguns momentos. 

Ainda bem que comprei o livro. O li em menos de uma semana, e a vida dessa garota ainda está me impactando. 

Malala, desde o início, lutou contra um regime forte e poderoso no mundo árabe. Ainda pré-adolescente se viu obrigada a assumir uma briga por uma causa linda: estudar. Tudo o que a pequena moradora do Vale Swat queria era o direito de ir à escola com seu uniforme seus livros e lá absorver um pouco da cultura. Bem diferente do que pensavam os fundamentalistas, que viam nessa atitude uma rebeldia contra a religião islâmica e uma certa "aproximação com o Ocidente". Malala, que viu seu direito ameaçado, se sentiu obrigada a assumir a luta pelo direito à liberdade de expressão, luta essa defendida também pelo seu pai, dono de uma pequena escola na região. 

As coisas só complicaram com a chegada do Taleban na região, que obrigou as meninas a abandonarem a escola sob ameaças de morte, além de destruírem diversos estabelecimentos. Milhares morreram em confrontos e outros vários foram obrigados a saírem de suas casas, entre eles a família de Malala. Mas essa garota não desistiu de sua luta e, ao voltar para casa, tratou logo de organizar de novo seus livros e procurar sua escola, para que pudesse retomar seus estudos. 

Por conta da tentativa de assassinato por parte do Taleban, Malala mora hoje em Londres com a família, mas continua em sua luta para que outras meninas tenham o direito a educação. 

Malala é um exemplo de força e apego a uma causa nobre. Vivemos num mundo tão relativo, onde as pessoas não defendem mais nada, não lutam por mais nada, e encontrar alguém como a Malala é confortante. Nos faz pensar que nem tudo está perdido. 

Tomara que hajam outras Malalas no mundo, só assim podemos ter um pouco mais de esperança no futuro. 



Liesel Hoffmann é alemã e mora em Berlin. Chefe de redação de jornalismo esportivo da Deutsche Welle, principal rede de notícias da Alemanha e uma das principais do mundo, Liesel admite que quando aceitou a vaga não gostava de esportes. Mal sabia o elenco do Borussia, time do coração, mas vem se destacando há um ano na função. Tem planos de estar no Brasil para a Copa do Mundo. 

Liesel já escreveu em várias outras oportunidades no Blog Novas Ideias. 

Mulheres machistas. Sim, elas existem #Mulheres2014

Fonte da imagem: Sexplicando

Por Larissa Oliveira

Olá, amigos do Blog Novas Ideias. 

Se você conhece algum caso de uma mulher que foi agredida pelo companheiro, provavelmente você já ouviu alguém dizer que ela apanhou porque "deu motivos". Eu já ouvi isso. Mulheres comentando entre si (salão de cabeleireiro é o point perfeito pra isso) sobre uma outra que supostamente teria apanhado do marido, e uma comentou: "também, irritante como ela é, até dá pra entender porque o marido dá uns petelecos às vezes". 

Se pararmos para pensar, o machismo vem de família. Nenhum homem nasce machista. Ele aprende a ser. Como aprende? Principalmente dentro de casa, e é lá que a mãe tem sua parcela de culpa. Mães como essa que eu descrevi acima, que ainda veem a mulher como um produto submisso ao homem (e aí a religião tem grande culpa). Lembra de comentários como "quando seu pai chegar vou contar tudo para ele"? Pois é, por que o pai é quem tem que resolver? E a autoridade materna, onde fica? Por mais simples que pareça, o machismo está presente em detalhes do nosso dia a dia. E ele pode ser perpetuado. Aprendemos a ser machista e ensinamos nossos filhos. O início do machismo está na divisão de tarefas em casa: qual mãe coloca o menino para limpar a casa? Poucas. Por que? "isso é coisa de mulher". Quem disse?

É triste ter que assumir, mas ainda há muitas mulheres que reforçam conceitos machistas no dia a dia. O sociólogo Gustavo Venturi diz que o machismo só existe ainda porque é perpetuado pela própria vitima. As pessoas passam a achar tão comum aquele comportamento que o incorporam, e passam de geração em geração. Isso se aplica não só ao machismo, mas a homofobia e outros problemas da nossa sociedade, ainda tão fortes. E não é difícil ver atitudes machistas em mulheres. Não pagar a conta, não tomar a iniciativa num relacionamento, casar-se com homens que ganham mais, escolher homens que tenham mais experiências sexuais que a mulher, não escolher e outras coisas que são consideradas "coisas de homem". Quer ver o machismo presente de forma viva? Observe um casal em que a mulher é mais alta e veja a reação das pessoas em volta. 

Pois é, o machismo ainda está presente, e no subconsciente feminino, pra piorar. Antes de cobrar dos homens atitudes mais igualitárias, nós temos que nos ver como iguais. Iguais em tudo. Só assim poderemos cobrar. 


Larissa Oliveira, 23 anos, é paulistana e estudante de Direito. Membro da Juventude Tucana, do PSDB, e irá fazer campanha intensa pela candidatura de Aécio Neves esse ano. Gosta de Rock, Mallu Magalhães e Criolo. Assume já ter cometido vários erros na vida (ter votado no PT na eleição para governador em 2006 foi um deles, diz ela). 

Mulheres com Novas Ideias 2014


Está no ar, pelo quinto ano consecutivo, a edição 2014 da série Mulheres com Novas Ideias. Quem lê o blog desde o começo já conhece essa série que já se tornou uma marca do blog. Todos os anos, na semana da mulher, o Blog Novas Ideias convida blogueiras para participarem do blog e darem aqui sua visão de mundo, sua forma de encarar a sociedade e o que nos rodeia. 

Veja aqui a edições de 2010 / 2011 / 2012 / 2013.

Teremos a participação da estudante de Direito Larissa Oliveira, que já participou outras vezes aqui no blog e nos presenteia com sua visão de mundo. Membro da juventude do PSDB de São Paulo, a Larissa é do tipo que sonha em fazer a diferença no mundo. 

Nos dando o privilégio da participação teremos novamente aqui a jornalista alemã Liesel Hoffmann, atualmente diretora de jornalismo esportivo de uma importante rede de notícias de Berlim. A Liesel já foi colunista oficial do blog e já participou em outras edições do Mulheres, e esse ano nos presenteia novamente com sua inteligencia. 

Para encerrar, teremos a história de vida de dona Neli, enviada pela Letícia Lima, uma das leitoras do blog, uma história de superação e amor pela família. Vale a pena conferir. 

Começa hoje, aqui no Blog Novas Ideias. 

Acompanhe! 

Alain Resnais, inovador aos 91 anos


Muita gente torceu o nariz quando o Festival de Berlim atribuiu a Alain Resnais o prêmio Alfred H. Bauer por Aimer, Boire et Chanter. E há que se entender o estranhamento: um prêmio de inovação a um cineasta de 91 anos que traduziu para o cinema, de forma completamente artificial, uma peça de teatro.

Mas quem conhece o histórico de Alain Resnais sabe que ele merece esse e qualquer outro prêmio que se possa entregar, por sua obra composta por quase 50 filmes, entre eles Hiroshima Meu Amor e O Ano Passado em Marienbad. Resnais foi a grande estrela da Nouvelle Vague, movimento responsávle pela renovação do cinema francês nos anos 50, que culminou por influenciar todo o cinema cult ao redor do mundo.

Aqui no Brasil, mais precisamente me São Paulo, Resnais marcou história entre os amantes do bom cinema com o filme Medos Privados em Lugares Públicos, de 2006, que ficou mais de três anos em cartaz e acabou por se tornar parte da história do extinto Cine Belas Artes, na esquina da Paulista com a Consolação.

Falecido na madrugada de sábado 01 de março, Resnais é a prova de que algumas pessoas são, sim, insubstituíveis. Sua maior capacidade era conseguir retratar, de modo singelo e delicado, a profundidade humana, com suas dificuldades e medos. Cada diálogo, muitas vezes mais parecendo monólogos, e suas cenas longas de silêncio total, combinadas com cenas panorâmicas que nos fazem sentir parte do elenco, são a prova de sua sutileza e sua sensibilidade ao criar roteiros.

Alain Resnais vai fazer falta. 

Profissão Prostituta


Bianca Vaz, acompanhante gaúcha

Acabamos de sair do Carnaval, época do ano em que "tudo é liberado", onde é permitido beijar na boca à vontade, transar como se não houvesse amanhã sem sequer perguntar o nome, perder a conta de quantas mulheres se "pegou" numa noitada, sempre com o aviso: use camisinha. Desde que o preservativo esteja na carteira, a permissividade é total, e até cultuada por alguns "comentaristas". 

E não, não sou contra nada disso. A vida é de cada um e você faz o que quiser dela.  

Mas algumas coisas são curiosas: no carnaval, homens se vangloriam de terem ficado com várias mulheres, de terem transado loucamente e levado para cama uma mulher com quem não tem a menor intenção de manter um relacionamento. A quarta-feira de cinzas é o dia oficial de contar aos amigos as "aventuras" do feriado: com quantas saiu, qual delas foi para a cama, como foi o sexo, se ficou ou não com o telefone de alguma, e por aí vai. Por que? Porque o sexo nesse caso é apenas um momento de diversão, serve apenas para relaxar, para se divertir, sem qualquer compromisso de relacionamento. Sexo e amor são coisas completamente diferentes, suprem necessidades diferentes no homem, e essa diferença fica muito explícita no carnaval - aliás, muitas coisas ficam explícitas no carnaval... 

Mas se essa mesma mulher, essa que aceitou transar sem qualquer compromisso com esse mesmo cara, que foi para a cama com um cara que sequer perguntou seu nome, e que usou seu próprio corpo para dar prazer a um desconhecido, resolvesse cobrar por isso, viraria uma "vagabunda", "mulher da vida", "puta", dentre outros vários adjetivos que se queira dar. 

É interessante: vivemos numa sociedade que se diz "evoluída", "aberta" e sem preconceitos, onde tudo é permitido e o que conta é a consciência de cada um no momento de escolher o que é o melhor ou não para si, mas se uma mulher resolve, de livre e espontânea vontade, sem a pressão de um "agenciador", usar o próprio corpo para proporcionar prazer e cobrar por isso, ela perde completamente qualquer status social que uma mulher "digna" possa ter. Por que? "Nossa, ela cobra por sexo". Tá, e daí? Ela está ganhando o dinheiro dela, sem prejudicar ninguém, honestamente - sim, honestamente - explorando uma necessidade humana: a necessidade de sexo. 

Todos nós, desde Alexandre Frota ao padre Fábio de Melo passando por Inri Cristo, temos desejo de sexo. Tesão é uma sensação humana (e tesão é nome científico, tá?) inerente ao nosso biológico, uma necessidade como outra qualquer. Sentimos vontade de rir, de viver aventuras e de transar. Temos os comediantes que nos fazem rir, parques e passeios que proporcionam aventuras, mas se uma profissional resolve proporcionar sexo vira uma vagabunda. Dizem até que a prostituição - nomezinho esse carregado de um estigma pejorativo horrível - é a profissão mais antiga do mundo. Sabe por que? Muito antes da necessidade de jogar vídeo game, de falar no celular, de ver TV, de ir ao cinema, temos vontade de fazer sexo. Sexo é uma necessidade básica. Mas se alguém resolve fazer disso um mercado a ser explorado, vira "puta". 

Sim, vivemos num mundo capitalista, onde se cria necessidades para se vender facilidades. Mas, curiosamente, a necessidade que não se cria, se nasce com ela, é exatamente a mais reprimida. A série O Negócio, exibida em 2013 pela HBO, mostrou na ficção o que existe na realidade: um mercado de desejo sexual a ser explorado, e mulheres inteligentes e bonitas querendo explorar esse nicho. O sexo, nesse sentido, vira um produto a ser vendido. Totalmente sem romantismo, não? Mas há algum crime nisso? 

O que estou tentando dizer - não sei se consegui ser claro, o tema é mais complexo do que se imagina - é que vivemos numa sociedade hipócrita, onde o sexo serve está presente em tudo (na propaganda, na TV, no comércio, nos esportes), mas se alguém resolve fazer uso profissional dele para viver é tachado de "imoral". Como assim, imoral num país onde o carnaval é recheado de conotação sexual do primeiro ao último dia? Como assim imoral num país que se orgulha de ter as mulheres mais bonitas do mundo? Meu amigo, imoral é usar da boa fé de inocentes para conseguir vida fácil, e se tem alguém que não tem vida fácil são as profissionais do sexo, ou as "acompanhantes", todos os dias expostas a homens machistas que as veem simplesmente como máquina de transar, que ignoram completamente a humanidade dessas moças e que as exploram como se fossem uma fruta em que se aproveita a polpa e joga o bagaço fora. Nesse sentido, vejo o trabalho das acompanhantes como uma reafirmação do valor feminino: uma mulher é muito mais do que um produto descartável. Quer usar sem se envolver? Pode ser, mas no mínimo terá que pagar por isso. 

Alguns vão argumentar que nem sempre o trabalho de uma acompanhante é glamuroso e cheio de lição como os que descrevi. E é verdade. Existem, sim, mulheres que vivem em regime quase escravo, sendo forçadas por um cafetão cruel a transarem com homens nojentos em troca de um tratamento dentário ou de um café da manhã nos interiores do Brasil. Existem adolescentes que mal menstruam e já entram no submundo da exploração sexual. Sim, isso existe, é crime e deve ser combatido. O que não dá é pra comparar a exploração sexual com o trabalho de moças que optam, por livre vontade, por trabalhar com o sexo. São coisas totalmente diferentes. 

Existe também toda uma visão romantizada do sexo, uma visão religiosa que o vê como complemento do amor. E acredito nisso também. Não há amor sem sexo, mas há sim sexo sem amor. São coisas diferentes. Se você tem alguém que ama, com quem compartilha sua vida, irá desejá-la e querer transar com ela. Se não tem, irá querer satisfazer sua necessidade de sexo do mesmo jeito. Que seja então com alguém especialista nisso. 

Mais amor, e mais sexo, por favor!


Publicado originalmente no blog Ave, Maria Rita!

Freakpedia #1 Toda a beleza e sensualidade da Sexy Angel Stripper @SexyAngel_Strip



Com colaboração de Larissa Oliveira


Sim, meus amigos! O Freakpedia tá de volta! #TodosComemora \O/

Pra quem lembra da gente, nós éramos um blog de humor que deixou de existir no final do ano passado, mas aqui estamos de volta, graças ao apoio do querido e lindo Wesley Talaveira, que cedeu o espaço no Blog Novas Ideias. A partir de hoje estaremos aqui todo primeiro domingo do mês como um espaço dedicado ao humor e ao besteirol que povoa a internet brasileira! #TamoDeVolta #Uhuuuuuu!

E pra marcar nossa volta trouxemos aqui uma participação especial deliciosa pra os marmanjos - e umas meninas aí, também: ninguém menos que a maior deusa da internet brasileira: a gata da Sexy Angel. Ela já esteve presente aqui no blog, na coluna BloGirl. Não lembra? Corre lá!

Ela é stripper virtual e faz a alegria de homens todos os dias graças a bendita webcam. Aliás, um momento de agradecimento a deus pela Connectix, a criadora da primeira webcam, em 1994. Graças ao gênio que criou esse equipamento maravilhoso hoje temos a oportunidade de ver maravilhas como a Sexy Angel.

[ Acesse o Site Pessoal da Sexy Angel] [ Visite o Blog da Sexy Angel ]
[ Acesse o Diário Virtual da Sexy Angel

Ah vá, que você não sabe o que é uma stripper virtual. Bom, nós explicamos! Por um valor fechado e pago  antecipadamente ela se exibe para você via MSN ou Skype, fazendo tudo o que foi combinado na hora do acerto, que pode ir desde um strip simples até o uso de brinquedinhos ou de amigas!!!

Quando isso começou? Bom, quando ninguém nem sabia direito o que era isso, uma menina linda chamada Emanuelly Raquel, que já alegrava meninos nas salas de bate-papo com nicks como "ninfetinhashowcam" viu aí uma oportunidade de negócio. E dessa brincadeira virtual nasceu a maior stripper virtual do Brasil - e talvez do mundo, a nossa Sexy Angel. Ela hoje é mais que apenas uma stripper: é uma marca de sucesso na internet, com um trabalho cheio de bons resultados e digno de ser respeitado. Ela leva a sério o que faz, e isso faz toda a diferença.

Depois dela surgiram outras várias - e várias mesmo, tem de todo tipo de cor de pele, cabelo, e até forma física... haha Mas igual a Sexy Angel não tem ninguém. Sabe por que? Quando ela está na frente da webcam ela se dedica, se entrega por inteira.

E aí, tá curioso? Corre nos links ali em cima, manolo! Fecha um horário com ela e divirta-se! Só te falo uma coisa, mano: você não vai se arrepender! Corre, antes que outro marque no seu horário!

Não vou falar sobre a beleza dela. Qualquer coisa que eu disser aqui vai ser pouco, cara! Sério! Você mesmo vai conferir isso no ensaio EXCLUSIVO que ela fez para o Freakpedia, no Blog Novas Ideias. É, nós estamos podendo!!! hahaha

Duvido você não se hipnotizar com as fotos que verá agora. Guenta aí:










Ah, e ela ainda fez DUAS fotos exclusivas pra o chefinho Talaveira. Tá podendo, hein?! kkkk




***

Repito: corre lá no site dela e fecha um horário com a Sexy Angel. Vale a pena cara. Ela é linda - como você acabou de ver - e a simpatia em pessoa.

Encontre a Sexy Angel pelos links:

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#Música Mc Don L

Com trechos da matéria da revista Rolling Stone

Gabriel Linhares da Roca seria um cearense comum, como qualquer outro, que tenta a vida em São Paulo, não fosse o sonho alto por trás de sua mudança das praias pelo trânsito: quer ser um rapper como Kanie West, e para isso está disposto a fazer sua música chegar a todos os lugares possíveis. Para isso adotou o nome de MC Don L e lançou seu primeiro trabalho solo, Caro Vapor - Vida e Veneno de Don L

Diferente da hipocrisia que ronda o meio rapper brasileiro, Don L não tem o menor constrangimento em dizer que quer ganhar dinheiro. "Tem duas coisas que eu quero muito: grana e realização artística", diz ele. 

Com músicas de letras profundas, Mc Don L segue o mesmo estilo obstinado e militante da maioria dos rappers brasileiros, mas sem a superficialidade que ronda nosso meio artístico. Don L mostra sua autenticidade sonora em faixas como Slow Jam, do trabalho solo. 

Ouça Morra Bem, Viva Rápido, uma das músicas do álbum solo:


Tubarões, minissaias e o machismo nosso de cada dia.

Fonte da imagem: Revista Bula

Em países onde o radicalismo islâmico é adotado como Lei, mulheres vivem uma série de restrições e raramente são protegidas pela Justiça desses países. Até mesmo em casos de abuso sexual, onde, em alguns países, uma mulher só pode dar queixa de estupro se for acompanhada de quatro testemunhas do sexo masculino. Como obviamente essa mulher não vai encontrar um homem que aceite testemunhar contra outro homem, a culpa pelo estupro acaba caindo nos ombros da própria vítima, que "deu motivos" para ser estuprada. 

Isso parece uma cultura distante da nossa realidade brasileira, mas infelizmente não é tão longe assim. Vez por outra surge alguém tentando pegar um gancho nesse pensamento machista e preconceituoso para explicar a onda cada vez mais crescente de estupros em terras brasileiras. Diariamente milhares de mulheres são vitimas dessa que pra mim é a forma mais suja e cruel de crime: o sexo forçado praticado por um homem doentio contra mulheres quase sempre indefesas. E sempre aparece um aqui e outro acolá dizendo que "as mulheres dão motivos" para serem estupradas por "se vestirem de modo indecente", "provocante". É claro que esse discurso quase sempre tem como público específico as chamadas "periguetes", conhecidas por se vestirem de forma provocante quase sempre. Claro também que não é somente a forma de se vestir que faz de uma mulher uma periguete, como bem definiu a querida amiga Maria Rita, em seu blog, e nem toda mulher que usa roupas curtas é periguete. Uma mulher pode usar roupas curtas por estar num dia quente, por se sentir bem assim, por estar tão bem resolvida com o próprio corpo que não sente a necessidade de se cobrir. Enfim, parece até idiotice falar isso. Discutir vestuário me faz lembrar de meus "anos de chumbo" de Assembleia de Deus, onde até o tamanho em centímetros da saia das mulheres era controlado. Mas eis que aqui estamos, tendo de discutir o direito das mulheres de se vestir como bem entendem. 

Entendam uma coisa: jogar a culpa de um estupro nas costas da mulher por conta da forma como ela se veste é se igualar ao estuprador. Para mim os que defendem essa ideia cretina são homens que estão com uma vida sexual completamente conturbada, doentes sexuais que se excitam com qualquer coxa à mostra nas ruas e, para evitar o mal estar deles mesmos, jogam a carga contra a sociedade. Além disso, dizer que a culpa por um estupro é da própria mulher é igualar todos os homens a um nível baixo e nojento de ser sexual, como se todo homem fosse um grande pênis ambulante que vive de procurar vaginas para se penetrar. Li hoje num perfil do Facebook uma pessoa pregando que as mulheres são culpadas pelo próprio estupro por se vestirem de forma "indecente", e ainda completou dizendo que "não se joga carne aos tubarões", como se a sociedade fosse dividida entre homens sedentos de transa a todo custo e mulheres alvos desses homens. Daí qualquer coisa que você faça pode atiçar o tesão desses homens sedentos.  Faça-me o favor! E vou além: se roupas provocantes fossem as "culpadas" pelos estupros não veríamos tantos casos de abusos contra mulheres em países árabes, onde as mulheres vivem cobertas. O mal do estupro não é a roupa que a mulher usa, é a cabeça doente do estuprador. Para um nojento sexual qualquer mulher, seja "novinha" ou senhora, "gostosa" ou recatada vira um alvo, e mudar de roupa não irá mudar isso. Haja vista o número de casos de senhoras vítimas de abusos. Elas também deram motivos?

Sim, toda mulher tem o direito de se vestir como bem entende. Quer usar calça e camiseta? Use. Quer usar "minissaia rodada, blusa rosinha decote enfeitado com um monte de purpurina"? Fique à vontade. Uma sociedade só pode se considerar evoluída quando as pessoas são respeitadas da forma como elas são. Olhar seu decote avantajado e suas pernas torneadas muitos irão olhar, e isso é inevitável, meu anjo! Mas olhar é uma coisa, agir como doente incontrolado é outra. Aceite os olhares. Denuncie o abuso. 

Só pra encerrar: tem coisa melhor pra se ver nas ruas do Brasil do que nossas belas mulheres? 

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