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Blog Novas Ideias

Quem disse que só tem um jeito?

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Quem disse que só tem um jeito?

Guantánamo: a pedra milionária no sapato dos EUA



Com colaboração de Larissa Oliveira, e Dados da BBC Brasil

Todo candidato, durante uma eleição, promete alguma grande realização, algo que tenha a ver com o clamor de uma sociedade naquele momento em específico, mesmo que a realização dessa promessa seja quase impossível. Isso acontece em qualquer lugar no mundo. Seja em SP, no Brasil ou em qualquer parte do mundo. Até mesmo nos EUA, país considerado modelo de democracia. A grande promessa americana, feita pelo então candidato Obama em 2007 era grandiosa e, assim como qualquer grande promessa, aparente impossível de ser cumprida: fechar a Prisão de Guantánamo. 

Pra quem não conhece bem o assunto, Guantánamo é uma baía em território cubano, mas arrendado pelos EUA desde 1903, na época para operações navais. Lá está instalada a Guantanamo Bay Detention Camp, prisão militar americana criada para receber acusados de terrorismo. Desde sua criação a prisão de Guantánamo gera controvérsias, seja pelos métodos nada humanos de interrogatórios - usando muitas vezes a tortura - ou pelo simples fato de muitos dos presos que lá estão não terem sido sequer acusados formalmente, além de vários outros já terem recebido a liberdade, mas ainda estarem lá devido divergências do governo americano com os países de origem desses presos. 

Claro, essa é uma descrição muitíssimo resumida de Guantánamo, que é tão complexa e cheia de mistérios como as circunstâncias que a mantém aberta, mesmo com a promessa de Obama em fechar a prisão. Novamente o assunto voltou à tona essa semana, após 100 presos de Guantánamo iniciarem uma greve de fome por tempo indeterminado, como protesto pela prisão sem qualquer indiciamento formal. Obama já tentou por mais de uma vez o fechamento da base, sempre sem sucesso. Mas o que o impede de fechar?

Vamos lembrar que Guantánamo não é uma colônia de férias onde se hospedam famílias interessadas em diversão. É um presídio de segurança máxima feito para receber apenas terroristas perigosos, que teriam muito mais chances de fuga se fossem transferidos para uma prisão americana e poderiam se tornar uma ameaça impensável ao país e ao mundo. Por outro lado a transferência de presos para seus países de origem não é vista com bons olhos, pois muitos desses presos vem de países ainda muito instáveis politicamente, como o Afeganistão e o Iêmen, onde redes terroristas como a Al Qaeda ainda tem uma influência enorme. Soltar terroristas em territórios assim é quase uma insanidade. 

Mas é fato que Guantánamo é uma pedra no sapato dos EUA. E uma pedra cara, diga-se de passagem: consome dos cofres americanos nada menos que US$ 150 milhões por ano (R$ 300 milhões), equivalente a US$ 800 mil por preso (R$ 1,6 milhão). É provavelmente a prisão mais cara do mundo. 

Fechar um aparato militar com a proporção de Guantánamo vai exigir muito mais que boa vontade: além de convencer o Congresso Americano, Obama tem de encontrar saídas para todos os "poréns" que cercam os campos da prisão cubana. 

Será possível?

Larissa Oliveira é estudante de Direito e militante política no PSDB.

Um Tabu Quebrado

Richard Wagner

Olá, leitores.

No fim de julho, a Israel Chamber Oschestra, pricipal israelense quebrou um grande tabu: tocou uma obra de Richard Wagner em solo alemão, num festival em Bayreuth, na Baviera.

Wagner, um dos maiores músicos da história, foi declaradamente antisemita e o músico favorito de Hitler, além de ser amigo do Ditador desde antes do Nazismo. Isso significa que uma obra de Wagner ser executada por uma Orquestra israelense é algo significativo, pois mostra o início da superação de um grande trauma: o Holocausto, que matou milhares de judeus em nome de uma perversa "limpeza étnica".

Em Israel Wagner ainda é censurado, de forma extra-oficial. Ao anunciar que iria executar uma obra do músico, a Israel Chamber Orchestra quase perdeu os subsídios que recebe do Governo, além de ter sido alvo de críticas em todo o país.

Mas não é a primeira vez que esse tipo de polêmica acontece entre os israelenses. Em 2001 uma orquestra alemã executou Tristão e Isolda em Jerusalém, o que gerou uma série de críticas, além de várias pessoas terem abandonado a apresentação.

Mesmo com todas essas polêmicas, é interessante ver que que existem pessoas interessadas em quebrar o tabu e vencer o ressentimento. Sim, os judeus tem motivos de sobra pra guardar ressentimentos por toda a eternidade, mas se alguém quer passar por cima disso, é algo a ser comemorado.

Larissa Oliveira é universitaria e militante da juventude do PSDB

50 anos do Muro de Berlim


Do Portal Deutsch Welle

A Alemanha celebrou neste sábado (13/08) os 50 anos da construção do muro que dividiu o país por 28 anos e que tombou em 1989, com a decadência do regime comunista.

A principal cerimônia foi realizada no Memorial do Muro de Berlim, na capital alemã, com a presença do presidente alemão, Christian Wulff, da chanceler federal, Angela Merkel, e do prefeito de Berlim, Klaus Wowereit. O memorial fica na Bernauer Strasse, rua que beirava o Muro e que é hoje um dos símbolos da divisão na cidade.

"A lembrança da injustiça do muro nos alerta para que não deixemos sozinhos os que lutam pela liberdade, pela democracia e pelos direitos cívicos", disse Wulff em seu discurso. "A liberdade acabou por triunfar, não há muro que resista ao desejo de liberdade", acrescentou o político, diante de muitos parentes de vítimas da época. O presidente alemão afirmou, ainda, ser necessário haver mais liberdade na Alemanha atual, incluindo uma melhor integração dos estrangeiros e mais possibilidades de uma vida melhor para todos.

"Jamais devemos esquecer o 13 de agosto de 1961 e o sofrimento que ele trouxe a milhões de pessoas", afirmou Angela Merkel, que cresceu na antiga Alemanha Oriental. "A queda do muro foi um acontecimento que mudou a minha vida e a de milhões de outras para melhor", disse a chanceler.

Nos primeiros minutos do sábado, começaram a ser lidas na Capela da Reconciliação, situada próxima ao memorial, biografias das 136 pessoas mortas ao tentarem atravessar a barreira que dividia a atual capital alemã. Ao meio-dia, a população fez um minuto de silêncio em memória das vítimas do Muro. Neste momento, os transportes públicos pararam e as igrejas tocaram seus sinos.


"Sistema impiedoso"
A celebração emocionou muitas pessoas que viveram de perto a experiência de ver Berlim dividida por uma barreira de concreto. A ex-dissidente do leste alemão Freza Klier, 61 anos, apelou em seu discurso à preservação da memória das vítimas da divisão do país. "Foi um sistema impiedoso, mas que ainda hoje muitos elogiam", sublinhou a dramaturga, referindo-se ao regime comunista.

Aos 18 anos, Klier tentou fugir do país em um navio que iria para a Suécia, mas acabou detida e condenada a 16 meses de prisão. Em 1988 ela deixou a Alemanha Oriental depois de suas peças terem sido proibidas. Mas a dramaturga conta que continuou a ser perseguida pela polícia política, a Stasi.

Após o ato solene, foi inaugurado um novo setor do Memorial do Muro de Berlim. Numa área de 4,4 hectares são exibidos detalhes da chamada "faixa da morte", espaço paralelo ao Muro, ocupado pelas patrulhas dos guardas de fronteira alemães orientais e repleto de equipamentos de segurança. A mostra descreve e ilustra, ainda, as consequências da construção do Muro para o povo nas duas partes da cidade.


Barreira contra emigração
Há 50 anos, a República Democrática Alemã (RDA) justificou a construção do Muro com a necessidade de "bloquear as provocações imperialistas montadas pelo ocidente". O verdadeiro objetivo dos líderes comunistas, porém, era estancar a emigração para o lado ocidental. Nos primeiros 12 anos de existência da RDA, o número de pessoas que fugiram do regime já tinha ultrapassado os três milhões.

Na madrugada do dia 13 de agosto de 1961, um domingo, as milícias da RDA começaram a erguer barreiras de arame farpado na linha divisória entre o setor soviético e os setores ocidentais. Tanques orientais ocuparam importantes vias, e a circulação dos transportes públicos no sentido leste-oeste foi interrompida.

As potências ocidentais renunciaram uma intervenção militar, a fim de evitar um conflito que poderia conduzir a uma terceira guerra mundial. "Mais vale um muro do que uma guerra", justificou à época o então presidente norte-americano John F. Kennedy, segundo vários historiadores.

O Prefeito Gay

Klaus Wowereit, prefeito de Berlim, gay assumido

Do portal Deutsch Welle

"Eu sou gay, e está bem assim". Com essa frase, proferida há exatos dez anos em um discurso durante a convenção regional que o lançava como candidato a prefeito de Berlim, o social-democrata Klaus Wowereit não só lançava a sua fulminante campanha pela prefeitura, como praticamente abria as portas para a aceitação de homossexuais assumidos em altos cargos políticos.

Hoje, ele é um dos prefeitos com maior popularidade que a capital alemã já viu e está não só às vésperas de completar uma década no cargo, como a poucos meses de se reeleger para o terceiro mandato. E isso tem boas chances de acontecer, pois "Wowi" (como é carinhosamente conhecido pelos berlinenses) beira a marca de 30% nas pesquisas de opinião.


Demonstração de coragem

Em sua autobiografia ...Und das ist gut so ("...E está bem assim", em tradução livre) Wowereit descreve seus sentimentos logo após ter dito a frase mais importante de sua carreira: "Fiquei aliviado, mas não tinha ideia do que iria acontecer”, relata, acrescentando que a afirmação provocou um "furacão" na opinião pública. "O melhor foi que todos transbordaram em afagos. Eu tinha demonstrado coragem e atraído simpatia", lembra.

A revelação do então candidato veio como desabafo e, ao mesmo tempo, foi tática eleitoral. Antes das eleições, circulavam boatos sobre as preferências sexuais do político, e ele temia ser vítima de uma campanha da imprensa sensacionalista. Com a confissão pública, Wowereit desarmou uma possível chantagem dos conservadores durante a campanha eleitoral que estava por começar e, ao mesmo tempo, deu adeus à obscuridade para se tornar uma das mais famosas personalidades alemãs.

"A sinceridade dele foi recompensada, pois muitos heterossexuais a consideraram um progresso e uma expressão da nova irreverência alemã", afirma Martin Munz, presidente da Associação de Jornalistas Gays e Lésbicas (BLSJ, na sigla em alemão). "Foi um sinal para muitos homossexuais de que o tempo de ficar se escondendo poderia finalmente acabar, pelo menos nas grandes cidades", explica. Ainda esperamos que alguma política famosa diga um dia 'sou lésbica, e é bom que seja assim'.


Exemplo a ser seguido

Dez anos depois, a declaração ainda é um exemplo a ser seguido, e não só por políticas lésbicas. Poucos anos depois da frase de Wowereit, em 2003, o então prefeito da cidade de Bremen, Ole von Beust, somente conseguiu "sair do armário" em circunstâncias pouco nobres.

Seu coming out só aconteceu após seu próprio secretário do Interior, o ultraconservador Roland Schill, ter tentado chantageá-lo. Schill ameaçou tornar pública a homossexualidade de Von Beust. Como resposta, o político trilhou o mesmo caminho de Wowereit, divulgando publicamente sua orientação sexual, o que lhe permitiu sobreviver no cargo.

Como ressalta um artigo do jornal berlinense taz, a frase de Wowereit marcou "uma reviravolta social", pois na mesma época a união estável para homossexuais foi aprovada na Alemanha, "um marco importante no caminho dos antes criminalizados gays e lésbicas rumo ao seio da sociedade", prossegue o texto.

Vale lembrar que, em 2009, o político liberal e homossexual assumido Guido Westerwelle (foto) chegava ao posto de ministro do Exterior e vice-chanceler da Alemanha. O fato não foi considerado nada extraordinário pela opinião pública alemã. Graças à reviravolta social iniciada por Klaus Wowereit.

Pra não dizer que não falei do Osama


@wesleytalaveira Eu não tinha a intenção de falar na morte do Bin Laden. Não que não seja importante, é que já tem tanto site, TV e blog falando nisso por aí que eu não queria ser “mais um”. Mais aí me fizeram uma pergunta interessante no Twitter: precisava ter matado o sujeito? Não teria sido melhor levá-lo a julgamento, como se faz com todos os outros criminosos?

Não tenho opinião formada ainda, mas tenho argumento para as duas situações: ao invés de matar, poderiam sim ter prendido e levar a julgamento, assim como fizeram com o Saddan (que acabou morrendo, também… ¬¬) e outros vários. Mas tem um outro lado: não estamos falando de qualquer criminoso, nem de um terrorista burro que amarra dinamite na cintura e se mata pra encontrar virgens no Paraíso: estamos falando no chefe desses malucos. Um homem que não tem o menor sentimento de culpa, que manda matar simplesmente pra ter o prazer de atingir o Ocidente. Não tem como negar que o barbudo era o homem mais perigoso do mundo. Aí fica a pergunta? Fizeram certo em matar? Não fizeram? Não sei!

Outra coisa: não é uma guerra contra o Islã. Pelo que conheço, o Islamismo é uma religião pacífica e que prega coisas bem diferentes do que esses doidos estão fazendo no Oriente Médio. A guerra é contra o Terror, não contra uma religião.

Pronto, falei. Agora é com vocês!

*Texto publicado também no Insoonia.

O que quer Baby Doc?

Baby Doc, ex-ditador haitiano

@wesleytalaveira O ex-ditador haitiano Jean-Claude Duvalier, mais conhecido como "Baby Doc" retornou ao Haiti, depois de 24 anos em exílio na França. Deposto do governo em 1986 por um movimento popular, Baby Doc é lembrado por ter governado o Haiti com mão de ferro: nenhum respeito aos direitos humanos e intensa corrupção. Baby Doc chegou ao poder em 1971, recebendo das mãos do pai, o também ditador Francois, o "Papa Doc".

Baby Doc foi escoltado pela Polícia haitiana, e não se sabe onde vai ficar. O atual presidente do Haiti, René Duvalier, disse em 1997 - quando tambem era o presidente do país - que se Baby Doc retornase ao país seria preso. E agora?

O retorno do ditador ao Haiti exatamente num momento de forte crise no país é algo a se preocupar. Ainda mais porque o ditador foi recebido no aeroporto por uma multidão de pessoas, inclusive algumas que gritavam efusivamente o seu nome. Aparentemente, esse seria o cenário perfeito para se tentar toar novamente o poder.

"We want to bring back the tradition of quality music british". Interview with Eutopia




Starting a music career is difficult. This is fact. Harder still to be starting a music career independently on the same land of music legends like the Beatles, Amy Winehouse, Led Zeppelin, Queen and others. Eutopia is one of many new bands that are emerging in the UK music scene, but with one difference: their work has gained recognition from the public inside and outside the land of the Queen. Besides the many English fans are already heard in the U.S. soon and plan a trip to South America

Conceived in 2010 by Alexander Kotziamanis, the band is now formed by Alexander himself, who is the lead singer and guitarist, and Leah and Luke. Eutopia The band is now one of the major innovations of the English music, especially the footprint of the rock with a good dose of electro and synth, which results in a very different sound, very good to hear. The first single, I Shall Lie has generated a great response on the Internet and is also available for iTunes. And the album Seven, the first of the band is ready to be released.

This is the first time the band Eutopia speaks to Latin America, and is the first international interview Blog New Ideas.


1) How did the band Eutopia?
The band started with Alexander's music. He wrote some songs and felt that instead of taking a solo career a band was the way forward. The message in his music was positivity, it is always clean and child friendly, without losing a rock edge. He met Leah in September last year and they decided to put heads together and move things forward. Luke joined in late January and with the family complete we got recording underway.


2) Why the name Eutopia?
Eutopia means 'a perfect place' which is obviously very positive...we are all used to the word Utopia but that is an unattainable ideal...'Eutopia' is an achievable and possible ideal. Aside from that we wanted just one big, epic word to differentaite ourselves from the cryptic and sometimes pretentious names of modern British bands...we thought one, memerable word and concept can blow five obscure and nonsensical words out of the water for a band name. A band's name should say something about the band 'Eutopia' is an idea refelected in all of our conjoined and personal morals as well as in the music we make.


3) Who writes the band's music? What inspiration when writing?
Alexander writes the songs. The songs have a diverse subject matter but all are clean and have strong morals. The songs cover some of the big issues, faith, politics, morality and are anti drugs. The major subject however is love...all our tracks to some extent are about love of humanity, God, one another...you get the drift :)


4) What has been the reception of people to the band's music?
As with all art forms we have our fans...and some who are not so keen. Due to the diversity of our music people latch on to different elements. We really think we can give something to everyone with our music. We have a fan page on Facebook at www.facebook.com/eutopiamusic and our website has a fairly constant stream. We have fans all over the globe and are actually heading to America in the new year to visit our fans stateside.


5) What is the principal innovation of the band Eutopia?
I think we offer something totally original in the current UK music market. We play a wide range of different styles and combine impressive techniue with pure pop/rock big choruses and bold guitar solos. We wanted to move away from obvious jangly, chord progressions and bring back the unashamedly emotive and infectously catchy elements found in the eighties music we love-Bon Jovi, Def Leppard, Journey, Europe etc. Our lyrics are about more than just our own lives, they are about the wider issues. We love big guitar solos and more complex layering of synth parts and harmonies. However, we did not want to go down the well trodden progressive route as we feel that many bands become to technical for their own good and sacrifice the melodic elements which appeal to the mass market. So we keep our melodies simple and catchy. We also add a very modern and in some ways 'un-rock n roll' element with our dance synths. We love the rhythmic sounds and perfection of timing found in dance music and know the impact of a very effective synth melody.


6) Already sang outside England? In which places?
We haven't played as a unit though individual members have had projects outside the UK Alexander has played in several European countries. Luke has alos played in other European countries and Leah had a stint in the Middle East. As Eutopia we have big plans for upcoming shows starting with several dates in the US beginning in the new year.


7) In Brazil, the market for new talent has been very promising. Almost every day there are new bands and new singers Brazilian music scene. How is the market for new singers / band in the UK?
The music market in the UK is under a huge amount of pressure. Talent shows like he X Factor and Britain's Got Talent give the impression that almost anyone can have their pop at a successful musical career regardless of talent. Couple with this the recession and nobody is taking any risks. It is about uick money with no longevity and a handful of writers writing music for everyone. No one has time to develop as an artist and build a strong fan base...you have to this before you 'make' it by yourselves it seems for record labels to become interested. With this in mind we are very happy with how Eutopia is progressing but understand that it may well be worth our while to be looking outside the UK for initial success.


8) Several singers and bands that are successful today began with videos on the Internet. What is the weight of Internet in the dissemination of your work?
The internet is probably our main source of musical success. We use it for promotion and it is a fantastic platform for us as musical artists on a global platform. We do use videos too. We have several live shows being processed for fans who maybe can't make it to a gig due to their location. It is a fantastic way for foreign fans to see us in live action. Aside from this we also have our own videos which promote Eutopia to several other niche groups. Alexander has his 'Archangel Guitar' lessons on Youtube where he reviews pedals and effects and does some guitar lessons. Leah has her 'Synth Owl' blog which is aimed at synth fans but also keeps people up to date with what's happening with the band. She also blogs about how it is being the only woman in the band and one of very few in the rock industry at large.


9) Have you had difficulties in this early work? What?
the music industry is renowned for being one the hardest industries to 'crack' and of course it is very difficult to make an impact. We have found by being completely dedicated to our craft an just talking to people has been our best bet. It is surprising what you can get when you just ask and when people like what you are doing you find they often help you along your way. It is a struggle to gain recognition but a steadily growing fan base and increased record sales prove o us we are on the right track.


10) What next projects the band? Already have scheduled tours?
Well, the debut album is complete and 'Seven' will be on iTunes for all to enjoy from the end of October. We have worked extremely hard on this as all the recording, production, mixing and artwork have been done by the band at home. We all record, Alexander does the production and Leah does the artwork. It has been a labor of love and we are so excited to finally start promotion of the album. Aside from that we are planning a trip to LA in February where we will be doing a series of interviews and loads of live shows. Our American fan base is large compared to our popularity here in London and we couldn't be more excited for our first international tour. Many more to come and hopefully a trip to South America to follow shortly!


11) You are on the same land of unquestionable rock names such as Led Zeppelin,Queen and others. Despite the difference in style of you with these bands, which is theinfluence they have on your work? Believe that the responsibility of making music in thesame country of such household names worldwide is bigger?
I think I can safely say that without the influence of these pillars of UK music we wouldn't do what we do. The killer riffs of Led Zeppelin and the epic diversity of queen are probably two of our biggest influences. Due to the amazing lineage we inherit in this country musically...of course there is pressure. We want to get to that level and I think that it is a standard that should be reinstated in British music. I fear that in recent years people have lost site of our rich history and it is time to bring it back!


12) Do you know something about Brazil? Music, places, etc.
We have heard only great things about your culture and musical heritage. For us Brazil means passion and a positive attitude...both things we strive for everyday. We cannot wait to come and party in South America and hope that we can enjoy success with local Brazilian critics and fans. Aside from music we couldn't be more ecited to see the major cultural sites in Brazil. Our faith is strong and we would love and come and meet with like minded people.


13) Would you like to leave a message to readers of the blog New Ideas?
Just to keep your faith, do everything with passion and believe in what you are doing. It is better to dedicate your life to doing the thing you love wholeheartedly than doing a thousand things poorly and without passion. That and check out our music at www.eutopiamusic.com haha!


Contribuitions and translation of Glaucio de Souza, Gabriela Penha and Liesel Hoffmann. 
Thanks for Julia Nicklen, for answering for questions.


***

Visit the Eutopia's official website and like the Facebook page.


Listen the music Seven:

EUTOPIA-Seven-Seven by Eutopia


Listen the music Shall I Lie:

SHALL i LIE - EUTOPIA -Seven by Eutopia


Listen the music Sattelite of Love:

EUTOPIA-Satellite Of Love-Seven by Eutopia

"Queremos revivir la tradición de calidad de la música británica".Entrevista con la Banda Eutopia



El inicio de una carrera musical es difícil. Esto es un hecho. Más difícil aún es comenzar una carrera musical independiente en la misma tierra de leyendas de la música como Beatles, Amy Winehouse, Led Zeppelin, Queen y otros. Eutopia es una de las muchas bandas nuevas que están surgiendo en la escena musical del Reino Unido, pero con una diferencia: su trabajo ha ganado el reconocimiento del público y en el interior fuera de la tierra de la Reina. Además de los aficionados ingléses, Eutopia ya és EUA y planifican un viaje a Sulamérica.

Concebido en 2010 por Alexander Kotziamanis, la banda se encuentra formada por el mismo Alejandro, quien es el cantante y guitarrista, y Leah y Lucas. Eutopía es ahora una de las principales innovaciones de la música Inglés, sobre todo la huella de la roca con una buena dosis de electro y el synth, lo que resulta en un sonido muy diferente, muy bueno para escuchar. El primer single, Shall I Lie, ha generado una gran respuesta en Internet y también está disponible para iTunes. Y el álbum Seven, el primero de la banda está lista para ser liberada.

Esta es la primera vez que la banda habla Eutopia a América Latina, y es la primera entrevista internacional de blog de las nuevas ideas.

Vea la entrevista hecha por Wesley Talaveira a través de la internet com la Banda Eutopia:



1) ¿Cómo surgió la Eutopia banda?
La banda comenzó con música de Alejandro. Él escribió algunas canciones y consideró que en lugar de tomar una carrera como solista, una banda era el camino a seguir. El mensaje de su música contiene la positividad, es siempre limpia y amigas de la infancia, sin perder la arista de roca. Se reunió con Leah, en septiembre del año pasado y que decidieron poner las cabezas juntas y hacer avanzar las cosas. Lucas se unió a finales de enero con la familia y la grabación completa que se puso en marcha.


2) ¿Por qué el nombre de Eutopía?
Eutopía significa el "lugar perfecto" que es muy positivo ... Es evidente que todos estamos acostumbrados a la palabra utopía, sino que es un ideal inalcanzable ... "Eutopía" es un ideal alcanzable y posible. Aparte de que queríamos una palabra grande, épica a nosotros mismos de la differentaite nombres veces críptico y pretencioso de la moderna bandas británicas ... que pensábamos, memerable palabra y el concepto puede soplar cinco palabras oscuras y sin sentido fuera del agua para una banda nombre. El nombre del grupo debería decir algo acerca de 'Eutopía' de la banda es una idea refelected unidos en todos los de nuestra moral y personal, así como en la música que hacemos.


3) ¿Quién escribe la música de la banda? Al escribir lo que la inspiración?
Alexander escribe las canciones. Las canciones tienen una temática diversa, pero todas están limpias y tienen la moral fuerte. Las canciones cubren algunos de los grandes temas, la fe, la política y la moral son los medicamentos contra. El tema principal es el amor ... Sin embargo, todos nuestros pasos a agregar amor Extensión de la humanidad, Dios, sí ... usted consigue la deriva:)


4) ¿Cuál ha sido la acogida de personas a la música de la banda?
Con todas las formas de arte que tenemos a nuestros fans ... y algunos que no están muy contentos. Debido a la diversidad de la gente nuestra música aferrarse a los diferentes elementos. ¿Podemos realmente pensar que dar algo a todo el mundo con nuestra música. Tenemos una página de fans en Facebook en www.facebook.com / eutopiamusic y nuestro sitio web tiene un flujo bastante constante. Tenemos fans en todo el mundo y se dirigen a Estados Unidos en realidad en el nuevo año a visitar a nuestros fans en Estados Unidos.


5) ¿Cuál es la principal innovación de la banda de Eutopía?
Creo que ofrecemos algo totalmente único en el mercado de la música actual del Reino Unido. Jugamos una gran variedad de estilos diferentes y se combinan con impresionantes techniue puro pop / rock coros solos de guitarra grande y en negrita. Queríamos ir más lejos de ser evidente jangly, progresiones de acordes y traer de vuelta los elementos infectously descaradamente pegadiza y emotiva en la música que amamos los años ochenta, Bon Jovi, Def Leppard, Journey, Europa, etc. Nuestras letras son algo más que nuestras propias vidas, son acerca de los problemas en sentido amplio. Nos encanta la guitarra y solos de grandes capas más complejas de las partes de sintetizador y armonías. Sin embargo, no quería seguir el camino trillado de la progresiva Creemos que muchas bandas a convertirse en sus propios es una buena técnica y los elementos melódicos que el sacrificio de la apelación al mercado de masas. Por lo que mantenemos nuestras melodías simples y pegajosas. También se añade un muy moderno y en el elemento de alguna manera "no-rock n roll 'con sintetizadores nuestro baile. Nos encanta el sonido y la perfección de la sincronización rítmica en la música de baile y conocer el impacto de una melodía de sintetizador muy eficaz.


6) Ya cantó fuera de Inglaterra? ¿En qué lugares?
No hemos jugado como una unidad, aunque los miembros individuales han tenido proyectos fuera de la Alexander Reino Unido ha jugado en varios países europeos. Lucas ha alos jugado en otros países europeos y Leah tenía una restricción en el Medio Oriente. El Eutopia tenemos grandes planes para los próximos programas a partir de varias fechas en el S. U. A partir del año nuevo.


7) En Brasil, el mercado de nuevos talentos ha sido muy prometedora. Casi cada día hay nuevas bandas y cantantes nueva escena musical brasileña. ¿Cómo es el mercado de nuevos cantantes / banda en el Reino Unido?
El mercado de la música en el Reino Unido se encuentra bajo una enorme cantidad de presión. Talento programas como Factor X y Tienes Talento británico dar la impresión de que casi cualquier persona puede tener su pop en una carrera de éxito, independientemente de su talento musical. Si unimos esto con la recesión y nadie está tomando ningún riesgo. Se trata de uick dinero con la longevidad en un puñado de escritores y escribir música para todo el mundo. Nadie tiene tiempo para desarrollar un artista y construir una fuerte base de fans ... usted tiene que esta antes de "hacer" es por ustedes mismos parece convertirse en las etiquetas de registro interesado. Con esto en mente estamos muy contentos con la forma en Eutopía está progresando, pero entiendo que bien puede ser digno de nuestro tiempo a mirar fuera del Reino Unido para el éxito inicial.


8) Varias bandas y cantantes tienen éxito hoy en día que comenzó con videos en Internet. ¿Cuál es el peso de la Internet en la difusión de su trabajo?
Es probable que Internet es nuestra principal fuente de éxito musical. Lo usamos para la promoción y es una plataforma fantástica para nosotros a los artistas musicales en una plataforma global. Nosotros usamos los videos también. Tenemos en trámite de varios conciertos en vivo para los fans que tal vez no se puede hacer para el concierto debido a su ubicación. Es una manera fantástica para que los aficionados extranjeros a vernos en vivo y directo. Además, aparte de esto tenemos nuestro propios videos al Eutopía que promueven varios grupos de otros nichos. Alexander tiene sus lecciones de 'Guitar Arcángel' en Youtube donde se pasa revista a los pedales y efectos, y hace algunas clases de guitarra. Leah tiene su blog 'Owl sintetizador "que está dirigido a los fans de sintetizador, pero también mantiene a la gente al tanto de lo que está pasando con la banda. También se escribe sobre cómo está siendo la única mujer en la banda y uno de los pocos en la industria del rock en general.


9) ¿Ha tenido dificultades en este primer trabajo? ¿Qué?
La industria de la música es conocida por ser una de las más difíciles a las industrias a 'crack' y, por supuesto, es muy difícil hacer un impacto. Hemos encontrado por estar completamente dedicada a nuestro oficio un solo hablar con la gente ha sido nuestra mejor apuesta. Es sorprendente lo que usted consigue cuando usted sólo puede hacer y cuando la gente le gusta lo que estás haciendo a menudo se encuentran con que lo ayude en su camino. Es una lucha para obtener el reconocimiento, sino la base cada vez mayor fan y un récord de ventas mayor que nos demostrado que estamos en el camino correcto.

10) ¿Qué próximos proyectos de la banda? Ya han programado visitas?
Así, el álbum debut es completa y Seven estará en iTunes para que todos disfruten de finales de octubre. Hemos trabajado muy duro en esto, como toda la grabación, producción, mezcla y obras de arte han sido realizadas por la banda en su casa. Grabamos todo, la producción se Alexander y Leah hace el arte. ¿Ha sido un trabajo de amor y estamos muy emocionados de finalmente empezar la promoción del álbum. Aparte de que estamos planeando un viaje a Los Angeles en febrero, donde vamos a estar haciendo una serie de entrevistas y un montón de espectáculos en vivo. Nuestra base de fans americanos es grande en comparación con nuestra popularidad aquí en Londres y no podríamos estar más emocionados por nuestra primera gira internacional. Muchos más por venir y espero que un viaje a Sudamerica a seguir en breve!


11) Usted está en la misma tierra de los nombres indiscutibles de rock como Led Zeppelin, Queen y otros. Despites la diferencia en el estilo de vida con estos grupos, QUE SE theinfluence Ellos tienen en su trabajo? Creemos que la responsabilidad de hacer música en el país thesame de nombres tan conocidos en todo el mundo es más grande?
Creo que puedo decir con seguridad que sin la influencia de estos pilares de la música del Reino Unido que no haría lo que el. Los riffs asesinos de Led Zeppelin y la reina de la diversidad épica son dos de nuestra influencia probablemente el más grande. Debido a la increíble linaje que heredamos musicalmente en este país ... por supuesto que hay presión. Queremos llegar al nivel que y creo que es un estándar que debe ser reintegrado a la música británica. Me temo que en los últimos años la gente ha perdido de vista nuestra rica historia y es el momento de traerlo de vuelta!


12) ¿Sabes algo sobre Brasil? Música, lugares, etc.
Sólo hemos oído grandes cosas sobre su cultura y el patrimonio musical. Brasil significa para nosotros la pasión y una actitud positiva ... Las dos cosas que nos esforzamos todos los días. No podemos esperar a que venga a las partes en América del Sur y la esperanza de que podamos disfrutar del éxito con los críticos locales de Brasil y los fans. Aparte de la música no podría ser más ecited para ver los sitios culturales más importantes de Brasil. Nuestra fe es fuerte y nos aman y vienen y se reúnen con personas afines.


13) ¿Quieres dejar un mensaje a los lectores de lo Blog Novas Ideias?
Sólo para mantener su fe, todo con la pasión y creer en lo que está haciendo. Es mejor dedicar su vida a hacer lo que usted ama de todo corazón que hacer mil cosas mal y sin pasión. Y que echa un vistazo a nuestra música en www.eutopiamusic.com haha!


Con colaboracion de Glaucio de Souza, Gabriela Penha y Liesel Hoffmann. 
Gracias a Julia Nicklen, que respondió las preguntas de la entrevista.


***

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Escucha la canción Seven:

EUTOPIA-Seven-Seven by Eutopia


Escucha la musica Shall I Lie:

SHALL i LIE - EUTOPIA -Seven by Eutopia


Escucha la musica Sattelite of Love:

EUTOPIA-Satellite Of Love-Seven by Eutopia

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